The Fire Breathes - Jello/Jisbon - ATUALIZADA - 07/02 - COMPLETA
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Re: The Fire Breathes - Jello/Jisbon - ATUALIZADA - 07/02 - COMPLETA
Hahahahahha
Não creio que peguei um cap quentinho, hahahah.
Juro, ri muito ao imaginar o apavoro da Lisbon ao acordar e ver Patrick ao lado dela na cama todo cheio de charme, hehehhe.
Muito bom.
Esperando anciosa pela continuação.
Beijinhos
gi
Não creio que peguei um cap quentinho, hahahah.
Juro, ri muito ao imaginar o apavoro da Lisbon ao acordar e ver Patrick ao lado dela na cama todo cheio de charme, hehehhe.
Muito bom.
Esperando anciosa pela continuação.
Beijinhos
gi
ladymarion- Mentalista Treinee

- Data de inscrição: 05/05/2009
Mensagens: 426

Re: The Fire Breathes - Jello/Jisbon - ATUALIZADA - 07/02 - COMPLETA
Muito Bom, este capitulo ^^ Continue logo

Serena- Curioso

- Data de inscrição: 07/06/2010
Mensagens: 28

Re: The Fire Breathes - Jello/Jisbon - ATUALIZADA - 07/02 - COMPLETA
Caracccccaaaaa Adorei esse cap.
Conta mais,
Conta mais
Conta mais,
Conta mais
Re: The Fire Breathes - Jello/Jisbon - ATUALIZADA - 07/02 - COMPLETA
Gente, desculpa a demora! Mas ai está a outra metade do cap 3:
- x –
Esconde-esconde.*
A mensagem na parede os encarava, do lado do rosto de Red John. A mensagem só fazia parecer tudo mais macabro. Lisbon se virou para Jane.
- Alguma idéia do que isso significa? – Perguntou.
- Esconde-esconde. – Ele disse. – É um jogo infantil.
- Até ai eu sei. – Ela disse a ele.
- Significa que ele está nos procurando e nos vendo. – Jane revelou. – Esconde-esconde, eu estou te vendo!
- Ele nunca nos deixou uma mensagem assim antes. – Cho apontou.
- Faz sentido. – Jane disse, dando de ombros. – Desaparecer da nossa vista e depois se mostrar novamente. O jogo encaixa no comportamento dele. Encaixa na sua superioridade, ele se vê como um líder do jogo, um adulto, e nós como os peões, as crianças.
Mas a maneira como Jane olhava para a palavra na parede, fez Lisbon se arrepiar.
- Isso significa algo para você? – Ela perguntou a ele.
Ele assentiu.
- Significa que ele está me observando, me vendo. E que ele viu algo que o interessou.
E a maneira como Jane olhou para Lisbon no momento seguinte a fez entender que ele estava falando da noite passada deles. A simples idéia de Red John assistindo eles dormindo juntos a deu vontade de vomitar.
- Ele não pode... – Ela murmurou para Jane, ignorando o olhar curioso de Cho.
Jane levantou a sobrancelha.
- Isso iria te surpreender tanto assim? – Perguntou.
Ela ignorou o pensamento, afastou o sentimento desconfortável e andou em direção a parede que estava escrita a mensagem, comparando-a com a face sorridente que já estava ali.
- É tinta. – Cho disse.
- Isso é bom. – Lisbon se deu conta. – Significa que ele não matou de novo.
- Ainda. – Jane respondeu, rapidamente. – Ele está planejando matar novamente. Ele já escolheu seu alvo.
*O jogo, em inglês se chama Peek-a-boo, e tem mais sentido do que em português. É um jogo feito com as crianças pequenininhas que o mais velho fala: Peek-a-boo, I see you! E dia tira as mãos do rosto. A tradução mais plausível que achei seria esconde-esconde.
Para começar, o caminho até a casa dos Joliss foi silencioso. Jane escorregou para o banco do passageiro sem muito mais que uma conversa casual. Os casos Red John raramente traziam algo de casual no ar, não importasse a hora do dia, mesmo que eles estivessem tomando um café. Ele era uma sombra constante em cada segundo do caso. Ainda, mesmo que Jane estivesse em silêncio, Lisbon podia sentir os olhos dele nela. Ela não precisava olhar para ele para saber que ele estava passando os olhos por todo o corpo dela, provavelmente lembrando a noite passada de uma maneira que ela também gostaria de parar de pensar. Ela precisava se focar, e Jane a estava despindo com os olhos.
- Ele deixou uma mensagem. – Ela o lembrou, e repetiu, para tentar fazê-lo parar de olhá-la tão intensamente.
- Red John, sim. – Ele disse, com os olhos fixos em sua clavícula.
- O que você acha que diz? – Perguntou.
Ele deu de ombros.
- O de sempre. Algo para lembrar-nos que sabe que estamos investigando ele e que é superior a nós em todas as maneiras.
Lisbon balançou a cabeça.
- Ele não é.
- Talvez ele seja. – Ele sugeriu.
Ela virou sua cabeça devagar.
- Jane...
- Se ele não fosse, nós já teríamos pegado ele. – Jane apontou. No silêncio que se seguiu, ele roçou a ponta de seus dedos na coxa dela. Ela não sabia o que ele queria, mas ele não iria conseguir no meio de um caso no banco da frente do carro dela.
- Jane, nós não podemos nos dar ao luxo de pensar sobre o que aconteceu noite passada. – Ela disse a ele. – Não agora. Nós precisamos ficar com nossa cabeça no trabalho. Não podemos nos permitir nenhuma distração.
- Nós dormimos juntos. – Ele disse, exatamente como ela havia feito antes.
- Sim, nós dormimos. – Ela repetiu.
- Nós queríamos conforto e fizemos...
Ah, ela sabia como essa frase iria terminar.
- Algo errado, certo? – Ela presumiu.
Os dedos dele fizeram novamente uma trilha pela coxa dela, e ela lutou contra os arrepios. Ela não ia deixar ele ter esse efeito sobre ela se ele iria chamar o que tiveram de erro. Porém, ela não estava certa sobre o que ela mesma queria chamar aquilo.
- Se for pelas razões que você está pensando, isso realmente foi um erro.
- E quais as razões que eu estou pensando? – Ela zombou.
- Você está achando que eu a usei como uma maneira de esquecer, que isso só aconteceu pois estávamos ligados por uma perda semelhante, e que foi ruim ou insatisfatório por mim. – Os olhos dele passearam pelo corpo dela novamente. – Eu te digo, com certeza não foi insatisfatório.
- Pelo amor de Deus. – Ela disse, tirando a mão dele de sua perna.
- Não. – Ele protestou. – Nós precisamos falar disso agora ou nós nunca iremos falar.
- Talvez seja melhor dessa forma. – Ela sugeriu. – Já que isso foi um erro.
- Teresa, espera...
- Esperar por o que? – Ela perguntou a ele, rudemente. – Para você me dizer que isso foi um erro, e que não significou nada para você, e que a gente deveria fingir que isso nunca aconteceu? Me deixa poupar seu trabalho, Jane. Isso não significou nada, e nós deveríamos esquecer isso, como se nunca tivesse acontecido.
- Significou algo para mim. – Ele sussurrou.
- O que? – Ela franziu a testa.
- Eu disse que significou algo para mim. – Ele disse, um pouco mais alto. – Significou... Significou muito, e eu não quero esquecer o que aconteceu. Eu não acho que eu conseguiria. Mas nós temos uma conexão, Teresa, e eu não tenho certeza se é só uma amizade ou algo a mais. Você é mais próxima a mim que qualquer outra pessoa, e eu não quero passar por nada que possa comprometer isso.
- Tipo o que? – Ela perguntou.
- Nós estamos no meio de um caso do Red John. – Ele a lembrou.
Ela balançou a cabeça, olhando com uma nova determinação a estrada a frente dela.
- Legal saber que ele é mais importante que eu. – Ela murmurou para si mesma.
- Teresa... Ele nos vigia durante esses casos. – Ele apontou. - Você sabe disso.
E aquele pensamento a deixava suando frio, toda a vez que passava por sua cabeça. Ela nunca deixaria ninguém da equipe saber daquilo, principalmente Jane.
- Se isso é sobre mim estando em perigo...
- Sim, é sim. – Ele disse simplesmente.
Ela balançou a cabeça e eles chegaram a mansão Joliss, o que deu a ela a perfeita desculpa para não respondê-lo.
- Vamos. Cho está nos esperando, e não me chame de Teresa no trabalho.
- Ele deixou uma mensagem. – Ela o lembrou, e repetiu, para tentar fazê-lo parar de olhá-la tão intensamente.
- Red John, sim. – Ele disse, com os olhos fixos em sua clavícula.
- O que você acha que diz? – Perguntou.
Ele deu de ombros.
- O de sempre. Algo para lembrar-nos que sabe que estamos investigando ele e que é superior a nós em todas as maneiras.
Lisbon balançou a cabeça.
- Ele não é.
- Talvez ele seja. – Ele sugeriu.
Ela virou sua cabeça devagar.
- Jane...
- Se ele não fosse, nós já teríamos pegado ele. – Jane apontou. No silêncio que se seguiu, ele roçou a ponta de seus dedos na coxa dela. Ela não sabia o que ele queria, mas ele não iria conseguir no meio de um caso no banco da frente do carro dela.
- Jane, nós não podemos nos dar ao luxo de pensar sobre o que aconteceu noite passada. – Ela disse a ele. – Não agora. Nós precisamos ficar com nossa cabeça no trabalho. Não podemos nos permitir nenhuma distração.
- Nós dormimos juntos. – Ele disse, exatamente como ela havia feito antes.
- Sim, nós dormimos. – Ela repetiu.
- Nós queríamos conforto e fizemos...
Ah, ela sabia como essa frase iria terminar.
- Algo errado, certo? – Ela presumiu.
Os dedos dele fizeram novamente uma trilha pela coxa dela, e ela lutou contra os arrepios. Ela não ia deixar ele ter esse efeito sobre ela se ele iria chamar o que tiveram de erro. Porém, ela não estava certa sobre o que ela mesma queria chamar aquilo.
- Se for pelas razões que você está pensando, isso realmente foi um erro.
- E quais as razões que eu estou pensando? – Ela zombou.
- Você está achando que eu a usei como uma maneira de esquecer, que isso só aconteceu pois estávamos ligados por uma perda semelhante, e que foi ruim ou insatisfatório por mim. – Os olhos dele passearam pelo corpo dela novamente. – Eu te digo, com certeza não foi insatisfatório.
- Pelo amor de Deus. – Ela disse, tirando a mão dele de sua perna.
- Não. – Ele protestou. – Nós precisamos falar disso agora ou nós nunca iremos falar.
- Talvez seja melhor dessa forma. – Ela sugeriu. – Já que isso foi um erro.
- Teresa, espera...
- Esperar por o que? – Ela perguntou a ele, rudemente. – Para você me dizer que isso foi um erro, e que não significou nada para você, e que a gente deveria fingir que isso nunca aconteceu? Me deixa poupar seu trabalho, Jane. Isso não significou nada, e nós deveríamos esquecer isso, como se nunca tivesse acontecido.
- Significou algo para mim. – Ele sussurrou.
- O que? – Ela franziu a testa.
- Eu disse que significou algo para mim. – Ele disse, um pouco mais alto. – Significou... Significou muito, e eu não quero esquecer o que aconteceu. Eu não acho que eu conseguiria. Mas nós temos uma conexão, Teresa, e eu não tenho certeza se é só uma amizade ou algo a mais. Você é mais próxima a mim que qualquer outra pessoa, e eu não quero passar por nada que possa comprometer isso.
- Tipo o que? – Ela perguntou.
- Nós estamos no meio de um caso do Red John. – Ele a lembrou.
Ela balançou a cabeça, olhando com uma nova determinação a estrada a frente dela.
- Legal saber que ele é mais importante que eu. – Ela murmurou para si mesma.
- Teresa... Ele nos vigia durante esses casos. – Ele apontou. - Você sabe disso.
E aquele pensamento a deixava suando frio, toda a vez que passava por sua cabeça. Ela nunca deixaria ninguém da equipe saber daquilo, principalmente Jane.
- Se isso é sobre mim estando em perigo...
- Sim, é sim. – Ele disse simplesmente.
Ela balançou a cabeça e eles chegaram a mansão Joliss, o que deu a ela a perfeita desculpa para não respondê-lo.
- Vamos. Cho está nos esperando, e não me chame de Teresa no trabalho.
- x –
Esconde-esconde.*
A mensagem na parede os encarava, do lado do rosto de Red John. A mensagem só fazia parecer tudo mais macabro. Lisbon se virou para Jane.
- Alguma idéia do que isso significa? – Perguntou.
- Esconde-esconde. – Ele disse. – É um jogo infantil.
- Até ai eu sei. – Ela disse a ele.
- Significa que ele está nos procurando e nos vendo. – Jane revelou. – Esconde-esconde, eu estou te vendo!
- Ele nunca nos deixou uma mensagem assim antes. – Cho apontou.
- Faz sentido. – Jane disse, dando de ombros. – Desaparecer da nossa vista e depois se mostrar novamente. O jogo encaixa no comportamento dele. Encaixa na sua superioridade, ele se vê como um líder do jogo, um adulto, e nós como os peões, as crianças.
Mas a maneira como Jane olhava para a palavra na parede, fez Lisbon se arrepiar.
- Isso significa algo para você? – Ela perguntou a ele.
Ele assentiu.
- Significa que ele está me observando, me vendo. E que ele viu algo que o interessou.
E a maneira como Jane olhou para Lisbon no momento seguinte a fez entender que ele estava falando da noite passada deles. A simples idéia de Red John assistindo eles dormindo juntos a deu vontade de vomitar.
- Ele não pode... – Ela murmurou para Jane, ignorando o olhar curioso de Cho.
Jane levantou a sobrancelha.
- Isso iria te surpreender tanto assim? – Perguntou.
Ela ignorou o pensamento, afastou o sentimento desconfortável e andou em direção a parede que estava escrita a mensagem, comparando-a com a face sorridente que já estava ali.
- É tinta. – Cho disse.
- Isso é bom. – Lisbon se deu conta. – Significa que ele não matou de novo.
- Ainda. – Jane respondeu, rapidamente. – Ele está planejando matar novamente. Ele já escolheu seu alvo.
*O jogo, em inglês se chama Peek-a-boo, e tem mais sentido do que em português. É um jogo feito com as crianças pequenininhas que o mais velho fala: Peek-a-boo, I see you! E dia tira as mãos do rosto. A tradução mais plausível que achei seria esconde-esconde.
Re: The Fire Breathes - Jello/Jisbon - ATUALIZADA - 07/02 - COMPLETA
Tenso
Mas muito lindo,esperando ansiosa pelo resto que espero q seja breve
Mas muito lindo,esperando ansiosa pelo resto que espero q seja breve
Re: The Fire Breathes - Jello/Jisbon - ATUALIZADA - 07/02 - COMPLETA
Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Credo, acabei roendo o pouco que ainda tinha de unhas, hahahaha.
Que nervoso. Red John de olho neles é de dar muito medooooooo
É bom eles ficarem antentos.
Ri muito da conversa de Patrick e Teresa no carro, hahahaha.
Jane queria conversar e Teresa fugir, depois ela se interessou tanto que foi a vez do Jane recuar, hahaha.
Esses dois acabam com meu coração......
Aguardando o próximo
Beijinhos
gi
Credo, acabei roendo o pouco que ainda tinha de unhas, hahahaha.
Que nervoso. Red John de olho neles é de dar muito medooooooo
É bom eles ficarem antentos.
Ri muito da conversa de Patrick e Teresa no carro, hahahaha.
Jane queria conversar e Teresa fugir, depois ela se interessou tanto que foi a vez do Jane recuar, hahaha.
Esses dois acabam com meu coração......
Aguardando o próximo
Beijinhos
gi
ladymarion- Mentalista Treinee

- Data de inscrição: 05/05/2009
Mensagens: 426

Re: The Fire Breathes - Jello/Jisbon - ATUALIZADA - 07/02 - COMPLETA
Hey povo
Obrigado pelos coments!
Ai vai a 1ª parte do cap 4!
Ai vai a 1ª parte do cap 4!
CAPÍTULO 4
Jane ficou diferente depois que eles descobriram a mensagem. Ele havia voltado a ser como ele geralmente era num caso do Red John, nada parecido com o que ele havia sido no inicio do caso – especialmente, nada parecido com o que havia sido nas últimas horas. Sua determinação e frieza, embora seu motivo fosse diferente, Lisbon sabia. Foi a mensagem que o deixou assim, ou melhor, a interpretação de Jane da mensagem. Ainda que, Jane raramente errava quando se tratava de Red John, a maneira como os dois se conheceram e o caminho que os ligava era incrivelmente assustador, mas realmente esperava que a noite que tiveram juntos simplesmente coincidisse com a mensagem. Ela esperava que Red John simplesmente quisesse dizer que estava observando o caso, que ele sabia que sua equipe havia sido designada para o caso, como sempre, ou que, por alguma razão, ele ainda estava cuidando a casa (devia conseguir agentes para proteger a casa, anotou mentalmente). Ela realmente não conseguia demonstrar quão incomoda ela se sentiu ao saber que Red John poderia ter visto ela e Jane juntos.
Mark e Amanda, os pais de Melissa, ficaram horrorizados pela ideia de Red John voltando a casa deles. Nesse ponto, já não havia mais duvidas que esse era um caso Red John, e isso estava sendo tratado como um. Mais agente estavam na casa, uma unidade de forenses adicional, no caso de ele ter deixado algum rastro, mas nenhuma das equipes estava esperançosa. Rigsby e Van Pelt estavam prontos para encontrá-los no escritório, tentando conectar a nova mensagem de Red John a família, Cho estava no andar superior, supervisionando os forenses e dando instruções aos agentes designados para proteger a família, caso Red John retornasse. Jane falou que ele não voltaria, mas Lisbon, mesmo assim, insistiu nisso.
- Quando vocês descobriram a mensagem? – Lisbon perguntou, sentada na sala com os pais exatamente da mesma maneira que havia feito no dia anterior. Jane andava em volta do lugar, uma xícara de chá que Amanda Joliss havia feito para ele nas mãos.
Foi Amanda quem respondeu.
- Quatro horas. – Ela disse. – Eu não conseguia dormir. Eu tenho ficado algum tempo dentro do quarto de Melissa. Me faz sentir próxima a ela.
Lisbon franziu a testa.
- Senhora, aquilo ainda é uma cena do crime...
- Eu preciso me sentir próxima a ela. – Amanda insistiu. – Ela é a minha menina, não consegue entender isso?
Lisbon não respondeu aquilo. Ela entendia. Ela havia ficado sentada no quarto de Ben por três dias antes de seu irmão intervir e levá-la para seu próprio quarto.
- Vocês tiveram algum visitante durante a tarde? – Perguntou.
Amanda balançou a cabeça.
- Vieram alguns familiares, mas eu chequei o quarto dela antes de dormir, e a mensagem não estava lá naquela hora. Eu acordei uma hora depois e lá estava ela.
Mark ergueu as sobrancelhas, finalmente tendo algo para falar.
- Essas questões se parecem muito com as que você fez ontem.
- Por que é uma descoberta similar. – Lisbon explicou.
- Como uma mensagem na parede pode ser similar a morte da minha filha? – Mark perguntou.
- Ambos poderiam facilmente ter sido feitos por você. – Jane deu de ombros.
Mark lançou seus olhos na direção de Jane, ficando de pé.
- Como é que é?
Lisbon também se levantou.
- Jane, que droga é essa que você está fazendo? – Ela sibilou.
- Com quem você pensa que você está falando – Mark gritou com ele, ficando perigosamente perto de Jane.
- Bom, obviamente não é sua esposa. Ela esta inconsolável. – Jane apontou, indicando Amanda, sentada no sofá, tão devastada que mal se mexia quando Mark começou a gritar com Jane.
- Nós perdemos nossa filha. – Mark sibilou, cara a cara com Jane.
Lisbon se aproximou, com a finalidade de por uma barreira entre os dois homens.
- Sr. Joliss, eu sinto muito...
- Eu espero que sim! – Ele gritou para ela, antes de se virar para Jane. – Eu esperava mais compreensão da sua parte.
Jane não parecia abalado pela raiva do homem.
- Sr. Joliss, eu posso entender pelo que você está passando, mas eu não entendo por que você está escondendo algo de nós.
Ele enrugou a testa.
- Sr. Jane, eu gostaria que você saísse de minha casa agora.
- Talvez você devesse ter dito que o assassino de sua filha era alguém que conhece e confia. – Jane sugeriu.
As palavras mal saíram de sua boca e o punho de Mark já vinha ao encontro de seu rosto.
Mark e Amanda, os pais de Melissa, ficaram horrorizados pela ideia de Red John voltando a casa deles. Nesse ponto, já não havia mais duvidas que esse era um caso Red John, e isso estava sendo tratado como um. Mais agente estavam na casa, uma unidade de forenses adicional, no caso de ele ter deixado algum rastro, mas nenhuma das equipes estava esperançosa. Rigsby e Van Pelt estavam prontos para encontrá-los no escritório, tentando conectar a nova mensagem de Red John a família, Cho estava no andar superior, supervisionando os forenses e dando instruções aos agentes designados para proteger a família, caso Red John retornasse. Jane falou que ele não voltaria, mas Lisbon, mesmo assim, insistiu nisso.
- Quando vocês descobriram a mensagem? – Lisbon perguntou, sentada na sala com os pais exatamente da mesma maneira que havia feito no dia anterior. Jane andava em volta do lugar, uma xícara de chá que Amanda Joliss havia feito para ele nas mãos.
Foi Amanda quem respondeu.
- Quatro horas. – Ela disse. – Eu não conseguia dormir. Eu tenho ficado algum tempo dentro do quarto de Melissa. Me faz sentir próxima a ela.
Lisbon franziu a testa.
- Senhora, aquilo ainda é uma cena do crime...
- Eu preciso me sentir próxima a ela. – Amanda insistiu. – Ela é a minha menina, não consegue entender isso?
Lisbon não respondeu aquilo. Ela entendia. Ela havia ficado sentada no quarto de Ben por três dias antes de seu irmão intervir e levá-la para seu próprio quarto.
- Vocês tiveram algum visitante durante a tarde? – Perguntou.
Amanda balançou a cabeça.
- Vieram alguns familiares, mas eu chequei o quarto dela antes de dormir, e a mensagem não estava lá naquela hora. Eu acordei uma hora depois e lá estava ela.
Mark ergueu as sobrancelhas, finalmente tendo algo para falar.
- Essas questões se parecem muito com as que você fez ontem.
- Por que é uma descoberta similar. – Lisbon explicou.
- Como uma mensagem na parede pode ser similar a morte da minha filha? – Mark perguntou.
- Ambos poderiam facilmente ter sido feitos por você. – Jane deu de ombros.
Mark lançou seus olhos na direção de Jane, ficando de pé.
- Como é que é?
Lisbon também se levantou.
- Jane, que droga é essa que você está fazendo? – Ela sibilou.
- Com quem você pensa que você está falando – Mark gritou com ele, ficando perigosamente perto de Jane.
- Bom, obviamente não é sua esposa. Ela esta inconsolável. – Jane apontou, indicando Amanda, sentada no sofá, tão devastada que mal se mexia quando Mark começou a gritar com Jane.
- Nós perdemos nossa filha. – Mark sibilou, cara a cara com Jane.
Lisbon se aproximou, com a finalidade de por uma barreira entre os dois homens.
- Sr. Joliss, eu sinto muito...
- Eu espero que sim! – Ele gritou para ela, antes de se virar para Jane. – Eu esperava mais compreensão da sua parte.
Jane não parecia abalado pela raiva do homem.
- Sr. Joliss, eu posso entender pelo que você está passando, mas eu não entendo por que você está escondendo algo de nós.
Ele enrugou a testa.
- Sr. Jane, eu gostaria que você saísse de minha casa agora.
- Talvez você devesse ter dito que o assassino de sua filha era alguém que conhece e confia. – Jane sugeriu.
As palavras mal saíram de sua boca e o punho de Mark já vinha ao encontro de seu rosto.
- x -
Eu sei que é pequeno e curtinho, mas é só pra não deixar vcs mt tempo sem atualização xD
E, quanto mais comentários, mais rápido eu atualizo
KOPSAKOPSAPKOSAPKAS (começar a dar uma de reviewaholic - existe isso? hm*) KPSAPKOSAPOK
Eu sei que é pequeno e curtinho, mas é só pra não deixar vcs mt tempo sem atualização xD
E, quanto mais comentários, mais rápido eu atualizo
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Re: The Fire Breathes - Jello/Jisbon - ATUALIZADA - 07/02 - COMPLETA
Que tortura dona Patricia,eu aqui esperando ansiosa e a senhora me vem com um capitulo curtinho...
Brincadeira Patty, sei q esta ocupada com outras coisas...mas qndo puder posta mais tá ?
bjim
Brincadeira Patty, sei q esta ocupada com outras coisas...mas qndo puder posta mais tá ?
bjim
Re: The Fire Breathes - Jello/Jisbon - ATUALIZADA - 07/02 - COMPLETA
Ah, esse Patrick......
Ele não coloca um freio nessa língua, hahahaha,
Coitada da Lisbon, passa por cada situação.....
Anciosa esperando mais, mais.............
Heheheheh
Beijinhos
gi
Ele não coloca um freio nessa língua, hahahaha,
Coitada da Lisbon, passa por cada situação.....
Anciosa esperando mais, mais.............
Heheheheh
Beijinhos
gi
ladymarion- Mentalista Treinee

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Re: The Fire Breathes - Jello/Jisbon - ATUALIZADA - 07/02 - COMPLETA
Meninas, milhões e milhões de perdões pela demora. Eu fiquei 10 dias sem internet, e depois demorei mais um tempão pra escrevr, pq agr falta um mês para a minha peça de teatro, e eu tenho ensaiado direto, então não tenho tido tempo pra nada. Então, até outubro eu vou demorar um pouco mais a postar, tanto essa fic quanto a Mr. Diary, mas eu não vou deixar de att. elas. Espero que não estejam mt mt mt bravas comigo. Ai vai o resto do cap 4, Enjoy!
- x -
Outro nariz quebrado para adicionar a lista. Lisbon já havia perdido a conta do monte de vezes que ele havia quebrado-o. Pelo tanto de sangue que escorria desta vez, ela o levou para o hospital no caminho para a CBI. Eles precisavam falar com todos os amigos de Melissa, mas esses encontros seriam adiados por, pelo menos, a próxima hora. Esse foi o tempo suficiente para cair fora do hospital com Jane, resistir à tentação de amarrá-lo para mantê-lo fora dos problemas e voltar a tempo de questionar todos. Só houve um problema no hospital...
Deram analgésicos a Jane.
- Venha Jane, nós já chegamos. – Ela disse a ele.
- Nós estamos em casa? – Ele perguntou, agradavelmente surpreso com aquilo.
- Não, nós estamos na CBI. – Ela o corrigiu, tirando o cinto e saindo do carro. Quando ele não a imitou, ela foi até o lado do passageiro e abriu a porta. – Vem... – Ela pediu mais uma vez, sua voz forte.
Jane olhou em volta e vagarosamente franziu as sobrancelhas.
- Esta não é a nossa casa. – Ele reclamou. – Esse é seu carro. Eu dirigi até aqui?
Ela revirou os olhos.
- Nós não temos uma casa. Eu tenho uma casa, e você tem uma casa, e nós, definitivamente, não dividimos uma. E não, você com certeza não dirigiu até aqui, você está entupido de analgésicos.
Ela apertou o botão do cinto de segurança e o soltou do carro. Ele parecia estar tendo problemas com aquela parte. Ele saiu do carro, olhou para o prédio e se aborreceu.
- Esse é a CBI.
- Bem, você sabe onde estamos, seus poderes de observação estão intactos. – Ela disse sossegada. – Isso significa que você é perfeitamente capaz de andar sozinho. Venha, eu tenho trabalho a fazer.
Quando saíram do elevador, ela o conduziu imediatamente até o sofá. Como sempre, o sofá estaria vazio a não ser por Jane – que ficaria ali enquanto Lisbon o mantivesse ali. Ela já tinha arranjado um método para conseguir essa façanha. Ela só desejava que Hightower não estivesse ouvindo quando eles passaram pelo escritório. Jane em momento algum poderia deixar sair ou falar sobre o que aconteceu na noite anterior, principalmente depois de admitir que aquilo havia sim significado algo para ele. Mas Jane drogado? Ela não queria nem pensar nisso.
- Agora, Grace vai ficar por aqui e vai ficar cuidando você. – Disse Lisbon , assim que as portas do elevador fecharam-se atrás deles, segurando o braço dele para impedi-lo de entrar diretamente no escritório de Hightower. – Depois que você estiver deitado, eu, Cho e Rigsby vamos entrevistar uns adolescentes na festa em que eles estão.
O rosto de Jane se iluminou, exatamente como uma criança.
- Uma festa! Posso ir?
- Não. – Ela disse. – Eu preciso que você se deite...
Dessa vez, seu sorriso era diferente.
- Verdade? – Ele perguntou, um tom sedutor em sua voz.
Ela revirou os olhos.
- Você vai deitar no seu sofá e dormir por causa dos efeitos dos analgésicos, e, na hora que eu voltar você vai estar relativamente... normal.
Ele amuou.
- Como você pode ir para uma festa e eu não? – Perguntou.
- Porque eu vou estar trabalhando, e, se não posso deixar você em segurança com adultos, por favor, deixe os adolescentes sozinhos.
- Você não vai trabalhar. Você está indo para uma festa. – Ele a corrigiu, cambaleando momentaneamente.
- Eu não vou festejar, Jane. – Ela disse, empurrando-o em direção ao sofá. Quando ele não se moveu, ela colocou as mãos nos ombros dele para praticamente forçá-lo a sentar-se. – Eu vou falar com adolescentes, e, se Deus quiser, vou achar algo que vai nos ajudar a fazer os nossos trabalhos.
Jane sentou-se sem muita reclamação, mas infeliz.
- Eu quero ir a festa.
- A festa é para adolescentes. Você não é um adolescente. – Ela disse a ele.
- Não, eu sou um adulto. – Ele disse, começando a sorrir novamente.
- Aparentemente. – Ela concordou cansada, sem querer começar a falar sobre a idade mental dele quando ele estava cheio de analgésicos.
- Eu sou um homem crescido. – O sorriso se alargando.
- De acordo com seus arquivos pessoais. – Ela disse.
Ele a olhou, os dentes arreganhados.
- Eu sou um maravilhoso e sexy pedaço de homem...
- Jane! – Ela exclamou. – Hora de deitar!
Ele deu a ela um olhar esperançoso, batendo no sofá próximo a ele.
- Você vai deitar comigo?
Ela o olhou ameaçadoramente.
- Jane, eu estou te avisando...
De alguma forma, ele ainda estava sorrindo. Como ele conseguia pensar que aquela era uma situação engraçada ela nunca iria descobrir.
- Engraçado, você também estava me avisando esta manhã. – Ele disse, pensativo. – Mas se não me engano, você falava de algo diferente. Na verdade, você falava de algo totalmente diferente...
- Jane! – Ela quase gritou.
Dessa vez, um brilho maldoso foi adicionado ao sorriso.
- Lembra aquela coisa que a gente fez que você realmente gostou?
- Jane! – Dessa vez ela realmente havia gritado, mais raiva em sua voz. Ela se abaixou para ficar na altura dele. – Eu sei que você deve estar no céu agora, mas, por favor, lembre-se que Hightower deve estar ouvindo a nossa conversa.
Ele levantou uma sobrancelha para ela, procurando o cabelo dela com as mãos.
- O perigo te excita? – Ele perguntou.
Ela levantou-se, chacoalhando os braços, e ele parecia confuso.
- Por que eu estou tentando ter uma conversa séria com você? É claramente inútil.
- Eu não sou inútil. – Ele se defendeu. – Eu posso ser muito, muito útil...
- Oh, não! – Ela disse, colocando a mão dele para longe quando ele moveu-a pelo ar tentando tocá-la, sem ao menos se dar conta do que estava fazendo. – Você não vai me levar pra isso pela segunda vez.
- Eu já levei. – Ele disse, com um sorriso drogado. – Na verdade, essa seria a terceira vez.
- Jane. Deite-se. Agora. – Ela vociferou.
Ele levantou as sobrancelhas para ela.
- Eu gosto do seu pensamento.
- Jane!
- Tem certeza que não quer se juntar a mim?
Os olhos dela brilharam de raiva.
- Se você não deitar agora, juro que vou te amarrar ao sofá.
- Promete me amarrar mesmo?
- Jane!
Antes que Jane pudesse falar algo novamente, Van Pelt apareceu ao lado deles, com uma xícara e um pires nas mãos.
- Tudo certo, Chefe? – Ela perguntou hesitante.
Lisbon grunhiu frustrada, dando as costas a eles e caminhando para seu escritório, gesticulando em direção a Jane.
- Por favor, só... O mantenha aqui! – Ela disse, saindo do local.
Jane ficara olhando para o teto.
- Teresa? Teresa? – Quando ele não teve resposta, seu sorriso desapareceu e ele parecia uma criançinha perdida. – Lisbon ? – Ele virou sua cabeça, vendo Van Pelt. – Ela já foi?
Ela assentiu.
- Sim, ela já foi.
- Eu a chateei? – Ele perguntou.
- Mais do que o normal. – Van Pelt afirmou.
Jane pareceu desanimado.
- Oh.
Vendo a cara de cachorrinho que caiu do caminhão da mudança de Jane, perguntou-se se os analgésicos o fariam chorar, para ficar uma expressão completa. Ela segurou a xícara e o pires.
- Eu trouxe chá. – Ela disse.
Ele sentou-se e tomou-os da mão dela, bebericando lentamente. Ele instantaneamente arreganhou os dentes.
- Não tão bom quanto o da Teresa.
Ela ergueu as sobrancelhas.
- Lisbon nunca faz chá para você.
- Ela fez noite passada, quando ela me pediu para ficar, antes... Antes de nós recebermos uma chamada. – Felizmente para os membros inferiores de Jane, a ameaça de Lisbon para que ele ficasse quieto funcionou mesmo com os analgésicos e a falta de contentação costumeira. – Ela fez hoje no hospital também. Isso são duas xícaras. Mas se eu falar mais, pode haver insinuações de que houve alguma coisa, então, eu não posso falar disso.
Talvez não tenha funcionado completamente.
- x –
Na hora que Lisbon e os outros voltaram naquela tarde, o efeito dos analgésicos já havia passado. Ela havia estado tentada a cuidar o tempo para só voltar quando ele não estivesse mas tão chato, e, em qualquer outro caso ela teria feito, mas eles estavam no meio de um caso do Red John, então, ela não iria fazer nada. Entretanto, interrogar vinte adolescentes havia tomado tempo suficiente, mesmo que dois tivessem voltado com eles para mais perguntas. Não muito depois que ela pisou fora do elevador, Van Pelt chegou perto dela correndo, parecendo abalada e irritada.
- Me diga que você tem algo para eu fazer. – Ela implorou. Lisbon franziu a testa e a agente mais nova se mexeu em resposta. Ela nunca tinha parecido tão desesperada, mesmo quando estava pedindo mais tempo no campo.
Lisbon ergueu as sobrancelhas.
- O efeito dos analgésicos já deveria ter passado.
- Eles passaram faz horas. – Ela confirmou. – Ele está parecendo uma criança de três anos de idade.
Lisbon assentiu, simpaticamente.
- Não se preocupe, você não precisa mais suportar o fardo Jane. Eu tenho outra coisa na qual quero que você trabalhe.
- Quem são as crianças? – Perguntou ela, vendo Cho e Rigsby escoltarem dois desconhecidos para as salas de entrevistas.
- A melhor amiga da Melissa, Sarah Walcott e, o namorado dela, Dean Matthews. Eu preciso que interrogue Matthews com Cho. Aparentemente ele gosta das damas, e ele não é fã de Cho. Veja o que você consegue tirar dele.
- Graças a Deus. – Ela suspirou. Lisbon a encarou. – Desculpa, eu sei que é inapropriado, mas Jane tem me incomodado tanto que me convenceu a nunca ter um filho.
Lisbon riu para si mesma quando Van Pelt desapareceu, mais rápido que o normal, e, se aproximou do sofá de Jane. Ele ainda estava deitado, girando os polegares e olhando para Elvis.
- O que você fez com Van Pelt? – Perguntou.
Jane deu de ombros.
- O chá dela não é nem de longe tão bom quanto o seu. – Ele se defendeu, como se isso fosse razão suficiente.
- Eu não vou fazer chá para você. – Ela disse para ele. – Estou muito ocupada.
- Eu não estava pedindo, só estava comentando. – Ele disse.
- Eu quero que você fique sob observação. – Ela instruiu. – Cho e Van Pelt estão interrogando o namorado.
Ele balançou a cabeça.
- Não foi o namorado. Foi Red John, e o namorado é muito novo para ser Red John.
- Ele pode conhecer Red John. – Ela assinalou.
Jane fez uma careta e depois voltou ao normal.
- Isso é estúpido. Ele não tem nada a ver com isso.
- Bom, então não vá. – Ela suspirou. – Você pode ficar no seu sofá um pouco mais.
Jane finalmente tornou sua cabeça para ela, encostando-a no braço do sofá.
- Você ainda está brava comigo pelo que aconteceu com Mark Joliss?
- Sim. – Ela disse a ele secamente.
- Oh. – Ele disse desapontado. – Eu achei que você já tivesse me perdoado.
Ela balançou a cabeça.
- Eu vou considerar te perdoar se ele não fazer uma queixa formal contra a unidade. Até lá, você ficará aqui.
Ele grunhiu quando ela se virou.
- Cala a boca Jane.
- x -
Terminoooou POKSAPOKSAPOK bom, mas pra compensar minha demora, vou dar um preview do próximo cap (e juro que tento atualizar o mais rápido possível)
Ele sorriu com o movimento dela.
- Você deve desfrutar do trabalho que está fazendo agora.
- O que faz você pensar isso? - Perguntou.
Ele deu de ombros indicando as anotações da garota.
- O fato de você ter perdido uma amiga próxima recentemente, vai ser interrogada, e está fazendo seu trabalho sobre um poema de William Bake.
Ela franziu a testa.
- Como você sabia que era...?
- Seus livro de textos. - Ele mostrou.
- Oh. - Ela se deu conta, baixando o olhar para o livro pousado ao seu lado, Músicas da Experiência. - É, eu acho que isso torna meio óbvio.
Ele assentiu.
- Que poema vocês estão estudando?
- Nós podiamos escolher qual queriamos analisar. - Ela explicou. - Eu escolhi The Tyger.
aaacho que o preview ficou meio longo POKSAPOKSAOPK mas acho que não tem problema. Pra quem não lembra ai, sobre o preview, The Tyger é o poema que Red John recitou pra Jane na season finale da última temporada.
- x -
Outro nariz quebrado para adicionar a lista. Lisbon já havia perdido a conta do monte de vezes que ele havia quebrado-o. Pelo tanto de sangue que escorria desta vez, ela o levou para o hospital no caminho para a CBI. Eles precisavam falar com todos os amigos de Melissa, mas esses encontros seriam adiados por, pelo menos, a próxima hora. Esse foi o tempo suficiente para cair fora do hospital com Jane, resistir à tentação de amarrá-lo para mantê-lo fora dos problemas e voltar a tempo de questionar todos. Só houve um problema no hospital...
Deram analgésicos a Jane.
- Venha Jane, nós já chegamos. – Ela disse a ele.
- Nós estamos em casa? – Ele perguntou, agradavelmente surpreso com aquilo.
- Não, nós estamos na CBI. – Ela o corrigiu, tirando o cinto e saindo do carro. Quando ele não a imitou, ela foi até o lado do passageiro e abriu a porta. – Vem... – Ela pediu mais uma vez, sua voz forte.
Jane olhou em volta e vagarosamente franziu as sobrancelhas.
- Esta não é a nossa casa. – Ele reclamou. – Esse é seu carro. Eu dirigi até aqui?
Ela revirou os olhos.
- Nós não temos uma casa. Eu tenho uma casa, e você tem uma casa, e nós, definitivamente, não dividimos uma. E não, você com certeza não dirigiu até aqui, você está entupido de analgésicos.
Ela apertou o botão do cinto de segurança e o soltou do carro. Ele parecia estar tendo problemas com aquela parte. Ele saiu do carro, olhou para o prédio e se aborreceu.
- Esse é a CBI.
- Bem, você sabe onde estamos, seus poderes de observação estão intactos. – Ela disse sossegada. – Isso significa que você é perfeitamente capaz de andar sozinho. Venha, eu tenho trabalho a fazer.
Quando saíram do elevador, ela o conduziu imediatamente até o sofá. Como sempre, o sofá estaria vazio a não ser por Jane – que ficaria ali enquanto Lisbon o mantivesse ali. Ela já tinha arranjado um método para conseguir essa façanha. Ela só desejava que Hightower não estivesse ouvindo quando eles passaram pelo escritório. Jane em momento algum poderia deixar sair ou falar sobre o que aconteceu na noite anterior, principalmente depois de admitir que aquilo havia sim significado algo para ele. Mas Jane drogado? Ela não queria nem pensar nisso.
- Agora, Grace vai ficar por aqui e vai ficar cuidando você. – Disse Lisbon , assim que as portas do elevador fecharam-se atrás deles, segurando o braço dele para impedi-lo de entrar diretamente no escritório de Hightower. – Depois que você estiver deitado, eu, Cho e Rigsby vamos entrevistar uns adolescentes na festa em que eles estão.
O rosto de Jane se iluminou, exatamente como uma criança.
- Uma festa! Posso ir?
- Não. – Ela disse. – Eu preciso que você se deite...
Dessa vez, seu sorriso era diferente.
- Verdade? – Ele perguntou, um tom sedutor em sua voz.
Ela revirou os olhos.
- Você vai deitar no seu sofá e dormir por causa dos efeitos dos analgésicos, e, na hora que eu voltar você vai estar relativamente... normal.
Ele amuou.
- Como você pode ir para uma festa e eu não? – Perguntou.
- Porque eu vou estar trabalhando, e, se não posso deixar você em segurança com adultos, por favor, deixe os adolescentes sozinhos.
- Você não vai trabalhar. Você está indo para uma festa. – Ele a corrigiu, cambaleando momentaneamente.
- Eu não vou festejar, Jane. – Ela disse, empurrando-o em direção ao sofá. Quando ele não se moveu, ela colocou as mãos nos ombros dele para praticamente forçá-lo a sentar-se. – Eu vou falar com adolescentes, e, se Deus quiser, vou achar algo que vai nos ajudar a fazer os nossos trabalhos.
Jane sentou-se sem muita reclamação, mas infeliz.
- Eu quero ir a festa.
- A festa é para adolescentes. Você não é um adolescente. – Ela disse a ele.
- Não, eu sou um adulto. – Ele disse, começando a sorrir novamente.
- Aparentemente. – Ela concordou cansada, sem querer começar a falar sobre a idade mental dele quando ele estava cheio de analgésicos.
- Eu sou um homem crescido. – O sorriso se alargando.
- De acordo com seus arquivos pessoais. – Ela disse.
Ele a olhou, os dentes arreganhados.
- Eu sou um maravilhoso e sexy pedaço de homem...
- Jane! – Ela exclamou. – Hora de deitar!
Ele deu a ela um olhar esperançoso, batendo no sofá próximo a ele.
- Você vai deitar comigo?
Ela o olhou ameaçadoramente.
- Jane, eu estou te avisando...
De alguma forma, ele ainda estava sorrindo. Como ele conseguia pensar que aquela era uma situação engraçada ela nunca iria descobrir.
- Engraçado, você também estava me avisando esta manhã. – Ele disse, pensativo. – Mas se não me engano, você falava de algo diferente. Na verdade, você falava de algo totalmente diferente...
- Jane! – Ela quase gritou.
Dessa vez, um brilho maldoso foi adicionado ao sorriso.
- Lembra aquela coisa que a gente fez que você realmente gostou?
- Jane! – Dessa vez ela realmente havia gritado, mais raiva em sua voz. Ela se abaixou para ficar na altura dele. – Eu sei que você deve estar no céu agora, mas, por favor, lembre-se que Hightower deve estar ouvindo a nossa conversa.
Ele levantou uma sobrancelha para ela, procurando o cabelo dela com as mãos.
- O perigo te excita? – Ele perguntou.
Ela levantou-se, chacoalhando os braços, e ele parecia confuso.
- Por que eu estou tentando ter uma conversa séria com você? É claramente inútil.
- Eu não sou inútil. – Ele se defendeu. – Eu posso ser muito, muito útil...
- Oh, não! – Ela disse, colocando a mão dele para longe quando ele moveu-a pelo ar tentando tocá-la, sem ao menos se dar conta do que estava fazendo. – Você não vai me levar pra isso pela segunda vez.
- Eu já levei. – Ele disse, com um sorriso drogado. – Na verdade, essa seria a terceira vez.
- Jane. Deite-se. Agora. – Ela vociferou.
Ele levantou as sobrancelhas para ela.
- Eu gosto do seu pensamento.
- Jane!
- Tem certeza que não quer se juntar a mim?
Os olhos dela brilharam de raiva.
- Se você não deitar agora, juro que vou te amarrar ao sofá.
- Promete me amarrar mesmo?
- Jane!
Antes que Jane pudesse falar algo novamente, Van Pelt apareceu ao lado deles, com uma xícara e um pires nas mãos.
- Tudo certo, Chefe? – Ela perguntou hesitante.
Lisbon grunhiu frustrada, dando as costas a eles e caminhando para seu escritório, gesticulando em direção a Jane.
- Por favor, só... O mantenha aqui! – Ela disse, saindo do local.
Jane ficara olhando para o teto.
- Teresa? Teresa? – Quando ele não teve resposta, seu sorriso desapareceu e ele parecia uma criançinha perdida. – Lisbon ? – Ele virou sua cabeça, vendo Van Pelt. – Ela já foi?
Ela assentiu.
- Sim, ela já foi.
- Eu a chateei? – Ele perguntou.
- Mais do que o normal. – Van Pelt afirmou.
Jane pareceu desanimado.
- Oh.
Vendo a cara de cachorrinho que caiu do caminhão da mudança de Jane, perguntou-se se os analgésicos o fariam chorar, para ficar uma expressão completa. Ela segurou a xícara e o pires.
- Eu trouxe chá. – Ela disse.
Ele sentou-se e tomou-os da mão dela, bebericando lentamente. Ele instantaneamente arreganhou os dentes.
- Não tão bom quanto o da Teresa.
Ela ergueu as sobrancelhas.
- Lisbon nunca faz chá para você.
- Ela fez noite passada, quando ela me pediu para ficar, antes... Antes de nós recebermos uma chamada. – Felizmente para os membros inferiores de Jane, a ameaça de Lisbon para que ele ficasse quieto funcionou mesmo com os analgésicos e a falta de contentação costumeira. – Ela fez hoje no hospital também. Isso são duas xícaras. Mas se eu falar mais, pode haver insinuações de que houve alguma coisa, então, eu não posso falar disso.
Talvez não tenha funcionado completamente.
- x –
Na hora que Lisbon e os outros voltaram naquela tarde, o efeito dos analgésicos já havia passado. Ela havia estado tentada a cuidar o tempo para só voltar quando ele não estivesse mas tão chato, e, em qualquer outro caso ela teria feito, mas eles estavam no meio de um caso do Red John, então, ela não iria fazer nada. Entretanto, interrogar vinte adolescentes havia tomado tempo suficiente, mesmo que dois tivessem voltado com eles para mais perguntas. Não muito depois que ela pisou fora do elevador, Van Pelt chegou perto dela correndo, parecendo abalada e irritada.
- Me diga que você tem algo para eu fazer. – Ela implorou. Lisbon franziu a testa e a agente mais nova se mexeu em resposta. Ela nunca tinha parecido tão desesperada, mesmo quando estava pedindo mais tempo no campo.
Lisbon ergueu as sobrancelhas.
- O efeito dos analgésicos já deveria ter passado.
- Eles passaram faz horas. – Ela confirmou. – Ele está parecendo uma criança de três anos de idade.
Lisbon assentiu, simpaticamente.
- Não se preocupe, você não precisa mais suportar o fardo Jane. Eu tenho outra coisa na qual quero que você trabalhe.
- Quem são as crianças? – Perguntou ela, vendo Cho e Rigsby escoltarem dois desconhecidos para as salas de entrevistas.
- A melhor amiga da Melissa, Sarah Walcott e, o namorado dela, Dean Matthews. Eu preciso que interrogue Matthews com Cho. Aparentemente ele gosta das damas, e ele não é fã de Cho. Veja o que você consegue tirar dele.
- Graças a Deus. – Ela suspirou. Lisbon a encarou. – Desculpa, eu sei que é inapropriado, mas Jane tem me incomodado tanto que me convenceu a nunca ter um filho.
Lisbon riu para si mesma quando Van Pelt desapareceu, mais rápido que o normal, e, se aproximou do sofá de Jane. Ele ainda estava deitado, girando os polegares e olhando para Elvis.
- O que você fez com Van Pelt? – Perguntou.
Jane deu de ombros.
- O chá dela não é nem de longe tão bom quanto o seu. – Ele se defendeu, como se isso fosse razão suficiente.
- Eu não vou fazer chá para você. – Ela disse para ele. – Estou muito ocupada.
- Eu não estava pedindo, só estava comentando. – Ele disse.
- Eu quero que você fique sob observação. – Ela instruiu. – Cho e Van Pelt estão interrogando o namorado.
Ele balançou a cabeça.
- Não foi o namorado. Foi Red John, e o namorado é muito novo para ser Red John.
- Ele pode conhecer Red John. – Ela assinalou.
Jane fez uma careta e depois voltou ao normal.
- Isso é estúpido. Ele não tem nada a ver com isso.
- Bom, então não vá. – Ela suspirou. – Você pode ficar no seu sofá um pouco mais.
Jane finalmente tornou sua cabeça para ela, encostando-a no braço do sofá.
- Você ainda está brava comigo pelo que aconteceu com Mark Joliss?
- Sim. – Ela disse a ele secamente.
- Oh. – Ele disse desapontado. – Eu achei que você já tivesse me perdoado.
Ela balançou a cabeça.
- Eu vou considerar te perdoar se ele não fazer uma queixa formal contra a unidade. Até lá, você ficará aqui.
Ele grunhiu quando ela se virou.
- Cala a boca Jane.
- x -
Terminoooou POKSAPOKSAPOK bom, mas pra compensar minha demora, vou dar um preview do próximo cap (e juro que tento atualizar o mais rápido possível)
Ele sorriu com o movimento dela.
- Você deve desfrutar do trabalho que está fazendo agora.
- O que faz você pensar isso? - Perguntou.
Ele deu de ombros indicando as anotações da garota.
- O fato de você ter perdido uma amiga próxima recentemente, vai ser interrogada, e está fazendo seu trabalho sobre um poema de William Bake.
Ela franziu a testa.
- Como você sabia que era...?
- Seus livro de textos. - Ele mostrou.
- Oh. - Ela se deu conta, baixando o olhar para o livro pousado ao seu lado, Músicas da Experiência. - É, eu acho que isso torna meio óbvio.
Ele assentiu.
- Que poema vocês estão estudando?
- Nós podiamos escolher qual queriamos analisar. - Ela explicou. - Eu escolhi The Tyger.
aaacho que o preview ficou meio longo POKSAPOKSAOPK mas acho que não tem problema. Pra quem não lembra ai, sobre o preview, The Tyger é o poema que Red John recitou pra Jane na season finale da última temporada.
Re: The Fire Breathes - Jello/Jisbon - ATUALIZADA - 07/02 - COMPLETA
"Eu sou um maravilhoso e sexy"
Todas as mulheres concordam com isso kkkkkkkkk
Ameii!!!
Ri muitooo imaginando do Jane drogado e o comentário da Van Pelt kkkkkkkkk
Todas as mulheres concordam com isso kkkkkkkkk
Ameii!!!
Ri muitooo imaginando do Jane drogado e o comentário da Van Pelt kkkkkkkkk

Priscila.- Detetive Novato

- Data de inscrição: 23/05/2010
Mensagens: 252

Re: The Fire Breathes - Jello/Jisbon - ATUALIZADA - 07/02 - COMPLETA
Van Pelt chegou perto dela correndo, parecendo abalada e irritada.
- Me diga que você tem algo para eu fazer. – Ela implorou.
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
EURI só Lisbon pra aguentar Jane...ADOGO
- Me diga que você tem algo para eu fazer. – Ela implorou.
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
EURI só Lisbon pra aguentar Jane...ADOGO
Re: The Fire Breathes - Jello/Jisbon - ATUALIZADA - 07/02 - COMPLETA
Hahahaha, demais.
Jane já é uma figura normalmente, drogado então, hahahaha.
Lisbon penou na mão dele.
Amei a briguinha deles na CBI
Ri muito.
Belo cap
Beijinhos
gi
Jane já é uma figura normalmente, drogado então, hahahaha.
Lisbon penou na mão dele.
Amei a briguinha deles na CBI
Ri muito.
Belo cap
Beijinhos
gi
ladymarion- Mentalista Treinee

- Data de inscrição: 05/05/2009
Mensagens: 426

Re: The Fire Breathes - Jello/Jisbon - ATUALIZADA - 07/02 - COMPLETA
Adorei este capitulo, o que me ri com a figura de jane drogado.. amei mesmo..
Espero que actualize o mais rapidamente possivel
Beijinhos
Espero que actualize o mais rapidamente possivel
Beijinhos

Serena- Curioso

- Data de inscrição: 07/06/2010
Mensagens: 28

Re: The Fire Breathes - Jello/Jisbon - ATUALIZADA - 07/02 - COMPLETA
hora da minha sentença -q
Meninas! Perdões pela demora. Eu tava toda atarefada com a escola que mal tive tempo pra mexer no pc. Dai qnd arranjei tempo, o note estragou. Agora eu to trazendo aqui, muito atrasada, metade do cap. É infelizmente, metade. -q Mas eu vou tentar postar o mais rápido possível a outra metade. Espero que ngm tenha criado barba e rugas com a minha demora. -q
Ficar para trás pois Lisbon havia mandado era chato, ele já havia descoberto isso. Lisbon, porém, estava sentada na observação enquanto interrogavam Matthews. Mas Jane tinha ido dar uma volta. Ele havia considerado se juntar a ela na observação, incomodá-la, talvez fazê-la falar da noite anterior, mas ele acabou se distraindo. Ele encontrou um alvo melhor, uma pessoa melhor para com a qual conversar (não que ele considerasse Lisbon uma pessoa que não dava pra conversar, mas ela não era a pessoa mais divertida para conversar quando estava de mal humor). Do lado de fora da observação haviam várias cadeiras para os que estavam esperando para serem interrogados, e sentada ali, havia uma garota da idade parecida com a da vítima, com a cabeça enterrada em páginas de notas escritas a mão e com um livro aberto ao seu lado.
- Oi.
A garota olhou para cima com um sobressalto, visivelmente pulando. Ela estava surpresa por velo por perto, mas isso o deu uma visão clara do rosto dela, sem o papel cobrindo-o. Ele a reconheceu instantaneamente lembrando-se de tê-la visto nas diversas fotos no quarto de Melissa Joliss. O seu cabelo ruivo a fazia parecer com uma Grace mais nova, porém, o seu era mais curto, delineando o rosto e acentuando os olhos verdes.
- Desculpa, eu não quis assustá-la.
- Eu não sabia que tinha alguém...
- E não tem. Eles estão interrogando seu amigo. Sou só eu. Sarah Walcott? – Ele checou.
Ela assentiu.
- Aham.
- Oi. Eu sou Patrick Jane. – Ele disse, estendendo a mão para cumprimentá-la. – Sou consultor na equipe da Agente Lisbon. Eu sinto muito pela usa perda. Perder um amigo é sempre difícil.
Ela deu a ele um sorriso tristonho.
- Obrigada.
- Está estudando? – Ele adivinhou.
- Sim. Eu tenho um trabalho inglês para entregar amanhã.
O mesmo que Melissa esteve fazendo, ele deduziu. Essa era a amiga que ela iria comparar o trabalho e checar as respostas.
- Cenas de crime não são uma desculpa para entrega fora de prazo, suponho.
Sarah bufou.
- Nem se for sua melhor amiga. Do jeito que minha professora é, é bem provável que ela diria que isso é “uma invenção altamente imaginativa para aliviar a pressão dos trabalhos”.
Jane parecia impressionado.
- Essa é uma grande descrição.
- Foi o que ela disse da minha ultima desculpa. – Ela revelou.
- Ensino médio, hein? – Ele brincou, sentando do lado dela.
- É, você sabe como é.
- Na verdade não. – Ele corrigiu.
Ela o olhou.
- Estudou em casa?
Ele procurou pela resposta, e resolveu não elaborá-la. a maioria das pessoas parava de levá-lo a sério assim que ele usava a palavra “circo”.
- Algo parecido. – Ele decidiu.
- Sortudo. – Ela reclamou. – Eu queria que meus pais me deixassemeu estudar em casa.
- Não, você não queria. – Ele disse, lendo instantaneamente as palavras dela. – Você pode não gostar do trabalho, mas você gosta do ambiente. Festas, bailes, comícios...
- Eu gosto de alguns dos trabalhos. – Ela contou a ele, inconscientemente passando os dedos sobre o papel.
Ele sorriu com o movimento dela.
- Você deve gostar do trabalho que está fazendo agora.
- O que faz você pensar isso? – Ela perguntou.
Ele deu de ombros, indicando as notas dela.
- O fato de que você perdeu recentemente uma amiga muito próxima, e enquanto você está esperando para ser interrogada você está escrevendo notas sobre um poema do William Blake.
Ela franziu as sobrancelhas.
- O que o faz pensar...
- Seu livro de textos. – Ele apontou.
- Oh. – Ela se deu conta, olhando para o livro a seu lado, Canções da Experiência. – É, eu acho que o livro torna isso meio óbvio.
Ele assentiu.
- Qual poema você está estudando?
- Nós podíamos escolher qual queríamos analisar. – Ela explicou. – Eu escolhi The Tyger.
Ele se sentia novamente sentado naquela cadeira, amarrado fortemente a ela com camadas intermináveis de filme plástico. Ele estava tão preso que era impossível até mover os ombros, mesmo quando ele ouviu os passos sinistros atrás de si, tão cadenciados pelo som que era assustador. Ele podia lembrar dos tremores de quando a cadeira foi levantada do chão, colocada de volta no ângulo correto. Ele lembrava como era aquela máscara de Halloween escondendo a identidade do homem que tinha causado-o tanta dor, até mesmo das respirações, que eram a única que estavam o ajudando na tarefa de não vomitar por estar sendo tocado pelo homem que matou sua esposa e sua filha. Ele quase podia sentir a respiração de Red John na sua orelha enquanto ele praticamente insultava-o com suas palavras.
Jane se viu murmurando junto com a memória.
- Tyger, Tyger, burning bright, in the forests of the night. What immortal hand or eye could frame thy fearful symmetry? – Como ele se lembrava dessas palavras, como elas traumatizaram e contribuíram pra sua insônia, fazendo tudo muito mais difícil enquanto ele remoia as palavras em sua mente.
Meninas! Perdões pela demora. Eu tava toda atarefada com a escola que mal tive tempo pra mexer no pc. Dai qnd arranjei tempo, o note estragou. Agora eu to trazendo aqui, muito atrasada, metade do cap. É infelizmente, metade. -q Mas eu vou tentar postar o mais rápido possível a outra metade. Espero que ngm tenha criado barba e rugas com a minha demora. -q
CAPÍTULO 5
Ficar para trás pois Lisbon havia mandado era chato, ele já havia descoberto isso. Lisbon, porém, estava sentada na observação enquanto interrogavam Matthews. Mas Jane tinha ido dar uma volta. Ele havia considerado se juntar a ela na observação, incomodá-la, talvez fazê-la falar da noite anterior, mas ele acabou se distraindo. Ele encontrou um alvo melhor, uma pessoa melhor para com a qual conversar (não que ele considerasse Lisbon uma pessoa que não dava pra conversar, mas ela não era a pessoa mais divertida para conversar quando estava de mal humor). Do lado de fora da observação haviam várias cadeiras para os que estavam esperando para serem interrogados, e sentada ali, havia uma garota da idade parecida com a da vítima, com a cabeça enterrada em páginas de notas escritas a mão e com um livro aberto ao seu lado.
- Oi.
A garota olhou para cima com um sobressalto, visivelmente pulando. Ela estava surpresa por velo por perto, mas isso o deu uma visão clara do rosto dela, sem o papel cobrindo-o. Ele a reconheceu instantaneamente lembrando-se de tê-la visto nas diversas fotos no quarto de Melissa Joliss. O seu cabelo ruivo a fazia parecer com uma Grace mais nova, porém, o seu era mais curto, delineando o rosto e acentuando os olhos verdes.
- Desculpa, eu não quis assustá-la.
- Eu não sabia que tinha alguém...
- E não tem. Eles estão interrogando seu amigo. Sou só eu. Sarah Walcott? – Ele checou.
Ela assentiu.
- Aham.
- Oi. Eu sou Patrick Jane. – Ele disse, estendendo a mão para cumprimentá-la. – Sou consultor na equipe da Agente Lisbon. Eu sinto muito pela usa perda. Perder um amigo é sempre difícil.
Ela deu a ele um sorriso tristonho.
- Obrigada.
- Está estudando? – Ele adivinhou.
- Sim. Eu tenho um trabalho inglês para entregar amanhã.
O mesmo que Melissa esteve fazendo, ele deduziu. Essa era a amiga que ela iria comparar o trabalho e checar as respostas.
- Cenas de crime não são uma desculpa para entrega fora de prazo, suponho.
Sarah bufou.
- Nem se for sua melhor amiga. Do jeito que minha professora é, é bem provável que ela diria que isso é “uma invenção altamente imaginativa para aliviar a pressão dos trabalhos”.
Jane parecia impressionado.
- Essa é uma grande descrição.
- Foi o que ela disse da minha ultima desculpa. – Ela revelou.
- Ensino médio, hein? – Ele brincou, sentando do lado dela.
- É, você sabe como é.
- Na verdade não. – Ele corrigiu.
Ela o olhou.
- Estudou em casa?
Ele procurou pela resposta, e resolveu não elaborá-la. a maioria das pessoas parava de levá-lo a sério assim que ele usava a palavra “circo”.
- Algo parecido. – Ele decidiu.
- Sortudo. – Ela reclamou. – Eu queria que meus pais me deixassemeu estudar em casa.
- Não, você não queria. – Ele disse, lendo instantaneamente as palavras dela. – Você pode não gostar do trabalho, mas você gosta do ambiente. Festas, bailes, comícios...
- Eu gosto de alguns dos trabalhos. – Ela contou a ele, inconscientemente passando os dedos sobre o papel.
Ele sorriu com o movimento dela.
- Você deve gostar do trabalho que está fazendo agora.
- O que faz você pensar isso? – Ela perguntou.
Ele deu de ombros, indicando as notas dela.
- O fato de que você perdeu recentemente uma amiga muito próxima, e enquanto você está esperando para ser interrogada você está escrevendo notas sobre um poema do William Blake.
Ela franziu as sobrancelhas.
- O que o faz pensar...
- Seu livro de textos. – Ele apontou.
- Oh. – Ela se deu conta, olhando para o livro a seu lado, Canções da Experiência. – É, eu acho que o livro torna isso meio óbvio.
Ele assentiu.
- Qual poema você está estudando?
- Nós podíamos escolher qual queríamos analisar. – Ela explicou. – Eu escolhi The Tyger.
Ele se sentia novamente sentado naquela cadeira, amarrado fortemente a ela com camadas intermináveis de filme plástico. Ele estava tão preso que era impossível até mover os ombros, mesmo quando ele ouviu os passos sinistros atrás de si, tão cadenciados pelo som que era assustador. Ele podia lembrar dos tremores de quando a cadeira foi levantada do chão, colocada de volta no ângulo correto. Ele lembrava como era aquela máscara de Halloween escondendo a identidade do homem que tinha causado-o tanta dor, até mesmo das respirações, que eram a única que estavam o ajudando na tarefa de não vomitar por estar sendo tocado pelo homem que matou sua esposa e sua filha. Ele quase podia sentir a respiração de Red John na sua orelha enquanto ele praticamente insultava-o com suas palavras.
Jane se viu murmurando junto com a memória.
- Tyger, Tyger, burning bright, in the forests of the night. What immortal hand or eye could frame thy fearful symmetry? – Como ele se lembrava dessas palavras, como elas traumatizaram e contribuíram pra sua insônia, fazendo tudo muito mais difícil enquanto ele remoia as palavras em sua mente.
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