I Me You I'm Your [COMPLETA]
Página 3 de 6 • Compartilhe •
Página 3 de 6 •
1, 2, 3, 4, 5, 6 
Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
O pior de tudo Patty é que nessa espera angustiante pela terceira temporada...só nos resta as fanfics...mas entendo o seu problema vou ficar aqui quietinha esperando,sem pertubar muito
Bjus
Bjus
Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
Pois é
Eu to no pc da minha irmã até...
Mas se Deus quiser, hj eu arrumo aquela droga!

Eu to no pc da minha irmã até...
Mas se Deus quiser, hj eu arrumo aquela droga!

Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
Esta certo, a gente espera, hehehehe.
Você esta se saindo muito bem. A fic esta ótimaaaaaaa
Beijinhos
gi
Você esta se saindo muito bem. A fic esta ótimaaaaaaa
Beijinhos
gi
ladymarion- Mentalista Treinee

- Data de inscrição: 05/05/2009
Mensagens: 426

Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
Algum dia... hummmm soa tão distante!
Adorei ver o Patrick tão preocupado... isso mostra o qual normal ele pode ser...
Adorei ver o Patrick tão preocupado... isso mostra o qual normal ele pode ser...

"If you can't be proud of what you do, go and sell shoes. Do something else." Simon Baker
É fã? Então faça parte dos foruns


Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
GEEEEEEEEEEEEEEEEENTEEEEEEEEEEEEEEE!
ARRUMEI O DESGRAÇADO!
Vou tentar postar até mais tarde o próximo cap!
ARRUMEI O DESGRAÇADO!
Vou tentar postar até mais tarde o próximo cap!
Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
Girls, aqui ta metade do cap pra n deixar mta espectativa! Se conseguir, mais tarde posto o resto!
CAPÍTULO 6
Destruir e Queimar
When you feel all alone
And the world has turned its back on you
Give me a moment please to tame your wild, wild heart
- Eu não digo? Esse homem procura por problemas! – Lisbon resmungou.
- Na verdade, - Grace disse, pensativa, se mexendo na cadeira - eu acho que problemas procuram por ele.
Elas estavam sentadas na sala de espera da emergência do hospital, esperando Jane ser enfaixado depois irritar um bêbado, que tinha garrafas de cerveja quebradas. Aparentemente, apesar de bêbado, o cara tinha uma ótima mira.
- Ele provocou o cara. – Lisbon disse. – Eu teria jogado algo nele também. – Ela mexeu as mãos, demonstrando frustração. – Ele é completamente impossível.
Grace somente sorriu, levando um gelo de Lisbon.
- Cala a boca! – Lisbon não estava no humor para ser provocada.
- Desculpa. – Grace ficou de pé, se esticando. – Provavelmente vamos ficar aqui por algum tempo. Quer café?
- Claro. Obrigada. – Lisbon assiste Van Pelt indo embora, feliz de ter um momento só.
Ela não pode evitar pensar em Jane. Ela estava começando a ficar com raiva. Tudo era muito engraçado, mas ela ainda assim sentia raiva. Sua raiva só iria atrapalhar o caso, então ela tentou deixar isso de lado.
O homem conseguiu que jogassem garrafas de cerveja nele! Por m bêbado! E tudo que ela conseguia fazer era rir e ficar um pouco preocupada.
Ela (realmente) precisava voltar para a realidade. Ela e Jane eram só amigos, e tinham trabalho a fazer. Eles não estavam nem perto do algum dia deles. Ela precisava parar de pensar nele dessa forma.
Quando o médico de Jane apareceu, minutos depois, ela se levantou depressa. O médico sorriu alegremente.
- Ele já pode ir. Nós demos a ele alguns analgésicos, então ele está meio tonto, mas está bem.
Lisbon não pode não revirar os olhos.
- Você tem certeza que são os analgésicos? – Ela perguntou. O doutor riu.
- Eu vou fazer os papéis da dispensa dele. Eles vão estar com a enfermeira.
Lisbon o agradeceu e foi até o quarto de Jane. Ele estava sentado na borda da mesa de exames, sorrindo para si mesmo. Era um pouquinho (ok, MUITO) fofo, mas era realmente mais engraçado do que qualquer outra coisa. Lisbon tentou esconder um sorriso.
- Eu juro – ela começou a brincar com ele – que você está parecendo um fantoche.
- Lisbon! – Ele quase gritou, ignorando o comentário dela, ou não entendendo. – Você está aqui!
- Eu estou. – Ela riu. – Você está pronto pra ir?
Sua cabeça balançou para cima e para baixou, e seus cachos loiros se mexiam livremente.
- Com certeza! – Ele disse. – Já estou lá fora de tanto que quero sair! – Ele começou a bater de leve no braço dela. – Eu tenho pontos!
- Eu ouvi dizer. – Ela mordeu a língua, tentando esconder a graça de tudo aquilo. – Eles doem?
- Não agora. – Ele riu abertamente. – Eu devo ter muita resistência a dor, não?
- Drogas. – Ela contou a ele. Ele fez beicinho.
- Eu não estou drogado!
Ela levantou uma sobrancelha
- Certeza? Porque eu acho que você está.
- Não! – Ele parecia uma criancinha. Eles ainda estavam discutindo quando Van Pelt entrou com a caneca de café na mão.
- Oi. – Ela disse, entregando caneca para Lisbon, enquanto Jane tentava arrancá-la das mãos da mulher.
- Isso é para Lisbon. – Grace o informou. Quando ele baixou a cabeça, ela riu. – É café. – Adicionou.
- Café? – Ele repetiu, fazendo uma careta de nojo. – Blé.
Grace levantou as sobrancelhas e olhou para Lisbon.
- Drogas. – Ela explicou, e Grace afirmou com a cabeça, entendendo. Jane fez uma carranca. (Igual uma criança...)
- Eu não estou drogado! – Ele insistiu.
- Desculpa, cara. – Grace disse. – Você definitivamente está. – Ela olhou para Lisbon. – Você não pode levá-lo desse jeito ao CBI.
Definitivamente não.
- E eu não vou. – Lisbon a assegurou. – Ele pode ficar no meu sofá por um tempo.
- Mas e o meu sofá do CBI? – Jane reclamou. Lisbon deu batidinhas nas costas dele.
- Meu sofá é quase tão confortável quanto. – Ela prometeu. – E você pode voltar pra sua casa amanhã. Ok? – Ela se sentia falando com uma criança de cinco anos de idade. (Tirando o fato de que eu não vou me apaixonar por uma criança de cinco anos... Ainda bem, por que isso seria pedofilia.)
Depois de algum esforço e bastande lamentações, birras, e discuções, Jane aceitou ir para a casa de Lisbon.
- Boa sorte com ele. – Grace disse, assim que ambos estavam sentados no carro. – Nos ligue se precisar de ajuda.
- Nós vamos ficar bem. – Lisbon prometeu. – Obrigada Van Pelt. – Ela deu a nova agente um rápido olhar e sentou no banco do carro. – Lá vamos nós... – Ela disse. Com os argumentos de antes esquecidos, Jane sorriu.
- Não posso esperar para experimentar seu sofá. – Ele disse.
Quando eles chegaram a casa dela, ele se instalou de imediato, como se fosse sua própria casa (típico). Lisbon assistiu, divertida, enquanto Jane experimentava seu sofá.
- Bem bom. – Ele admitiu. – Você se importa se eu tirar um cochilo?
Ela balançou a cabeça afirmativamente.
- Você é meu convidado. – (Qualquer coisa pra você calar a boca.)
Ele deveria realmente estar drogado, pois dormiu quase instantaneamente. E ela começou a se perguntar o que significa quando um homem dorme com as roupas sujas, a boca aberta e a língua caída pro lado, todo desajeitado, e você ainda o acha gostoso.
Ela não estava certa se queria a resposta.
CAPÍTULO 6
Destruir e Queimar
When you feel all alone
And the world has turned its back on you
Give me a moment please to tame your wild, wild heart
- Eu não digo? Esse homem procura por problemas! – Lisbon resmungou.
- Na verdade, - Grace disse, pensativa, se mexendo na cadeira - eu acho que problemas procuram por ele.
Elas estavam sentadas na sala de espera da emergência do hospital, esperando Jane ser enfaixado depois irritar um bêbado, que tinha garrafas de cerveja quebradas. Aparentemente, apesar de bêbado, o cara tinha uma ótima mira.
- Ele provocou o cara. – Lisbon disse. – Eu teria jogado algo nele também. – Ela mexeu as mãos, demonstrando frustração. – Ele é completamente impossível.
Grace somente sorriu, levando um gelo de Lisbon.
- Cala a boca! – Lisbon não estava no humor para ser provocada.
- Desculpa. – Grace ficou de pé, se esticando. – Provavelmente vamos ficar aqui por algum tempo. Quer café?
- Claro. Obrigada. – Lisbon assiste Van Pelt indo embora, feliz de ter um momento só.
Ela não pode evitar pensar em Jane. Ela estava começando a ficar com raiva. Tudo era muito engraçado, mas ela ainda assim sentia raiva. Sua raiva só iria atrapalhar o caso, então ela tentou deixar isso de lado.
O homem conseguiu que jogassem garrafas de cerveja nele! Por m bêbado! E tudo que ela conseguia fazer era rir e ficar um pouco preocupada.
Ela (realmente) precisava voltar para a realidade. Ela e Jane eram só amigos, e tinham trabalho a fazer. Eles não estavam nem perto do algum dia deles. Ela precisava parar de pensar nele dessa forma.
Quando o médico de Jane apareceu, minutos depois, ela se levantou depressa. O médico sorriu alegremente.
- Ele já pode ir. Nós demos a ele alguns analgésicos, então ele está meio tonto, mas está bem.
Lisbon não pode não revirar os olhos.
- Você tem certeza que são os analgésicos? – Ela perguntou. O doutor riu.
- Eu vou fazer os papéis da dispensa dele. Eles vão estar com a enfermeira.
Lisbon o agradeceu e foi até o quarto de Jane. Ele estava sentado na borda da mesa de exames, sorrindo para si mesmo. Era um pouquinho (ok, MUITO) fofo, mas era realmente mais engraçado do que qualquer outra coisa. Lisbon tentou esconder um sorriso.
- Eu juro – ela começou a brincar com ele – que você está parecendo um fantoche.
- Lisbon! – Ele quase gritou, ignorando o comentário dela, ou não entendendo. – Você está aqui!
- Eu estou. – Ela riu. – Você está pronto pra ir?
Sua cabeça balançou para cima e para baixou, e seus cachos loiros se mexiam livremente.
- Com certeza! – Ele disse. – Já estou lá fora de tanto que quero sair! – Ele começou a bater de leve no braço dela. – Eu tenho pontos!
- Eu ouvi dizer. – Ela mordeu a língua, tentando esconder a graça de tudo aquilo. – Eles doem?
- Não agora. – Ele riu abertamente. – Eu devo ter muita resistência a dor, não?
- Drogas. – Ela contou a ele. Ele fez beicinho.
- Eu não estou drogado!
Ela levantou uma sobrancelha
- Certeza? Porque eu acho que você está.
- Não! – Ele parecia uma criancinha. Eles ainda estavam discutindo quando Van Pelt entrou com a caneca de café na mão.
- Oi. – Ela disse, entregando caneca para Lisbon, enquanto Jane tentava arrancá-la das mãos da mulher.
- Isso é para Lisbon. – Grace o informou. Quando ele baixou a cabeça, ela riu. – É café. – Adicionou.
- Café? – Ele repetiu, fazendo uma careta de nojo. – Blé.
Grace levantou as sobrancelhas e olhou para Lisbon.
- Drogas. – Ela explicou, e Grace afirmou com a cabeça, entendendo. Jane fez uma carranca. (Igual uma criança...)
- Eu não estou drogado! – Ele insistiu.
- Desculpa, cara. – Grace disse. – Você definitivamente está. – Ela olhou para Lisbon. – Você não pode levá-lo desse jeito ao CBI.
Definitivamente não.
- E eu não vou. – Lisbon a assegurou. – Ele pode ficar no meu sofá por um tempo.
- Mas e o meu sofá do CBI? – Jane reclamou. Lisbon deu batidinhas nas costas dele.
- Meu sofá é quase tão confortável quanto. – Ela prometeu. – E você pode voltar pra sua casa amanhã. Ok? – Ela se sentia falando com uma criança de cinco anos de idade. (Tirando o fato de que eu não vou me apaixonar por uma criança de cinco anos... Ainda bem, por que isso seria pedofilia.)
Depois de algum esforço e bastande lamentações, birras, e discuções, Jane aceitou ir para a casa de Lisbon.
- Boa sorte com ele. – Grace disse, assim que ambos estavam sentados no carro. – Nos ligue se precisar de ajuda.
- Nós vamos ficar bem. – Lisbon prometeu. – Obrigada Van Pelt. – Ela deu a nova agente um rápido olhar e sentou no banco do carro. – Lá vamos nós... – Ela disse. Com os argumentos de antes esquecidos, Jane sorriu.
- Não posso esperar para experimentar seu sofá. – Ele disse.
Quando eles chegaram a casa dela, ele se instalou de imediato, como se fosse sua própria casa (típico). Lisbon assistiu, divertida, enquanto Jane experimentava seu sofá.
- Bem bom. – Ele admitiu. – Você se importa se eu tirar um cochilo?
Ela balançou a cabeça afirmativamente.
- Você é meu convidado. – (Qualquer coisa pra você calar a boca.)
Ele deveria realmente estar drogado, pois dormiu quase instantaneamente. E ela começou a se perguntar o que significa quando um homem dorme com as roupas sujas, a boca aberta e a língua caída pro lado, todo desajeitado, e você ainda o acha gostoso.
Ela não estava certa se queria a resposta.
Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
Girls, aqui ta metade do cap pra n deixar mta espectativa! Se conseguir, mais tarde posto o resto!
Posso ser um dos unicos, mais nao sao soh voces que leem as Fics, viu! hahahahhahah
Oia a panelinha!
De resto, parabens patty!
Continue o otimo trabalho!

Walter Mashburn (Lex)- Mentalista Treinee

- Data de inscrição: 14/05/2010
Mensagens: 90
Humor: Third Season FTW

Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
Desculpae Lex, vou mudar aquilo:
Girls & Boys
PKOSPKOSAPKOSAKPOKPOSAPOSA
Girls & Boys
PKOSPKOSAPKOSAKPOKPOSAPOSA
Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
Nossa que situação.
Jane normalmente já é maravilhosamente brincalhão e debochado, imagina drogado,
Amandoooooooooooo
Louca para ler a continuação.
Beijinhos
gi
ladymarion- Mentalista Treinee

- Data de inscrição: 05/05/2009
Mensagens: 426

Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
- Boa sorte com ele. – Grace disse, assim que ambos estavam sentados no carro. – Nos ligue se precisar de ajuda.
E pq Lisbon precisaria de ajuda com o Jane??? Nem imagino
Ele deveria realmente estar drogado, pois dormiu quase instantaneamente. E ela começou a se perguntar o que significa quando um homem dorme com as roupas sujas, a boca aberta e a língua caída pro lado, todo desajeitado, e você ainda o acha gostoso.
No comments!!!

"If you can't be proud of what you do, go and sell shoes. Do something else." Simon Baker
É fã? Então faça parte dos foruns


Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
Meninas&Menino KPOSAPOKSAPKOSA! To terminando o cap! Jájá posto aqui!
Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
Ai ta a continuação:
Ela o achou no telhado, Olhando toda a cidade. Ela estava quase certa de que ele queria estar sozinho, mas ela não suportava a idéia de deixá-lo ali sozinho, miserável consigo mesmo. Ele não a deixaria ficar se martirizando, e ela ficaria se condenando se não retribuísse o favor.
- Ei! – Ela disse, indo para o lado dele. Ele não olhou para ela.
- Eu gostaria de ficar sozinho. – Ele disse seco. Seu tom a mostrou que era verdade. Mas ela não se moveu.
- Não vou te deixar sozinho. – Eles haviam acabado de ter outro caso do Red John e ficara (metaforicamente) a centímetros de pegá-lo. Mas falharam. De novo. Ela estava ficando cansada de falhar com ele.
Seu rosto era ilegível e ele se recusava a olhá-la. Ela se perguntou, brevemente se ele estava bravo com ela. Ele tinha começado a se isolar nesses casos. Ela estava certa que ele não queria desabafar com ela, mas ela não impedi-lo se ele quisesse.
- Nós vamos pegá-lo. – Ela ofereceu, em silêncio. – Eu prometo Jane, nós vamos pegá-lo. – Deus, aquelas promessas estavam começando a parecer tão vazias. Ela não estava certa se elas tinham algum valor, já. Ele se virou para ela, com um leve rosnar.
- Você sempre diz isso e nós nunca o pegamos. – Ele parecia estar se torturando tanto, e ela sentiu uma dor e uma urgência para ajudá-lo.
- Eu sinto muito. – Ela disse. – Eu sinto muito Jane. – Ela o puxou desesperada pela manga. – Fale comigo. – Ela implorou. – Você está sempre me forçando a falar. Não pode pegar seu próprio conselho?
Ele deu de ombros, e ela agarrou o braço dele.
- Nós somos amigos, - Ela tentou usar a razão – não somos?
Novamente, ele deu de ombros.
- Eu não sei.
Ela não ia (não posso) deixá-lo saber o quanto aquele comentário a machucou. Mas ele não ia afastá-la. Ela deslizou sua mão por cima da dele e a apertou. Ela se surpreendeu quando ele não a afastou.
Eles ficaram em silêncio, observando as luzes da cidade.
- Eu fui pra casa aquela noite. – Ele disse finalmente. – Eu vi o corpo delas... brutalizado...
Ela balançou a cabeça, encolhendo. Ela já havia visto cenas de crimes terríveis, que iriam atormentá-la para o resto da vida, mas não conseguia imaginar ir para casa e encontrar alguém que amava nessas condições.
- Toda a vez que chegamos perto dele, - Jane continuou, com a voz tensa e desigual – eu penso que finalmente vou achar alguma justiça. Que finalmente vou dar algum tipo de troco por aquela noite, pelo que ele fez a elas.
- E sei – ela sussurrou – e sinto tanto, tanto. Eu continuo falhando com você.
Agora, ele se virou para ela.
- Lisbon, - ele disse gravemente, - eu tenho certeza absoluta que você é a única pessoa que nunca falhou comigo.
Essas palavras trouxeram lágrimas pros olhos dela, mas ela as engoliu de volta.
- Me fale delas. – Ela estimulou. – Tudo que eu sei, são as partes ruinhas. Me diga como elas eram.
Ele fez uma breve pausa, olhado para ela como se não pudesse acreditar que ela tivesse pedido uma coisa dessas. Ela estava a ponto de voltar atrás quando ele falou.
- Minha esposa... Rachel... ela era... incrível. Ela tinha um sorriso que podia iluminar qualquer lugar. E sua risada... – Ele continuou, com esforço, balançando a cabeça. – Ela amava fazer cruzadinhas e jogar Scrabble. E chá... ela que me fez começar a beber.
Lisbon balançou a cabeça, escutando. Havia um inegável anseio no tom de voz dele, e isso apertava o coração dela. Ela estava (de alguma maneira, doendo) certa de que ele nunca mais iria amar alguém (incluindo ela) da maneira como ele amava Rachel.
- Você me lembra um pouco ela. – Ele adicionou. Ao olhar surpreso dela, ele sorriu fraco. – Você é forte e teimosa. – Ele explicou. – E não se importa de se responsabilizar pelas cagadas dos outros, especialmente as minhas.
Essa era uma definição justa, e ela estava surpresa que se aplicasse para Rachel também. Ela apertou a mão dele com mais força.
- E sobre a sua filha? – Ela perguntou.
- Ella. – Ele suspirou, respirando durante o nome dela, como se fosse algo sagrado. – Ela era tão bonita, Lisbon. Ela era inteligente e curiosa, sempre queria saber tudo. Ela adorava cantar e dançar, e adorava flores. Ela não merecia o que aconteceu com ela...
- Nenhuma delas merecia. – Lisbon murmurou. Ela podia ver as contradições de sentimentos no rosto dele, e então, ela colocou seu braço sobre ele, o puxando para seu lado. Depois de um momento, ele passou o braço por sobre os ombros dela, e ela sentiu a bochecha dele descansar sobre seu cabelo.
- Eu sinto falta delas. – Ele falou, com a voz meio estrangulada. Ela sabia que ele estava próximo as lágrimas.
- Eu sei. – Ela respondeu, o abraçando apertado, como se pudesse, de alguma maneira, mandar toda aquela dor embora.
- Constantemente. – Ele adicionou.
- Eu sei. – Ela repetiu. – Eu sinto muito.
E então, ele começou a chorar, as lágrimas molhando o cabelo dela. Ela se agarrou a ele, e se recusou a deixá-lo partir. Ela não tinha palavras, então simplesmente o segurou o mais forte que conseguiu. Quando seus soluços finalmente cessaram, ele se move, mas não sai do aperto dela.
- Não teria problema – ele começou, com a voz abafada – se eu falasse um pouco mais delas?
O coração dela bateu dolorosamente.
- Cla... Claro. – Ela consegui dizer.
Eles sentaram no terraço da CBI, abraçados, e ele começou a falar sobre sua família. Ele contava história atrás de história, parando para chorar algumas vezes, até começar a amanhecer.
- Nós ficamos aqui a noite inteira. – Jane se deu conta.
Lisbon concordou com um gesto, se dando conta do quão frio estava. Ela se afastou dele para se esticar. Ele pegou a mão dela entre as dele, olhando-a seriamente.
- Obrigado. – Ele disse, calmamente. Ela nunca pensou que ele um dia soaria tão sincero. Isso a deixou com um nó na garganta e ela teve que empurrar as lágrimas de volta. A emoção que ele conseguia transmitir para ela com apenas duas palavras era impressionante.
Ela apertou a mão dele.
- De nada.
Juntos, eles foram até seus respectivos carros. Lisbon estava ansiosa para chegar em casa e tentar dormir um pouco. Hightower não esperava que chegassem até meio-dia, e ela estava agradecida.
- Você vai ficar bem? – Ela perguntou a Jane. Ele acenou com a cabeça, e de alguma maneira, ela acreditou nele.
- Obrigado. – Ele repetiu. – Sério Lisbon, eu...
- Eu sei. – Ela o cortou. Ele balançou a cabeça, negando.
- Você não sabe. Você não pode imaginar o quanto... – Ele parou, a olhando com um olhar totalmente não-Jane.
- Talvez. – Ela concordou. – Você vai me ligar se precisar de algo?
- Aham.
De novo, ela acreditou nele. Ele deu um rápido sorriso para ela e entrou no carro. Ela assistiu o carro dele até desaparecer de vista para depois entrar em seu próprio carro e ir para casa.
Quando ela chegou na sua sala na CBI, horas depois, havia uma elaborada flor de origami sobre sua mesa. (Que lindo)
Obrigado, lia-se na nota, com a letra de Jane, por tudo.
Ela o achou no telhado, Olhando toda a cidade. Ela estava quase certa de que ele queria estar sozinho, mas ela não suportava a idéia de deixá-lo ali sozinho, miserável consigo mesmo. Ele não a deixaria ficar se martirizando, e ela ficaria se condenando se não retribuísse o favor.
- Ei! – Ela disse, indo para o lado dele. Ele não olhou para ela.
- Eu gostaria de ficar sozinho. – Ele disse seco. Seu tom a mostrou que era verdade. Mas ela não se moveu.
- Não vou te deixar sozinho. – Eles haviam acabado de ter outro caso do Red John e ficara (metaforicamente) a centímetros de pegá-lo. Mas falharam. De novo. Ela estava ficando cansada de falhar com ele.
Seu rosto era ilegível e ele se recusava a olhá-la. Ela se perguntou, brevemente se ele estava bravo com ela. Ele tinha começado a se isolar nesses casos. Ela estava certa que ele não queria desabafar com ela, mas ela não impedi-lo se ele quisesse.
- Nós vamos pegá-lo. – Ela ofereceu, em silêncio. – Eu prometo Jane, nós vamos pegá-lo. – Deus, aquelas promessas estavam começando a parecer tão vazias. Ela não estava certa se elas tinham algum valor, já. Ele se virou para ela, com um leve rosnar.
- Você sempre diz isso e nós nunca o pegamos. – Ele parecia estar se torturando tanto, e ela sentiu uma dor e uma urgência para ajudá-lo.
- Eu sinto muito. – Ela disse. – Eu sinto muito Jane. – Ela o puxou desesperada pela manga. – Fale comigo. – Ela implorou. – Você está sempre me forçando a falar. Não pode pegar seu próprio conselho?
Ele deu de ombros, e ela agarrou o braço dele.
- Nós somos amigos, - Ela tentou usar a razão – não somos?
Novamente, ele deu de ombros.
- Eu não sei.
Ela não ia (não posso) deixá-lo saber o quanto aquele comentário a machucou. Mas ele não ia afastá-la. Ela deslizou sua mão por cima da dele e a apertou. Ela se surpreendeu quando ele não a afastou.
Eles ficaram em silêncio, observando as luzes da cidade.
- Eu fui pra casa aquela noite. – Ele disse finalmente. – Eu vi o corpo delas... brutalizado...
Ela balançou a cabeça, encolhendo. Ela já havia visto cenas de crimes terríveis, que iriam atormentá-la para o resto da vida, mas não conseguia imaginar ir para casa e encontrar alguém que amava nessas condições.
- Toda a vez que chegamos perto dele, - Jane continuou, com a voz tensa e desigual – eu penso que finalmente vou achar alguma justiça. Que finalmente vou dar algum tipo de troco por aquela noite, pelo que ele fez a elas.
- E sei – ela sussurrou – e sinto tanto, tanto. Eu continuo falhando com você.
Agora, ele se virou para ela.
- Lisbon, - ele disse gravemente, - eu tenho certeza absoluta que você é a única pessoa que nunca falhou comigo.
Essas palavras trouxeram lágrimas pros olhos dela, mas ela as engoliu de volta.
- Me fale delas. – Ela estimulou. – Tudo que eu sei, são as partes ruinhas. Me diga como elas eram.
Ele fez uma breve pausa, olhado para ela como se não pudesse acreditar que ela tivesse pedido uma coisa dessas. Ela estava a ponto de voltar atrás quando ele falou.
- Minha esposa... Rachel... ela era... incrível. Ela tinha um sorriso que podia iluminar qualquer lugar. E sua risada... – Ele continuou, com esforço, balançando a cabeça. – Ela amava fazer cruzadinhas e jogar Scrabble. E chá... ela que me fez começar a beber.
Lisbon balançou a cabeça, escutando. Havia um inegável anseio no tom de voz dele, e isso apertava o coração dela. Ela estava (de alguma maneira, doendo) certa de que ele nunca mais iria amar alguém (incluindo ela) da maneira como ele amava Rachel.
- Você me lembra um pouco ela. – Ele adicionou. Ao olhar surpreso dela, ele sorriu fraco. – Você é forte e teimosa. – Ele explicou. – E não se importa de se responsabilizar pelas cagadas dos outros, especialmente as minhas.
Essa era uma definição justa, e ela estava surpresa que se aplicasse para Rachel também. Ela apertou a mão dele com mais força.
- E sobre a sua filha? – Ela perguntou.
- Ella. – Ele suspirou, respirando durante o nome dela, como se fosse algo sagrado. – Ela era tão bonita, Lisbon. Ela era inteligente e curiosa, sempre queria saber tudo. Ela adorava cantar e dançar, e adorava flores. Ela não merecia o que aconteceu com ela...
- Nenhuma delas merecia. – Lisbon murmurou. Ela podia ver as contradições de sentimentos no rosto dele, e então, ela colocou seu braço sobre ele, o puxando para seu lado. Depois de um momento, ele passou o braço por sobre os ombros dela, e ela sentiu a bochecha dele descansar sobre seu cabelo.
- Eu sinto falta delas. – Ele falou, com a voz meio estrangulada. Ela sabia que ele estava próximo as lágrimas.
- Eu sei. – Ela respondeu, o abraçando apertado, como se pudesse, de alguma maneira, mandar toda aquela dor embora.
- Constantemente. – Ele adicionou.
- Eu sei. – Ela repetiu. – Eu sinto muito.
E então, ele começou a chorar, as lágrimas molhando o cabelo dela. Ela se agarrou a ele, e se recusou a deixá-lo partir. Ela não tinha palavras, então simplesmente o segurou o mais forte que conseguiu. Quando seus soluços finalmente cessaram, ele se move, mas não sai do aperto dela.
- Não teria problema – ele começou, com a voz abafada – se eu falasse um pouco mais delas?
O coração dela bateu dolorosamente.
- Cla... Claro. – Ela consegui dizer.
Eles sentaram no terraço da CBI, abraçados, e ele começou a falar sobre sua família. Ele contava história atrás de história, parando para chorar algumas vezes, até começar a amanhecer.
- Nós ficamos aqui a noite inteira. – Jane se deu conta.
Lisbon concordou com um gesto, se dando conta do quão frio estava. Ela se afastou dele para se esticar. Ele pegou a mão dela entre as dele, olhando-a seriamente.
- Obrigado. – Ele disse, calmamente. Ela nunca pensou que ele um dia soaria tão sincero. Isso a deixou com um nó na garganta e ela teve que empurrar as lágrimas de volta. A emoção que ele conseguia transmitir para ela com apenas duas palavras era impressionante.
Ela apertou a mão dele.
- De nada.
Juntos, eles foram até seus respectivos carros. Lisbon estava ansiosa para chegar em casa e tentar dormir um pouco. Hightower não esperava que chegassem até meio-dia, e ela estava agradecida.
- Você vai ficar bem? – Ela perguntou a Jane. Ele acenou com a cabeça, e de alguma maneira, ela acreditou nele.
- Obrigado. – Ele repetiu. – Sério Lisbon, eu...
- Eu sei. – Ela o cortou. Ele balançou a cabeça, negando.
- Você não sabe. Você não pode imaginar o quanto... – Ele parou, a olhando com um olhar totalmente não-Jane.
- Talvez. – Ela concordou. – Você vai me ligar se precisar de algo?
- Aham.
De novo, ela acreditou nele. Ele deu um rápido sorriso para ela e entrou no carro. Ela assistiu o carro dele até desaparecer de vista para depois entrar em seu próprio carro e ir para casa.
Quando ela chegou na sua sala na CBI, horas depois, havia uma elaborada flor de origami sobre sua mesa. (Que lindo)
Obrigado, lia-se na nota, com a letra de Jane, por tudo.
Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
Gente! Como sei que tenho demorado muito ultimamente pra atualizar, vou ver se consigo postar a metade do próximo cap hj já. E uma notícia: estamos a exatamente 5 capítulos do fim! (na verdade 4, e 1 é o epílogo
)
Página 3 de 6 •
1, 2, 3, 4, 5, 6 
Tópicos similares» Ay Papy- Coleção completa.
» Seinfeld [ Série Completa ]
» A BÍBLIA DE JERUSALÉM - Completa
» Roberto Carlos Discografia completa
» Farm Lessons - coleção completa
» Seinfeld [ Série Completa ]
» A BÍBLIA DE JERUSALÉM - Completa
» Roberto Carlos Discografia completa
» Farm Lessons - coleção completa
Página 3 de 6
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum


