I Me You I'm Your [COMPLETA]
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Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
Que lindo
os dois conversando assim tão "sinceramente"...mas eu imagino o quanto tá doendo na Lisbon saber todos esses detalhes...
os dois conversando assim tão "sinceramente"...mas eu imagino o quanto tá doendo na Lisbon saber todos esses detalhes...
Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
Quase chorei!!!! Linda essa parte, amei!!!

"If you can't be proud of what you do, go and sell shoes. Do something else." Simon Baker
É fã? Então faça parte dos foruns


Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
Contagem regressiva pro final! Faltam 4! KPOSAPOKSAKPO
CAPÍTULO 7
Continue Respirando
I want to believe in more than you and me
But all that I know is I'm breathing.
All we can do is keep breathing…
Fazia seis meses que eles não tinham um sinal do Red John, então, Lisbon se surpreendeu quando apareceu uma pista. Depois de verificar se era legítima, ela colocou sua equipe no serviço.
Ele não iria matar mais ninguém. Não se ela puder impedi-lo.
Eles tiveram a permissão de Hightower para focar somente no serial killer e se jogar na investigação. Lisbon mantinha um olhar preocupado sobre Jane, assim como os outros. Ela sabia que ele estava sob muito estresse, mas não tinha a mínima idéia sobre o que fazer.
Ela sabia o plano dele. Ela tinha (quase) desistido de tentar fazê-lo desistir dele. Ela tinha certeza que ele estava ciente das conseqüências, mas duvidava que ele se ligasse para elas. Ou se ligasse, vingança era mais importante. Ter conhecimento daquilo a machucava profundamente, mas não havia muito (ou nada, na verdade) que pudesse fazer.
Era estranho ir atrás de Red John quando não havia ninguém morto (ainda). Ela começava a se perguntar se tudo não era uma armadilha, mas ela não iria recuar. Havia uma razão pela qual ela era conhecida como “a teimosa”.
- Por que não conseguimos achá-lo?
Lisbon levantou o olhar do arquivo que estava lendo para olhar para Jane. Ele parecia infantil e inseguro, quase suplicante. Ela esfregou a testa cansada.
- Eu não sei. Mas nós estamos tentando Jane. Eu prometo.
- Eu sei.
- Então, qual o seu plano? – Ela perguntou. – Para quando acharmos ele, eu quero dizer.
- Você sabe. – Sua voz era monótona e resignada. – Eu sei das conseqüências Lisbon. E eu estou disposto a viver com elas.
- Todas elas? – Ela perguntou, o olhando seriamente. (Você está disposto a viver me perdendo?)
Algo no rosto dele se contorceu.
- A maioria.
Ela não tinha a mínima idéia do que ele queria dizer com aquilo.
- Eu não posso fazer você desistir disso?
- Provavelmente não. – Ele abaixou o rosto. – Eu sinto muito, Lisbon. Sinto mesmo. Se tivesse outra maneira, eu realmente preferiria...
- Tem outra maneira. – Ela o cortou. – Jane, se você nos deixar fazer isso da nossa maneira, pela lei, você vai ter justiça. Eu prometo.
Ele olhou para a frente, descansando as mãos na mesa dela.
- Eu sei. – Ele disse. – E eu confio em você. Mas não é justiça suficiente. Não para mim. – Seu olhar era intenso (feroz), e ela sabia que ele não iria se render.
- Tudo bem. – Ela disse calmamente.
- Eu sinto muito. – Ele soava triste, abatido. (Eu sei como você se sente...)
- Eu sei que você sente. – Ela disse. E ela realmente sabia. Mas ele não sentia o suficiente. Por que se sentisse, ele não faria isso. Ele deixaria ela fazer isso da maneira dela. Ele só não sentia o suficiente.
- x –
Quando ela finalmente se deu conta, achou que era um sonho. Ela literalmente se beliscou (ai) para ter certeza de que não estava. uma vez mais calma, começou a repassar os fatos na sua cabeça, voltando a todas as conclusões e todas as pistas que tiveram nas ultimas duas semanas.
Ela sabia. Ela sabia onde o Red John estava.
Ela se levantou de um pulo, quase derrubando a cadeira, e correu para fora do escritório. Quando ela deu parou a frente da mesa dos outros, seu coração pulou.
- Onde está Jane? – Ela perguntou, só por precaução.
Os agentes a olharam duvidosos.
- Ele saiu daqui como se fosse tirar o pai da forca a uns minutos atrás. – Cho disse. Quando ele olhou o rosto dela, ele se levantou. – Chefe? – Ele perguntou. – Você...?
- Eu sei onde Red John está. – Lisbon murmurou. – E Jane também.
A equipe olhou pra ela por vários segundos antes de entrar em ação. Eles começaram a correr e preparar tudo, e ela gritava ordens como alguém que conduzia escravos. A comoção fez Hightower sair de seu escritório.
- O que está acontecendo? – Ela perguntou.
- Nós sabemos onde Red John está. – Rigsby comunicou. – Jane já foi atrás dele.
- Vocês já pediram uma equipe para reforço? – Hightower quis saber. Cho acenou afirmativamente, terminando a tarefa.
- Estamos prontos pra ir. – Ele disse a chefe deles.
Hightower balançou a cabeça vivaz.
- Bom. Lisbon fica.
Todos congelaram onde estavam.
- O que? – Lisbon perguntou. Ela sabia que ela deveria demonstrar respeito por sua superior, mas que porra é essa?
- Você está muito próxima. – Hightower disse. – A situação já está ruim, e ter você pressionando-o só vai piorar. Van Pelt, você fica também, e cuide para que ela não vá a lugar nenhum.
- Sim senhora. – Grace disse em voz baixa, dando um olhar preocupado para Lisbon, que lhe devolveu um pequeno sorriso para deixar claro a agente mais nova que não era culpa dela.
- Lisbon? – Hightower pressionou.
- Sim senhora. Mas eu quero estar em contato com Rigsby e Cho até eles chegarem a cena. – ela cruzou os braços e olhou para sua chefe. Hightower acenou afirmativamente.
- Aceitável.
- Bom. – Lisbon respira fundo antes de se virar para sua equipe e continuar gritando instruções, até mais que antes. Pouco tempo depois, não há mais nada o que fazer.
Está na hora.
- Vão. – Lisbon disse para Rigsby e Cho. – Boa sorte.
Eles balançaram a cabeça, desculpas escritas em todo seus rostos. Então eles foram embora, deixando o departamento extremamente silencioso. Um momento depois, o telefone de Lisbon tocou. Era Rigsby, ligando do carro. Era um (familiar) alívio ficar dando instruções, e ela se achou falando uma milha por minuto.
Grace simplesmente a observou, preocupada. Lisbon sabia que estava agindo de uma maneira um pouquinho (talvez muito) louca, mas ela não conseguia (nem tentava) parar isso. Ela falava rápido, traduzindo todo o pensamento que passava por sua cabeça em palavras para Rigsby.
Finalmente, acabaram as coisas a dizer.
- Nós estamos quase lá. – Rigsby disse, desculpando-se. – Eu devo desligar agora.
- Eu sei. – Ela queria tanto estar lá. Ela odiava não estar no controle da situação. A deixava louca não poder fazer tudo que pudesse (e tentar fazer até algumas que não pudesse).
- Nós vamos ficar bem chefe. – Rigsby informou, reconfortando-a. – Nós vamos conseguir pegá-lo.
- Eu sei. Boa sorte.
Ela desligou e virou-se para Grace, que estava mais pálida que o normal e tremendo suavemente.
- Eles estão quase lá. – Lisbon contou a ela, com a voz fraca. Ela se sentia (perigosamente) perto de desabar, quebrando em milhões de pedaços.
Grace balançou a cabeça, afirmando.
- Eu sinto muito. – Ela disse baixinho.
Lisbon olhou para ela (fingindo estar) confusa.
- Sobre Jane. – Ela explicou. – Eu não tenho dúvidas de que pegaremos Red John e tudo ficará bem. Mas nós sabemos o que Jane está planejando. Ele pode já ter feito isso. E eu sinto muito.
Lisbon somente acenou com a cabeça, muda. Depois de alguns momentos de um (agonizante) silêncio, ela começou a andar de um lado para o outro. Ela (desesperadamente) precisava acalmar a (constante, sem fim, arrasadora) tensão, e o movimento ajudava. Ela se concentrou em inspirar e expirar, coordenando a respiração e o passo.
(Foco. Foco. Fique calma. Não entre em pânico. Foco.)
Van Pelt a observava, os olhos cheios de preocupação. Depois de certo tempo, os passos de sua chefe começaram a irritá-la e ela segurou o braço de Lisbon.
- Lisbon. – Ela disse baixo. – Isso não está ajudando. Venha sentar. – Gentilmente, ela guiou Lisbon até o sofá de Jane, e elas sentaram lá.
Lisbon teve que forçar-se a ficar parada. Grace procurou por sua mão, e ela deixou a mulher pegá-la. Ela estava desesperada por um abrigo, qualquer coisa que evitasse que ficasse louca.
(Não há nada que eu possa fazer. Simplesmente nada.)
E então ela sentou.
E esperou.
CAPÍTULO 7
Continue Respirando
I want to believe in more than you and me
But all that I know is I'm breathing.
All we can do is keep breathing…
Fazia seis meses que eles não tinham um sinal do Red John, então, Lisbon se surpreendeu quando apareceu uma pista. Depois de verificar se era legítima, ela colocou sua equipe no serviço.
Ele não iria matar mais ninguém. Não se ela puder impedi-lo.
Eles tiveram a permissão de Hightower para focar somente no serial killer e se jogar na investigação. Lisbon mantinha um olhar preocupado sobre Jane, assim como os outros. Ela sabia que ele estava sob muito estresse, mas não tinha a mínima idéia sobre o que fazer.
Ela sabia o plano dele. Ela tinha (quase) desistido de tentar fazê-lo desistir dele. Ela tinha certeza que ele estava ciente das conseqüências, mas duvidava que ele se ligasse para elas. Ou se ligasse, vingança era mais importante. Ter conhecimento daquilo a machucava profundamente, mas não havia muito (ou nada, na verdade) que pudesse fazer.
Era estranho ir atrás de Red John quando não havia ninguém morto (ainda). Ela começava a se perguntar se tudo não era uma armadilha, mas ela não iria recuar. Havia uma razão pela qual ela era conhecida como “a teimosa”.
- Por que não conseguimos achá-lo?
Lisbon levantou o olhar do arquivo que estava lendo para olhar para Jane. Ele parecia infantil e inseguro, quase suplicante. Ela esfregou a testa cansada.
- Eu não sei. Mas nós estamos tentando Jane. Eu prometo.
- Eu sei.
- Então, qual o seu plano? – Ela perguntou. – Para quando acharmos ele, eu quero dizer.
- Você sabe. – Sua voz era monótona e resignada. – Eu sei das conseqüências Lisbon. E eu estou disposto a viver com elas.
- Todas elas? – Ela perguntou, o olhando seriamente. (Você está disposto a viver me perdendo?)
Algo no rosto dele se contorceu.
- A maioria.
Ela não tinha a mínima idéia do que ele queria dizer com aquilo.
- Eu não posso fazer você desistir disso?
- Provavelmente não. – Ele abaixou o rosto. – Eu sinto muito, Lisbon. Sinto mesmo. Se tivesse outra maneira, eu realmente preferiria...
- Tem outra maneira. – Ela o cortou. – Jane, se você nos deixar fazer isso da nossa maneira, pela lei, você vai ter justiça. Eu prometo.
Ele olhou para a frente, descansando as mãos na mesa dela.
- Eu sei. – Ele disse. – E eu confio em você. Mas não é justiça suficiente. Não para mim. – Seu olhar era intenso (feroz), e ela sabia que ele não iria se render.
- Tudo bem. – Ela disse calmamente.
- Eu sinto muito. – Ele soava triste, abatido. (Eu sei como você se sente...)
- Eu sei que você sente. – Ela disse. E ela realmente sabia. Mas ele não sentia o suficiente. Por que se sentisse, ele não faria isso. Ele deixaria ela fazer isso da maneira dela. Ele só não sentia o suficiente.
- x –
Quando ela finalmente se deu conta, achou que era um sonho. Ela literalmente se beliscou (ai) para ter certeza de que não estava. uma vez mais calma, começou a repassar os fatos na sua cabeça, voltando a todas as conclusões e todas as pistas que tiveram nas ultimas duas semanas.
Ela sabia. Ela sabia onde o Red John estava.
Ela se levantou de um pulo, quase derrubando a cadeira, e correu para fora do escritório. Quando ela deu parou a frente da mesa dos outros, seu coração pulou.
- Onde está Jane? – Ela perguntou, só por precaução.
Os agentes a olharam duvidosos.
- Ele saiu daqui como se fosse tirar o pai da forca a uns minutos atrás. – Cho disse. Quando ele olhou o rosto dela, ele se levantou. – Chefe? – Ele perguntou. – Você...?
- Eu sei onde Red John está. – Lisbon murmurou. – E Jane também.
A equipe olhou pra ela por vários segundos antes de entrar em ação. Eles começaram a correr e preparar tudo, e ela gritava ordens como alguém que conduzia escravos. A comoção fez Hightower sair de seu escritório.
- O que está acontecendo? – Ela perguntou.
- Nós sabemos onde Red John está. – Rigsby comunicou. – Jane já foi atrás dele.
- Vocês já pediram uma equipe para reforço? – Hightower quis saber. Cho acenou afirmativamente, terminando a tarefa.
- Estamos prontos pra ir. – Ele disse a chefe deles.
Hightower balançou a cabeça vivaz.
- Bom. Lisbon fica.
Todos congelaram onde estavam.
- O que? – Lisbon perguntou. Ela sabia que ela deveria demonstrar respeito por sua superior, mas que porra é essa?
- Você está muito próxima. – Hightower disse. – A situação já está ruim, e ter você pressionando-o só vai piorar. Van Pelt, você fica também, e cuide para que ela não vá a lugar nenhum.
- Sim senhora. – Grace disse em voz baixa, dando um olhar preocupado para Lisbon, que lhe devolveu um pequeno sorriso para deixar claro a agente mais nova que não era culpa dela.
- Lisbon? – Hightower pressionou.
- Sim senhora. Mas eu quero estar em contato com Rigsby e Cho até eles chegarem a cena. – ela cruzou os braços e olhou para sua chefe. Hightower acenou afirmativamente.
- Aceitável.
- Bom. – Lisbon respira fundo antes de se virar para sua equipe e continuar gritando instruções, até mais que antes. Pouco tempo depois, não há mais nada o que fazer.
Está na hora.
- Vão. – Lisbon disse para Rigsby e Cho. – Boa sorte.
Eles balançaram a cabeça, desculpas escritas em todo seus rostos. Então eles foram embora, deixando o departamento extremamente silencioso. Um momento depois, o telefone de Lisbon tocou. Era Rigsby, ligando do carro. Era um (familiar) alívio ficar dando instruções, e ela se achou falando uma milha por minuto.
Grace simplesmente a observou, preocupada. Lisbon sabia que estava agindo de uma maneira um pouquinho (talvez muito) louca, mas ela não conseguia (nem tentava) parar isso. Ela falava rápido, traduzindo todo o pensamento que passava por sua cabeça em palavras para Rigsby.
Finalmente, acabaram as coisas a dizer.
- Nós estamos quase lá. – Rigsby disse, desculpando-se. – Eu devo desligar agora.
- Eu sei. – Ela queria tanto estar lá. Ela odiava não estar no controle da situação. A deixava louca não poder fazer tudo que pudesse (e tentar fazer até algumas que não pudesse).
- Nós vamos ficar bem chefe. – Rigsby informou, reconfortando-a. – Nós vamos conseguir pegá-lo.
- Eu sei. Boa sorte.
Ela desligou e virou-se para Grace, que estava mais pálida que o normal e tremendo suavemente.
- Eles estão quase lá. – Lisbon contou a ela, com a voz fraca. Ela se sentia (perigosamente) perto de desabar, quebrando em milhões de pedaços.
Grace balançou a cabeça, afirmando.
- Eu sinto muito. – Ela disse baixinho.
Lisbon olhou para ela (fingindo estar) confusa.
- Sobre Jane. – Ela explicou. – Eu não tenho dúvidas de que pegaremos Red John e tudo ficará bem. Mas nós sabemos o que Jane está planejando. Ele pode já ter feito isso. E eu sinto muito.
Lisbon somente acenou com a cabeça, muda. Depois de alguns momentos de um (agonizante) silêncio, ela começou a andar de um lado para o outro. Ela (desesperadamente) precisava acalmar a (constante, sem fim, arrasadora) tensão, e o movimento ajudava. Ela se concentrou em inspirar e expirar, coordenando a respiração e o passo.
(Foco. Foco. Fique calma. Não entre em pânico. Foco.)
Van Pelt a observava, os olhos cheios de preocupação. Depois de certo tempo, os passos de sua chefe começaram a irritá-la e ela segurou o braço de Lisbon.
- Lisbon. – Ela disse baixo. – Isso não está ajudando. Venha sentar. – Gentilmente, ela guiou Lisbon até o sofá de Jane, e elas sentaram lá.
Lisbon teve que forçar-se a ficar parada. Grace procurou por sua mão, e ela deixou a mulher pegá-la. Ela estava desesperada por um abrigo, qualquer coisa que evitasse que ficasse louca.
(Não há nada que eu possa fazer. Simplesmente nada.)
E então ela sentou.
E esperou.
Última edição por P.Schoeller em Seg 12 Jul 2010, 9:16 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Arrumar formatação)
Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
Tenso!!!!

"If you can't be proud of what you do, go and sell shoes. Do something else." Simon Baker
É fã? Então faça parte dos foruns


Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
HEY
3 CAPS PARA O FIM!
Kris, pra ninguém morrer, ta ai o cap 8:
Teresa Lisbon não gosta de esperar. Ela nunca foi do tipo paciente, e essa espera, agonizante, arrasadora espera, estava próxima de desmanchá-la em pedacinhos.
Quando ela tinha 12 anos, os policiais vieram a sua porta. Eles contaram ao pai dela que sua mãe havia se acidentado e que eles deveriam ir ao hospital... naquele momento. Ela lembrava de seu pai carregando ela e seus irmãos para o carro.
Ela lembrava da sala de emergência. Eles ficaram sentados por horas lá... esperando. Ela ouvia o coração de seu pai bater sem ritmo, mais rápido e mais devagar (parecendo um homem completamente diferente do que ela estava acostumada) passando os dedos pelos cabelos com tanta força que ela achava que ele iria arrancá-lo. Ele nem os olhava.
Ela lembrava de estar sentada lá com seus irmãos. O pequeno Jason no seu colo, muito pequeno para realmente entender algo. Tommy com a cabeça nos joelhos dela, o mais próximo dela que podia. E Brian, (sempre o pequeno guerreiro), tentando ser bravo, só apertando a mão dela.
Esperando.
Quando o médico (ele parece um porco!, ela pensou) veio, parecendo triste, ela sabia (sem nenhuma dúvida) o que ele iria dizer.
Ela se foi.
Eles fizeram tudo o que puderam. Os danos eram irreversíveis. Sentiam. Sentiam muito.
E o doutor-porco se foi.
Seu pai estava autorizado a ir ver sua mãe. Teresa não. Muito nova, seu pai disse. Então, ela sentou com seus irmãos e esperou. Todos choravam descontroladamente, abraçados nela. Seus olhos ficaram molhados até seu pai retornar. Então ela começou a soluçar, apertada no abraço dele. Alguns segundos depois, ele puxou todos para o seu abraço, sentimental.
Essa foi a ultima vez que ela lembrava ele sendo um verdadeiro pai.
Depois daquilo, ela estava sempre esperando.
Esperando ele chegar em casa depois de uma noite de bebedeira, pensando em cada tipo de coisas terríveis que poderiam ter acontecido a ele.
Se escondendo no quarto e esperando ele sair para poder fazer o jantar dos meninos.
Esperando o relatório do coronel, do suicídio dele.
Esperando...
E agora ela esperava de novo. Esperava que sua equipe tivesse sobrevivido ao encontro com o brutal serial killer. Esperava para ver se o homem pelo qual ela estava (infelizmente) apaixonada, não havia virado um assassino.
Ela esperava.
- x -
Quando seu telefone tocou, Lisbon deu um pulo, arrancando sua mão das de Grace.
- A-Alô? – Ela gaguejou.
- Chefe? É o Rigsby. – Ele parecia exultante, feliz. Havia quase uma risada na voz dele. – Nós o pegamos!
- Pegaram? – Ela repetiu. – O pegaram agora?
- Nós estamos com Red John! Nós o prendemos!
Todo o ar deixou seus pulmões e ela sentiu náuseas.
- O-o que? – Ela vociferou. – E Jane?
Rigsby riu. Ele soava quase tonto.
- Ele não o matou! – Ele falou, exultante. – Jane está bem aqui conosco. Ele está bem. Ele não fez nada!
Ela estava muito atônita para responder e Rigsby riu, novamente.
Havia uma comoção no fundo e Rigsby fez uma pausa.
- Tudo bem. – Ela o ouviu dizer para alguém. – Lisbon? – Ele falou para ela. – Eu tenho que ir, mas já vamos estar de volta. Eu só pensei que vocês gostariam de saber.
- Aham. – Ela conseguiu dizer. – Obrigado. – Ela desligou, suas mãos tremendo. Atônita (chocada, espantada, sem reação) nem sequer começou a se dar conta de tudo o que sentia.
- Bom? – Van Pelt perguntou, olhos quase arregalados. Respirando fundo, Lisbon relatou a ela o que Rigsby havia dito.
- Eles o pegaram. – Ela disse nem um pouco maravilhada. – Ele pegaram Red John. Jane não atirou nele.
Grace soltou algo entre um grito de alegria e um soluço.
- Meu Deus! – Ela suspirou. – Lisbon... isso significa...
- Acabou. – Lisbon disse, com a voz rouca. Acabou. (Finalmente, finalmente). O fim.
E então elas se abraçaram, apertado. No momento elas não eram agentes, não eram agentes, não eram superior e subordinada. Eram amigas que estavam (totalmente, inteiramente, completamente) aliviadas.
Red John estava preso. Ele não podia machucar mais ninguém. Ele iria passar o resto de sua vida na prisão e provavelmente iria pegar pena de morte. Ele iria morrer.
E Jane não o matou. Por alguma (inexplicável para ela) razão, Jane não matou Red John.
- Ele fez isso por você. – Grace disse, lendo os pensamentos dela. – Ele não o matou por você.
- O que?
- É a única explicação. – A mais nova agente disse com um sorriso discreto. – Você era a única coisa que poderia tê-lo feito parar.
A única coisa que Lisbon conseguiu fazer foi abraçá-la novamente.
- x –
Quando Cho, Rigsby, Jane e a equipe de reforço chegaram ao departamento, uma multidão se formou. Todo mundo, instantaneamente começou a aplaudir. Eles batiam palmas e emergiam para o grupo que havia pego Red John, o brutal e notório serial killer que havia aterrorizado-os por anos.
Rigsby, Chho e os membros da equipe de reforço pareciam meio envergonhados. Mas Lisbon mal conseguia olhar para eles.
Ela estava completamente focada em Jane.
Ele estava parado do lado oposto do grupo, olhando para ela. Ele não parecia terrivelmente chateado ou traumatizado. Mas ele certamente parecia... alguma coisa. Havia algo diferente nele, algo que ela não conseguia descobrir.
Ele estava calmo. Seu olhar parecia pacifico.
Ele estava livre.
Um (muito, muito reprimido) clamor deixou sua garganta e ela correu na direção dele. Ela não ligava quem estava assistindo, quem estava vendo. Só havia ele. Por que ela esta (completamente, totalmente, irrevogavelmente) apaixonada por ele. Ela se jogou nos braços dele, passando os seus pelo pescoço dele. Ele a abraçou apertado, o mais próximo que seus corpos permitiam, deixando-a sem fôlego.
- Eu não consegui. – Ele murmurou no ouvido dela. – Eu não sei, só não consegui, Lisbon.
- Eu sei. – Ela sussurrou antes de enterrou seu rosto no ombro dele. Eles ficaram abraçados por mais alguns segundos antes de capturar os lábios dela com os seus.
Alguns assovios e alguns uivos da equipe. Ela ignorou todos eles e se perdeu no beijo.
E maldição, era o beijo. Suas costas se arquearam quando ele a inclinou para trás, segurando suas costas com um braço e a cabeça com outra.
Era melhor do que ela lembrava (e isso queria dizer algo).
Ela não se separou dele até precisar de oxigênio. Suas bochechas ficaram vermelhas quando ela se deu conta que acabara de ser (apaixonadamente) beijada por Patrick Jane na frente de todo o CBI. Felizmente, ele não teve muito tempo para se sentir assim, pois Hightower interviu.
- Jane – ela disse – eu quero dar uma palavrinha com você.
Jane balançou a cabeça concordante, beijou Lisbon (na frente de Hightower!) e seguiu para a sala da mulher.
Seguiram-se alguns segundos de choque e silencio, até que o pessoal a mais começou a sair, congratulando Lisbon e sua equipe ao sair. E finalmente, paz. E privacidade. Lisbon se virou para Cho e Rigsby.
- Vocês conseguiram. – Ela disse calmamente.
- Nós conseguimos. – Rigsby corrigiu. – Todos nós.
Lisbon balançou a cabeça antes de abraçá-lo impulsivamente.
- Sim. Todos nós.
- x –
Quando Jane saiu da sala de Hightower meia hora depois, ele sorria.
- Eu me demiti. – Ele disse alegremente. - Hightower não ficou nem um pouco feliz, mas acho que ela sabe o porquê. – Ele olhou para Lisbon. – Posso falar com você no seu escritório? – Ele perguntou, esticando a mão para ela.
Ela simplesmente o olhou por alguns segundos. Foi preciso uma cutucada de Grace para ela dar sua mão a ele. Ele a puxou para perto e foi com ela em direção ao escritório.
- Você está certo sobre essa demissão? – Ela perguntou logo após a porta ser fechada. Ela queria (tanto) que ele ficasse com ela, mas ela não iria fazê-lo se sacrificar por ela.
- Completamente. – Ele disse. – Assim como estou cderto da minha decisão de não ter matado Red John. – Ele acariciou a bochecha dela com as costas da mão e ela se arrepiou.
- P-porque você não o matou? – Ela murmurou.
Ele olhou para ela com seus (brilhantes, lindos) olhos azuis.
- Por sua causa. – Ele disse com uma honestidade que dava pra sentir. – Eu estava ali com a arma, eu ia atirar e ninguém poderia me impedir. – Ele pausou e pegou as mãos dela nas dele, beijando-as antes de prosseguir. – E então, - ele disse – Rigsby apareceu, e ele disse para eu pensar.
- Eu pensei. – Ele confirmou. – Rigsby disse que você ficaria arrasada se eu o matasse. Se eu matasse Red John. Ele disse que se eu fizesse aquilo, eu te perderia. E eu sabia que ele estava certo. – Ele deu um sorriso largo. Não havia provocação nesse sorriso. Só uma completa sinceridade.
- Jane... – Ela respirou fundo. Ele colocou um dedo na boca dela para calá-la.
- Só tem uma coisa em todo o mundo que é mais importante pra mim do que a minha vingança contra o Red John. E essa é você, Teresa. A coisa mais importante.
Ela estava chorando, sem conseguir parar a cascata de lágrimas que saiam. Ele as secou antes de beijá-la calmamente. Era suave e breve, mas dizia mais do que qualquer beijo apaixonado de cinema. Quando ela abriu seus olhos, viu que ele também chorava.
- Eu te amo. – Ele disse, com sua voz calma, porém intensa. Ela perdeu o fôlego e mal conseguiu falar com o nó em sua garganta.
- Eu também te amo. – Ela finalmente conseguiu dizer. – Eu tentei não amar, mas...
Os lábios dele pressionaram os dela impedindo-a de continuar. E ela o beijou novamente, quase derretendo nos braços dele. Seus joelhos enfraqueceram e não havia mais ninguém, mais nada, além deles.
Patrick Jane. Irritante, egoísta, arrogante (heróico, brilhante, irresistível). Patrick Jane que a amava. A amava.
Patrick Jane a amava.
Então, ela se perdeu nos beijos dele, se rendendo completamente a sua alegria. Por que eles estavam livres.
Ambos.
3 CAPS PARA O FIM!
Kris, pra ninguém morrer, ta ai o cap 8:
CAPÍTULO 8
Chamando Todos os Anjos
I need a sign to let me know you're here
All of these lines are being crossed over the atmosphere
I need to know that things are gonna look up…
Chamando Todos os Anjos
I need a sign to let me know you're here
All of these lines are being crossed over the atmosphere
I need to know that things are gonna look up…
Teresa Lisbon não gosta de esperar. Ela nunca foi do tipo paciente, e essa espera, agonizante, arrasadora espera, estava próxima de desmanchá-la em pedacinhos.
Quando ela tinha 12 anos, os policiais vieram a sua porta. Eles contaram ao pai dela que sua mãe havia se acidentado e que eles deveriam ir ao hospital... naquele momento. Ela lembrava de seu pai carregando ela e seus irmãos para o carro.
Ela lembrava da sala de emergência. Eles ficaram sentados por horas lá... esperando. Ela ouvia o coração de seu pai bater sem ritmo, mais rápido e mais devagar (parecendo um homem completamente diferente do que ela estava acostumada) passando os dedos pelos cabelos com tanta força que ela achava que ele iria arrancá-lo. Ele nem os olhava.
Ela lembrava de estar sentada lá com seus irmãos. O pequeno Jason no seu colo, muito pequeno para realmente entender algo. Tommy com a cabeça nos joelhos dela, o mais próximo dela que podia. E Brian, (sempre o pequeno guerreiro), tentando ser bravo, só apertando a mão dela.
Esperando.
Quando o médico (ele parece um porco!, ela pensou) veio, parecendo triste, ela sabia (sem nenhuma dúvida) o que ele iria dizer.
Ela se foi.
Eles fizeram tudo o que puderam. Os danos eram irreversíveis. Sentiam. Sentiam muito.
E o doutor-porco se foi.
Seu pai estava autorizado a ir ver sua mãe. Teresa não. Muito nova, seu pai disse. Então, ela sentou com seus irmãos e esperou. Todos choravam descontroladamente, abraçados nela. Seus olhos ficaram molhados até seu pai retornar. Então ela começou a soluçar, apertada no abraço dele. Alguns segundos depois, ele puxou todos para o seu abraço, sentimental.
Essa foi a ultima vez que ela lembrava ele sendo um verdadeiro pai.
Depois daquilo, ela estava sempre esperando.
Esperando ele chegar em casa depois de uma noite de bebedeira, pensando em cada tipo de coisas terríveis que poderiam ter acontecido a ele.
Se escondendo no quarto e esperando ele sair para poder fazer o jantar dos meninos.
Esperando o relatório do coronel, do suicídio dele.
Esperando...
E agora ela esperava de novo. Esperava que sua equipe tivesse sobrevivido ao encontro com o brutal serial killer. Esperava para ver se o homem pelo qual ela estava (infelizmente) apaixonada, não havia virado um assassino.
Ela esperava.
- x -
Quando seu telefone tocou, Lisbon deu um pulo, arrancando sua mão das de Grace.
- A-Alô? – Ela gaguejou.
- Chefe? É o Rigsby. – Ele parecia exultante, feliz. Havia quase uma risada na voz dele. – Nós o pegamos!
- Pegaram? – Ela repetiu. – O pegaram agora?
- Nós estamos com Red John! Nós o prendemos!
Todo o ar deixou seus pulmões e ela sentiu náuseas.
- O-o que? – Ela vociferou. – E Jane?
Rigsby riu. Ele soava quase tonto.
- Ele não o matou! – Ele falou, exultante. – Jane está bem aqui conosco. Ele está bem. Ele não fez nada!
Ela estava muito atônita para responder e Rigsby riu, novamente.
Havia uma comoção no fundo e Rigsby fez uma pausa.
- Tudo bem. – Ela o ouviu dizer para alguém. – Lisbon? – Ele falou para ela. – Eu tenho que ir, mas já vamos estar de volta. Eu só pensei que vocês gostariam de saber.
- Aham. – Ela conseguiu dizer. – Obrigado. – Ela desligou, suas mãos tremendo. Atônita (chocada, espantada, sem reação) nem sequer começou a se dar conta de tudo o que sentia.
- Bom? – Van Pelt perguntou, olhos quase arregalados. Respirando fundo, Lisbon relatou a ela o que Rigsby havia dito.
- Eles o pegaram. – Ela disse nem um pouco maravilhada. – Ele pegaram Red John. Jane não atirou nele.
Grace soltou algo entre um grito de alegria e um soluço.
- Meu Deus! – Ela suspirou. – Lisbon... isso significa...
- Acabou. – Lisbon disse, com a voz rouca. Acabou. (Finalmente, finalmente). O fim.
E então elas se abraçaram, apertado. No momento elas não eram agentes, não eram agentes, não eram superior e subordinada. Eram amigas que estavam (totalmente, inteiramente, completamente) aliviadas.
Red John estava preso. Ele não podia machucar mais ninguém. Ele iria passar o resto de sua vida na prisão e provavelmente iria pegar pena de morte. Ele iria morrer.
E Jane não o matou. Por alguma (inexplicável para ela) razão, Jane não matou Red John.
- Ele fez isso por você. – Grace disse, lendo os pensamentos dela. – Ele não o matou por você.
- O que?
- É a única explicação. – A mais nova agente disse com um sorriso discreto. – Você era a única coisa que poderia tê-lo feito parar.
A única coisa que Lisbon conseguiu fazer foi abraçá-la novamente.
- x –
Quando Cho, Rigsby, Jane e a equipe de reforço chegaram ao departamento, uma multidão se formou. Todo mundo, instantaneamente começou a aplaudir. Eles batiam palmas e emergiam para o grupo que havia pego Red John, o brutal e notório serial killer que havia aterrorizado-os por anos.
Rigsby, Chho e os membros da equipe de reforço pareciam meio envergonhados. Mas Lisbon mal conseguia olhar para eles.
Ela estava completamente focada em Jane.
Ele estava parado do lado oposto do grupo, olhando para ela. Ele não parecia terrivelmente chateado ou traumatizado. Mas ele certamente parecia... alguma coisa. Havia algo diferente nele, algo que ela não conseguia descobrir.
Ele estava calmo. Seu olhar parecia pacifico.
Ele estava livre.
Um (muito, muito reprimido) clamor deixou sua garganta e ela correu na direção dele. Ela não ligava quem estava assistindo, quem estava vendo. Só havia ele. Por que ela esta (completamente, totalmente, irrevogavelmente) apaixonada por ele. Ela se jogou nos braços dele, passando os seus pelo pescoço dele. Ele a abraçou apertado, o mais próximo que seus corpos permitiam, deixando-a sem fôlego.
- Eu não consegui. – Ele murmurou no ouvido dela. – Eu não sei, só não consegui, Lisbon.
- Eu sei. – Ela sussurrou antes de enterrou seu rosto no ombro dele. Eles ficaram abraçados por mais alguns segundos antes de capturar os lábios dela com os seus.
Alguns assovios e alguns uivos da equipe. Ela ignorou todos eles e se perdeu no beijo.
E maldição, era o beijo. Suas costas se arquearam quando ele a inclinou para trás, segurando suas costas com um braço e a cabeça com outra.
Era melhor do que ela lembrava (e isso queria dizer algo).
Ela não se separou dele até precisar de oxigênio. Suas bochechas ficaram vermelhas quando ela se deu conta que acabara de ser (apaixonadamente) beijada por Patrick Jane na frente de todo o CBI. Felizmente, ele não teve muito tempo para se sentir assim, pois Hightower interviu.
- Jane – ela disse – eu quero dar uma palavrinha com você.
Jane balançou a cabeça concordante, beijou Lisbon (na frente de Hightower!) e seguiu para a sala da mulher.
Seguiram-se alguns segundos de choque e silencio, até que o pessoal a mais começou a sair, congratulando Lisbon e sua equipe ao sair. E finalmente, paz. E privacidade. Lisbon se virou para Cho e Rigsby.
- Vocês conseguiram. – Ela disse calmamente.
- Nós conseguimos. – Rigsby corrigiu. – Todos nós.
Lisbon balançou a cabeça antes de abraçá-lo impulsivamente.
- Sim. Todos nós.
- x –
Quando Jane saiu da sala de Hightower meia hora depois, ele sorria.
- Eu me demiti. – Ele disse alegremente. - Hightower não ficou nem um pouco feliz, mas acho que ela sabe o porquê. – Ele olhou para Lisbon. – Posso falar com você no seu escritório? – Ele perguntou, esticando a mão para ela.
Ela simplesmente o olhou por alguns segundos. Foi preciso uma cutucada de Grace para ela dar sua mão a ele. Ele a puxou para perto e foi com ela em direção ao escritório.
- Você está certo sobre essa demissão? – Ela perguntou logo após a porta ser fechada. Ela queria (tanto) que ele ficasse com ela, mas ela não iria fazê-lo se sacrificar por ela.
- Completamente. – Ele disse. – Assim como estou cderto da minha decisão de não ter matado Red John. – Ele acariciou a bochecha dela com as costas da mão e ela se arrepiou.
- P-porque você não o matou? – Ela murmurou.
Ele olhou para ela com seus (brilhantes, lindos) olhos azuis.
- Por sua causa. – Ele disse com uma honestidade que dava pra sentir. – Eu estava ali com a arma, eu ia atirar e ninguém poderia me impedir. – Ele pausou e pegou as mãos dela nas dele, beijando-as antes de prosseguir. – E então, - ele disse – Rigsby apareceu, e ele disse para eu pensar.
- Eu pensei. – Ele confirmou. – Rigsby disse que você ficaria arrasada se eu o matasse. Se eu matasse Red John. Ele disse que se eu fizesse aquilo, eu te perderia. E eu sabia que ele estava certo. – Ele deu um sorriso largo. Não havia provocação nesse sorriso. Só uma completa sinceridade.
- Jane... – Ela respirou fundo. Ele colocou um dedo na boca dela para calá-la.
- Só tem uma coisa em todo o mundo que é mais importante pra mim do que a minha vingança contra o Red John. E essa é você, Teresa. A coisa mais importante.
Ela estava chorando, sem conseguir parar a cascata de lágrimas que saiam. Ele as secou antes de beijá-la calmamente. Era suave e breve, mas dizia mais do que qualquer beijo apaixonado de cinema. Quando ela abriu seus olhos, viu que ele também chorava.
- Eu te amo. – Ele disse, com sua voz calma, porém intensa. Ela perdeu o fôlego e mal conseguiu falar com o nó em sua garganta.
- Eu também te amo. – Ela finalmente conseguiu dizer. – Eu tentei não amar, mas...
Os lábios dele pressionaram os dela impedindo-a de continuar. E ela o beijou novamente, quase derretendo nos braços dele. Seus joelhos enfraqueceram e não havia mais ninguém, mais nada, além deles.
Patrick Jane. Irritante, egoísta, arrogante (heróico, brilhante, irresistível). Patrick Jane que a amava. A amava.
Patrick Jane a amava.
Então, ela se perdeu nos beijos dele, se rendendo completamente a sua alegria. Por que eles estavam livres.
Ambos.
Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
- Eu te amo. – Ele disse, com sua voz calma, porém intensa. Ela perdeu o fôlego e mal conseguiu falar com o nó em sua garganta.
- Eu também te amo. – Ela finalmente conseguiu dizer. – Eu tentei não amar, mas...

"If you can't be proud of what you do, go and sell shoes. Do something else." Simon Baker
É fã? Então faça parte dos foruns


Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
Patty minha parceira jisbon \o/\o/
Nossa meu coração tava acelerado lendo essa história e que bom que teve o final que todos os shippers sonham...Amei, profunda e tensa.
Só fico imaginando ter que esperar sei lá...7 ou 10 anos pra ver algo desse tipo acontecer,já que, a grande maioria acredita que se rolar alguma coisa será na última temporada.
E Kris, você é jisbon?!? ou torce por eles mas,não acredita que existe algo a mais
?
Nossa meu coração tava acelerado lendo essa história e que bom que teve o final que todos os shippers sonham...Amei, profunda e tensa.
Só fico imaginando ter que esperar sei lá...7 ou 10 anos pra ver algo desse tipo acontecer,já que, a grande maioria acredita que se rolar alguma coisa será na última temporada.
E Kris, você é jisbon?!? ou torce por eles mas,não acredita que existe algo a mais
Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
Eli,
vou ser sincera, mesmo pq vc verá posts meus pelo forum sobre isso.
Não sou Jisbon. Na verdade, eu acredito que a amizade deles é algo único, é o que os une, que os mantém sãos, é a base que os fazem seguir em frente, mesmo diante de grandes dificuldades. Acho, é minha opinião, que se eles tiverem um relacionamento romântico e íntimo, isso irá acabar.
Mas... como as fics de Jisbon são muito bem escritas (vide esta da Patty), não tem como não torcer para que eles fiquem juntos nas histórias. De qualquer forma, se for para ser eles terminarem juntos na série, ficarei feliz do mesmo jeito.
Então... não torço contra, de forma alguma, só acredito que a amizade deles vai além... será que me entendeu?
vou ser sincera, mesmo pq vc verá posts meus pelo forum sobre isso.
Não sou Jisbon. Na verdade, eu acredito que a amizade deles é algo único, é o que os une, que os mantém sãos, é a base que os fazem seguir em frente, mesmo diante de grandes dificuldades. Acho, é minha opinião, que se eles tiverem um relacionamento romântico e íntimo, isso irá acabar.
Mas... como as fics de Jisbon são muito bem escritas (vide esta da Patty), não tem como não torcer para que eles fiquem juntos nas histórias. De qualquer forma, se for para ser eles terminarem juntos na série, ficarei feliz do mesmo jeito.
Então... não torço contra, de forma alguma, só acredito que a amizade deles vai além... será que me entendeu?

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Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
Oxi Kris entendi sim...Mas pelos mesmos motivos gostaria que eles ficassem juntos.
Entendo qndo algumas pessoas falam que temem pela mudança na amizade,na relação... Acredito que se for forte o suficiente só tende a crescer mais,bom é que eu acho, claro tem todos os riscos,tem RJ e toda a racionalidade da Lisbon mas,acho que os dois merecem isso,pelo passado dos dois.
Jane merece o equilibrio e atenção de Lisbon até para mantê-lo são e em quem mais ele poderia encontrar isso?Quem mais poderia entendê-lo e ama-lo? mesmo com todos os traumas e frustrações de Jane? e quem mais poderia ama-la,com toda verdade e intensidade?
Mas é apenas meu ponto de vista,e não custava nada um pouquinho de romance pra sacudir a série e deixar um gostinho pros fãs mesmo que eles não ficassem juntos,sabe? por todos os problemas em questão.Porém e apesar de toda torcida não acho que vai acontecer...
Vai ser aquela "coisa" Arquivo X 8 anos de espera para um beijinho...
Entendo qndo algumas pessoas falam que temem pela mudança na amizade,na relação... Acredito que se for forte o suficiente só tende a crescer mais,bom é que eu acho, claro tem todos os riscos,tem RJ e toda a racionalidade da Lisbon mas,acho que os dois merecem isso,pelo passado dos dois.
Jane merece o equilibrio e atenção de Lisbon até para mantê-lo são e em quem mais ele poderia encontrar isso?Quem mais poderia entendê-lo e ama-lo? mesmo com todos os traumas e frustrações de Jane? e quem mais poderia ama-la,com toda verdade e intensidade?
Mas é apenas meu ponto de vista,e não custava nada um pouquinho de romance pra sacudir a série e deixar um gostinho pros fãs mesmo que eles não ficassem juntos,sabe? por todos os problemas em questão.Porém e apesar de toda torcida não acho que vai acontecer...
Vai ser aquela "coisa" Arquivo X 8 anos de espera para um beijinho...
Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
kkkkk
Eli, ontem revi um vídeo chamado 'Inside The Mentalist'. Foi um especial que o programa 30 minutes passou pouco antes de estreiar a 2ª temp. Em entrevista, o Simon disse que, embora haja muita torcida para que Patrick e Teresa tenham um romance, é exatamente a tensão que existe entre eles que fazem os personagens interessantes, se houvesse algo além, o mistério e o encanto acabaria... acho eu, que Bruninho Heller vai fazer exatamente como vc disse, 8 anos de espera pra um beijinho de nada...
Ainda bem que temos as fanfics!!!
Eli, ontem revi um vídeo chamado 'Inside The Mentalist'. Foi um especial que o programa 30 minutes passou pouco antes de estreiar a 2ª temp. Em entrevista, o Simon disse que, embora haja muita torcida para que Patrick e Teresa tenham um romance, é exatamente a tensão que existe entre eles que fazem os personagens interessantes, se houvesse algo além, o mistério e o encanto acabaria... acho eu, que Bruninho Heller vai fazer exatamente como vc disse, 8 anos de espera pra um beijinho de nada...
Ainda bem que temos as fanfics!!!

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Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
Rsrsrsrs
Com certeza Kris,e o pior é que eu já tenho a experiência com Arquivo X,e fico triste em pensar que será a mesma coisa com TM.
Oq o Simon falou faz sentido a tensão deixa os fão malucos...mas às vezes acho que esse trunfo tá ficando um pouco batido...sempre a mesma coisa...
Tenho uma amiga que mora em Chicago e ela me disse que os fãs estão impacientes com essa possível situação,não reagiram bem a entrada daquela vidente que fiz questão de esquecer o nome,e ao contrário do que os produtores falam, todos acham que existe sim muita quimica entre eles...e com eu disse não precisa ser um grande romance até o final da série, basta um pouco só pra dá um gostinho e até aumentar a tensão..já pensou;tipo trabalhar juntos,sabendo oq o outro sente mas sem rolar nada...nossa !!!
bjinho
vamos ver se os produtores vão resistir aos apelos dos fãs.
Com certeza Kris,e o pior é que eu já tenho a experiência com Arquivo X,e fico triste em pensar que será a mesma coisa com TM.
Oq o Simon falou faz sentido a tensão deixa os fão malucos...mas às vezes acho que esse trunfo tá ficando um pouco batido...sempre a mesma coisa...
Tenho uma amiga que mora em Chicago e ela me disse que os fãs estão impacientes com essa possível situação,não reagiram bem a entrada daquela vidente que fiz questão de esquecer o nome,e ao contrário do que os produtores falam, todos acham que existe sim muita quimica entre eles...e com eu disse não precisa ser um grande romance até o final da série, basta um pouco só pra dá um gostinho e até aumentar a tensão..já pensou;tipo trabalhar juntos,sabendo oq o outro sente mas sem rolar nada...nossa !!!
bjinho
vamos ver se os produtores vão resistir aos apelos dos fãs.
Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
Patty tá nos matando de ansiedade!!! kkkkk
Eli, a Robin, na mesma entrevista, disse que ela e o Simon estão tão em sintonia na amizade dos personagens que seria muito estranho fazer uma cena de beijo com ele... será?!
Eli, a Robin, na mesma entrevista, disse que ela e o Simon estão tão em sintonia na amizade dos personagens que seria muito estranho fazer uma cena de beijo com ele... será?!

"If you can't be proud of what you do, go and sell shoes. Do something else." Simon Baker
É fã? Então faça parte dos foruns


Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
Bom, vou comentar o que eu acho, dessa história toda:
Pra mim eles só vão ficar juntos, juntos mesmo depois de q a história com o RJ acabar.
Maaas, o aumento dessa tensão, como Eli falou, não ia piorar nem mudar o rumo da série.
Ia esquentar a relação deles, deixar os fãs loucos, e a série subiria de nível. (na minha opinião pelo menos, sim. )
Desculpa a demora! MAs é que eu fiquei meio doente, e eu n to de férias das aulas ainda, e na ultima semana antes das férias tem gincana. E como eu sou a líder da turma, eu tenho q fzer td :~ Ou seja, to cheia de deveres...
No próximo post, a primeira parte do cap!
Pra mim eles só vão ficar juntos, juntos mesmo depois de q a história com o RJ acabar.
Maaas, o aumento dessa tensão, como Eli falou, não ia piorar nem mudar o rumo da série.
Ia esquentar a relação deles, deixar os fãs loucos, e a série subiria de nível. (na minha opinião pelo menos, sim. )
Desculpa a demora! MAs é que eu fiquei meio doente, e eu n to de férias das aulas ainda, e na ultima semana antes das férias tem gincana. E como eu sou a líder da turma, eu tenho q fzer td :~ Ou seja, to cheia de deveres...
No próximo post, a primeira parte do cap!
Re: I Me You I'm Your [COMPLETA]
2 epis pro fim!
CAPÍTULO 9
Para Todo, Todo Sempre
Your heart feels it's flying
Your head feels it's spinning
Each happy ending's a brand new beginning…
- Para a prisão de Red John! – Rigsby declarou, erguendo seu copo.
- Eu até bebo por isso! – Jane disse, e eles brindaram.
- Você não se importa dele não estar morto? – Grace perguntou, com a boca cheia de pizza. Eles estavam todos sentados em uma mesa numa pizzaria perto do prédio da CBI para a costumeira “pizza da celebração”.
Jane chacoalhou a cabeça.
- Na verdade não. - Ele disse. – Agora vamos trucidar aquele desgraçado no tribunal!
Todo mundo riu. Eles estavam todos muito felizes, devido ao sucesso e ao álcool.
- Você ficou chateada por não estar lá no grand finale? – Essa foi feita por Rigsby, direcionada a Lisbon. Ela riu suavemente.
- Não mesmo. Eu sei por que Hightower me afastou. – Ela olhou para Jane. – Era uma situação explosiva, e podia piorar rápido. Eu enfrentar Red John não era uma boa idéia, provavelmente. Eu era muito próxima.
- Obviamente. – Grace disse alegremente, olhando para as mãos dadas de Jane e Lisbon.
- É. – rigsby adicionou. – Quando vocês iam nos contar sobre isso? – Disse apontando pras mãos deles.
- Cara, cuida das suas próprias coisas! – Cho olhou para ele, repreendendo-o.
Jane balançou a cabeça, não se importando.
- Sem problemas. E respondendo a sua pergunta, não há nada realmente para contar.
- Até agora. – Lisbon adicionou. (Finalmente, eles haviam chegado ao algum dia.)
- Certo. – Jane concordou, tirando sua mão da dela para poder se levantar. – Eu vou ao banheiro. – Ele disse. – Já volto. – Lisbon assistiu ele sair antes de se virar para sua equipe. Eles estavam sorrindo para ela.
- O que? – Ela perguntou. (Mesmo tendo certeza absoluta sobre o que era.)
- Você parece feliz chefe. – Rigsby disse. – Bem feliz.
- Eu estou. – Ela disse, honestamente.
- Ótimo. – Cho declarou, quase sentimental. – Vocês merecem.
- Vocês dois parecem felizes. – Grace disse suavemente, apertando o braço de Lisbon. – Vocês esperaram por muito tempo.
- Espera! – Rigsby clamou. – Você sabia que eles... Que esses dois...?
Cho revirou os olhos.
- Cara, - ele disse com um tom sofrido, - se você não percebeu é por que você realmente não presta atenção.
Rigsby franziu as sobrancelhas.
- Eu suspeitava. – Ele se defendeu. – Quer dizer, eu tinha certeza absoluta. Sobre Jane, pelo menos. Quer dizer, você é difícil de ler, chefe...
Lisbon riu.
- Tudo bem Rigsby. – Ela disse, o tirando da própria bolha de miséria. – Nós nem nos falamos sobre isso, na verdade.
- Até um homem cego veria isso. – Cho provocou, ganhando um soco no braço de Rigsby.
- Meninos. – Van Pelt disse, severamente. Ela olhou para Lisbon procurando apoio, mas ela simplesmente riu. Ela nunca havia passado um tempo com sua equipe sem o peso de Red John e mais um milhão de coisas nas costas. Isso era novo. Ela gostava disso.
- Obrigado. – Ela soltou, verbalizando o pensamento assim que veio à cabeça.
- Pelo que? – Rigsby quis saber.
Ela sorriu, com as lágrimas em seus olhos.
- Por não desistir, por pegá-lo. – Ela olhou para Rigsby e Cho. – Por convencer Jane a não matá-lo... Obrigado.
- Nós somos a sua equipe. – Cho disse simplesmente. – É isso que fazemos.
- Bem, então, - Lisbon disse, levantando o copo – à minha equipe. Por fazerem o que fazem.
- x -
CAPÍTULO 9
Para Todo, Todo Sempre
Your heart feels it's flying
Your head feels it's spinning
Each happy ending's a brand new beginning…
- Para a prisão de Red John! – Rigsby declarou, erguendo seu copo.
- Eu até bebo por isso! – Jane disse, e eles brindaram.
- Você não se importa dele não estar morto? – Grace perguntou, com a boca cheia de pizza. Eles estavam todos sentados em uma mesa numa pizzaria perto do prédio da CBI para a costumeira “pizza da celebração”.
Jane chacoalhou a cabeça.
- Na verdade não. - Ele disse. – Agora vamos trucidar aquele desgraçado no tribunal!
Todo mundo riu. Eles estavam todos muito felizes, devido ao sucesso e ao álcool.
- Você ficou chateada por não estar lá no grand finale? – Essa foi feita por Rigsby, direcionada a Lisbon. Ela riu suavemente.
- Não mesmo. Eu sei por que Hightower me afastou. – Ela olhou para Jane. – Era uma situação explosiva, e podia piorar rápido. Eu enfrentar Red John não era uma boa idéia, provavelmente. Eu era muito próxima.
- Obviamente. – Grace disse alegremente, olhando para as mãos dadas de Jane e Lisbon.
- É. – rigsby adicionou. – Quando vocês iam nos contar sobre isso? – Disse apontando pras mãos deles.
- Cara, cuida das suas próprias coisas! – Cho olhou para ele, repreendendo-o.
Jane balançou a cabeça, não se importando.
- Sem problemas. E respondendo a sua pergunta, não há nada realmente para contar.
- Até agora. – Lisbon adicionou. (Finalmente, eles haviam chegado ao algum dia.)
- Certo. – Jane concordou, tirando sua mão da dela para poder se levantar. – Eu vou ao banheiro. – Ele disse. – Já volto. – Lisbon assistiu ele sair antes de se virar para sua equipe. Eles estavam sorrindo para ela.
- O que? – Ela perguntou. (Mesmo tendo certeza absoluta sobre o que era.)
- Você parece feliz chefe. – Rigsby disse. – Bem feliz.
- Eu estou. – Ela disse, honestamente.
- Ótimo. – Cho declarou, quase sentimental. – Vocês merecem.
- Vocês dois parecem felizes. – Grace disse suavemente, apertando o braço de Lisbon. – Vocês esperaram por muito tempo.
- Espera! – Rigsby clamou. – Você sabia que eles... Que esses dois...?
Cho revirou os olhos.
- Cara, - ele disse com um tom sofrido, - se você não percebeu é por que você realmente não presta atenção.
Rigsby franziu as sobrancelhas.
- Eu suspeitava. – Ele se defendeu. – Quer dizer, eu tinha certeza absoluta. Sobre Jane, pelo menos. Quer dizer, você é difícil de ler, chefe...
Lisbon riu.
- Tudo bem Rigsby. – Ela disse, o tirando da própria bolha de miséria. – Nós nem nos falamos sobre isso, na verdade.
- Até um homem cego veria isso. – Cho provocou, ganhando um soco no braço de Rigsby.
- Meninos. – Van Pelt disse, severamente. Ela olhou para Lisbon procurando apoio, mas ela simplesmente riu. Ela nunca havia passado um tempo com sua equipe sem o peso de Red John e mais um milhão de coisas nas costas. Isso era novo. Ela gostava disso.
- Obrigado. – Ela soltou, verbalizando o pensamento assim que veio à cabeça.
- Pelo que? – Rigsby quis saber.
Ela sorriu, com as lágrimas em seus olhos.
- Por não desistir, por pegá-lo. – Ela olhou para Rigsby e Cho. – Por convencer Jane a não matá-lo... Obrigado.
- Nós somos a sua equipe. – Cho disse simplesmente. – É isso que fazemos.
- Bem, então, - Lisbon disse, levantando o copo – à minha equipe. Por fazerem o que fazem.
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Última edição por P.Schoeller em Seg 26 Jul 2010, 11:11 pm, editado 1 vez(es)
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