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Mr. Diary - Jello/Jisbon

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Mr. Diary - Jello/Jisbon

Mensagem por P.Schoeller em Dom 22 Ago 2010, 8:51 pm

Heeeeeeeeeeeeeey people!
Então, depois de tanto ler fanfics e tanto traduzir, decidi escrever a minha própria
E, bom, como não consegui me segurar, vou começar a postar ela POSAPKOSAPOKSAPKO



Categoria: Fanfiction
Nome: Mr. Diary
Autora: Patty Schoeller
Shipper: Jane/Lisbon
Classificação: PG-13 (Por enquanto é uma PG, talvez, mais pra frente, se eu quiser incluir algo NC eu aviso.)
Terminada: Não
Beta: Hellen
Sinopse: O último presente que ganhou de sua mãe, dias antes dela morrer, foi um diário. Lisbon achava aquilo estúpido e inútil, mas sua mãe insistiu para que o usasse. Vinte anos depois da morte de sua mãe, ela usa o pequeno caderno como uma forma de realizar algo que sua mãe havia deixado para ela.

P.S: Lisbon na fic é um pouco diferente, porque a fic trata muito mais dos sentimentos dela e de como ela realmente é do que ela mostra na série.
P.S 2: (PKOSAPOSAPKOSA) Eu vou contar tda a primeira temporada do ponto de vista da Lisbon, o que aconteceu que não vimos, e as vezes mudar um pouquinho os fatos. E também vou alterar a linha do tempo.
P.S 3: Não, eu não vou parar de postar a TFB. Só que essa fic aqui eu vou demorar um pouco mais pra postar o caps pelo fato de ser eu que escrevo xD

Acho que é só isso
Eu posto o primeiro cap ?

P.Schoeller
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Re: Mr. Diary - Jello/Jisbon

Mensagem por ladymarion em Dom 22 Ago 2010, 9:17 pm

O beleza, mais uma fic fresquinha........
Parece bem interessante.
Na expectativa para ler

Posta! Posta! Posta!!!!!!!!!!!!

Beijinhos
gi

ladymarion
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Re: Mr. Diary - Jello/Jisbon

Mensagem por P.Schoeller em Dom 22 Ago 2010, 9:31 pm

Hey Gi Very Happy
Vou postar o primeiro cap pra ver mais ou menos já como vai ser xD
Mas vai demorar um pouco mais até sair o segundo.

CAPÍTULO 1


Ela estava sentada no sofá. Olhou pela janela, decidindo se deveria ir ou não. Chicago. Não era tão longe. Pegou a nota de cima da mesa que dizia “Irmãzinha, venha passar o ano novo com a gente! Te esperamos, beijinhos, Matthew e Brianna”. Largou a nota sobre a mesa novamente. Olhou para o relógio. De carro, seriam quase dois dias de viagem. Tarde demais. Olhou para o caderno em seu colo, perdida em pensamentos. Bebericou mais um pouco da taça de champanhe. A garrafa só tinha mais dois dedos do líquido, ela havia tomado tudo sozinha. Dali a pouco a substituiria por outra. O gosto já familiar de morango (ou seria maçã?) misturado com álcool descendo sua garganta a fazia se sentir reconfortada. Fogos de artifício começaram a pintar o céu na rua. Ela estava com uma calça folgada e um moletom, com um cobertor sobre as pernas e o aquecedor ligado. Ela abaixou a taça e pegou a caneta. Era a última folha do caderno, e ela escreveu apenas uma linha.

Adeus ano velho. Feliz ano novo.

Sua letra, que parecia mais rabiscos, apareceu rápido. Ela fechou logo o caderno, deixando-o descansando sobre a mesa. Foi até seu quarto e pegou outro caderno parecido com o que tinha antes, só que este era azul. Olhou o relógio novamente. Meia noite e três. Tarde demais. Mais um ano havia se passado. Dali a um mês levaria para ela seu antigo diário. Abriu o novo, respirou fundo, baixou a cabeça e começou a escrever.

Sr. Diário

Prazer em conhecê-lo. Hoje estou começando a escrever aqui. E como sempre faço no início dos anos, conto o porquê de fazer isso.

Ela respirou fundo novamente. Ela sempre escrevia aquilo no início dos anos porque, além de ser uma forma de lembrar de sua mãe, fazia lembrar-se do porque escrevia. Mordeu a ponta da caneta. Fazia isso sempre que precisava pensar sobre o que escrever.

Era tarde. 12 de fevereiro. Chovia. Eu e papai entramos correndo dentro de casa.

Ela sempre sorria ao lembrar daquilo. Tudo ainda era felicidade, naquela época. Nada de tristeza, sem lágrimas. Sua mãe protetora e sorridente ao seu lado. Baixou os olhos para a folha e continuou, com sua letra bagunçada.

Estávamos brincando do lado de fora. Estava frio, mas não nos importávamos. Sempre passávamos o máximo de tempo juntos, nós seis, felizes. Mamãe, papai, eu, Paul, Tommy e Matt. Brincando, sem nos importarmos com nada. Foi a época mais feliz da minha vida.
Mamãe estava em casa, sentada no sofá. Na noite anterior eu havia contado a ela que estava gostando de um menino da minha classe. Foi uma conversa estranha.
Eu estava na sala, brincando com os meninos, mas mamãe me chamou. Eu os deixei brincando lá com seus carrinhos e soldadinhos, e fui correndo atendê-la. Ela e papai estavam sentados em torno da mesa, sorridentes, como sempre. Era impossível não ver o amor nos olhos deles. O amor por nós. O amor um pelo outro. E eu me senti com sorte por ter pais como eles. Papai olhou para mim e disse que eles queriam conversar comigo. Fiquei com medo. Conversas desse tipo nunca eram boas. Mas eles estavam sorrindo demais para não ser algo bom. “Teresa,” ele disse “faltam um pouco mais de dois meses para o seu aniversário. O que você acha de fazer uma festinha na nossa garagem e convidar seus amiguinhos?” Meu coração pulou. Eu sempre quisera uma festa, com decoração de joaninhas (eu adorava joaninhas), bolo, docinhos, música e meus amigos e minhas amigas pra eu brincar. Eu fiquei tão feliz imaginando, que não pensei no que viria a seguir. “Mas pra isso, terá que me contar do menino pelo qual você está apaixonada Tessy.” Eu gelei. Fiquei vermelha, verde, azul, roxa. Meu Deus, como ela sabia? “Mas mamãe...” eu tentei disfarçar “eu não estou apaixonada por ninguém! Aqueles meninos são todos uns chatos!” Mas ela sabia que era mentira. Percepção de mãe, eu acho. Talvez eu descubra como é isso o dia que tiver meu filho. “Eu sei que tem algo errado filha, e eu a vi com aquele menininho na frente da escola. Ele era bonitinho. Um pouco grande demais para você, mas bonitinho. Vem, me conte sobre ele. Ou,” ela fez uma pausa nessa hora, e eu senti que minha cabeça iria explodir naquele instante “não terá sua festa.” Meu pai só nos observava divertido. Oh, Deus, eu não tinha escolha. Tinha que contar. Minha festa, com joaninhas, amigos, música, bolo... “Ta bem.” Eu me rendi. Comecei a contar sobre Noah. Ele era um ano mais velho que eu, e eu havia me apaixonado por ele desde que o vi. Não sei por quê. Não me pergunte por quê. Não faço a mínima idéia. Só sei que gostava bastante dele. Só que ele nem sabia da minha existência. Contei tudo para ela. Desabafei. Falei que sentia ciúmes, que sonhava com ele que ele era o garoto mais lindo da face da terra. Mamãe sorriu ao ouvir aquilo tudo e me abraçou. “Querida, isso é normal na idade em que está. Só não quero que fique machucada por causa desse menino.” O cabelo escuro e cacheado dela caiu sobre meus olhos. Seus olhos azuis brilhavam assim como seu sorriso. Os meus olhos verdes eu havia herdado do meu pai. Ele também sorria. Sorria para nós duas. As duas mulheres de sua vida. “Então,” ele começou “as joaninhas vão ser de várias cores ou só vermelhas?”
Eu gostava de lembrar esse momento. Foi um momento único. Maravilhoso, especial.
Bom, como eu estava contando antes, mamãe estava sentada no sofá. Sorrindo. Com um caderno na mão. Ela pediu a papai para subir e dar banho nos meninos que ela queria ter uma conversa comigo. Eu fiquei com medo, receosa. Ela sorria tanto que eu sabia que não poderia ser algo ruim, mas mesmo assim, eu estava com medo. Desde que acordei algo estava apertando meu coração, como se eu soubesse que algo ruim iria acontecer. Esperei que não fosse eu indo ficar uma semana de castigo. Ou um mês. Ou um ano. “Tessy,” ela disse. Esse era o jeito que ela sempre me chamou. Desde sempre. E a imagem que sempre guardarei dela era seu sorriso, quando ela me olhava e dizia "Tessy eu te amo filha." “Eu tenho algo para lhe dar.” E dizendo isso, ela me entregou o caderno. Um caderno simples, de capa preta. E uma caneta colorida, do jeito que eu gostava, em cima. “Mãe? O que é isso?” Eu perguntei olhando para ela. “É seu diário Tessy. Eu quero que nele você escreva tudo o que sente, tudo o que pensa e tudo o que não me fala ou não fala pra ninguém. Não quero que você guarde isso para si mesma. Quero que escreva. Uma forma de você se expressar, sem que ninguém te julgue.” Ela passou as mãos pelo meu cabelo, colocando-o atrás da orelha. Eu peguei o diário, mas achava aquilo desnecessário. “Mamãe, eu to bem. Não preciso de um caderno para ficar bem. Eu estou feliz, estou bem.” Ela sorriu mais ainda. “Mas igual filha, guarde-o.”
Eu nunca mais tive a chance de agradecê-la. De ver seu sorriso. De ouvi-la me chamar de Tessy. A gente não teve a chance de fazer a minha festa das joaninhas. Comprar balões, montar um salão. Nunca. E eu sinto falta disso, mesmo que eu nunca tenha vivido isso.
Minutos mais tarde ela saiu para ir ao mercado. E ela nunca mais voltou. E a culpa era toda minha. Pode ser idiota, muito idiota, mas a vez de ir ao mercado era minha. Só que eu passei o dia brincando e ela foi. Idiota. Mas culpa minha. Se eu tivesse obedecido, e ido ao mercado a hora que ela mandou, ela ainda estaria aqui, me chamando de Tessy.
Então hoje, a única coisa que eu ainda posso fazer por ela, é manter esse diário. Aqui escrevo o que sinto, o que penso e tudo o que não falo pra ninguém.
Isso é um pouco da minha história, Sr. Diário. E agora ela é sua também. Feliz ano novo.

Para você mamãe, da sua eterna Tessy Lisbon.
01/01/2008

Ela fechou o caderno e o colocou em cima da mesa. Voltou para o sofá. Seus olhos estavam cheios de lágrimas. Pegou o cobertor, e subiu para seu quarto. Colocou a coberta sobre a cama, se deitou e se cobriu, encostando a cabeça no travesseiro. As lágrimas que antes estava presas em seus olhos agora rolavam soltas pela sua face. Lembranças vividas em sua mente. Nem sempre sua vida havia sido cheia de tristezas. E ela realmente, não era aquela mulher pelos momentos ruins. Mas sim pelos bons. Todos esses momentos passavam diante dos seus olhos naquele momento, como um filme. Ela e seus irmãos brincando, eles reunidos nas refeições, a maneira como sua mãe e seu pai se olhavam apaixonadamente, os soldadinhos e os carrinhos espalhados pela sala, o boneco de neve na frente da casa, com seu cachecol e o chapéu de seu irmão. Com lágrimas nos olhos e uma só frase na cabeça, parecia que a ouvia naquele momento.

Tessy, eu te amo filha.

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Re: Mr. Diary - Jello/Jisbon

Mensagem por Eli em Seg 23 Ago 2010, 9:34 pm

Bem, essa primeira parte é muito difícil pra Lisbon e pra mim... Mas tou doida pra saber as primeiras impressões dela sobre Jane

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Re: Mr. Diary - Jello/Jisbon

Mensagem por ladymarion em Qui 26 Ago 2010, 9:00 pm

Ai...........
Caramba, eu to arrepiada e com os olhos lacrimejando.
Ficou lindo!!!!!!!!
Puxa, amei o fato de Lisbon mostrar mais seus sentimentos.
Dá para ver que essa fase dainfância foi muito marcante para ela.

Adorei!!!!!!!!!!!
Esperando o próximo

Beijinhos
gi

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Re: Mr. Diary - Jello/Jisbon

Mensagem por P.Schoeller em Sex 27 Ago 2010, 9:31 pm

AAAAAAAAAAAH que bom que gostaram *--*
Sabe, como essa é minha primeira fic, significa bastante pra mim vcs dizerem se gostam ou não gostam e sugestões *--*
Bom, ai vai o cap 2! (O cap 3 vai demorar bem mais pra sair por causa da escola e pans. Época de provas é bem puxado... E também, bom, pelo que eu já escrevi, acho que vai ficar um pouco grande a fic. Espero q vcs n se importem.)

CAPÍTULO 2


O som do despertador encheu o quarto. Por mais que não quisesse levantar, Teresa tinha suas obrigações. Levantou, apertou o botão do despertador para parar de tocar. Nem precisou olhar para saber que eram seis e meia. Colocou as pantufas e foi para o banheiro. Fez sua higiene pessoal, e parou em frente ao relógio. Olhou a data. Terça-feira. 12 de fevereiro. Lembrou-se que tinha pedido folga e que não teria que trabalhar. Colocou então, uma calça jeans, uma blusa qualquer, um blusão de lã e um casaco. Ela havia organizado a sacola no dia anterior. Pegou-a em cima da mesa, puxou sua bolsa que estava pendurada na cadeira, e saiu.

Ligou o rádio mais por costume do que por vontade de ouvir música. Sete horas da manhã, e Spice Girls não era a sua melhor companhia para o momento, mas mesmo assim, deixou o CD rodar. Teve que vagar por no mínimo três floriculturas diferentes para achar o buquê de flores de cerejeira que procurava. Não era algo comum, mas era o único que queria. Não poderia ser outro. As vendedoras tentavam persuadi-la a levar alguma outra flor, mas não podia. Tinha que ser unicamente flor de cerejeira. Depois de meia hora achou. E então se encaminhou a seu destino.

Saiu de Sacramento quando eram oito horas. Ela havia parado em uma loja para comprar um copo de café, e ficara tomando dentro do carro enquanto escrevia.

Sr. Diário

Desculpa pelo tempo que fiquei sem escrever. O trabalho na CBI me absorve. Eu adoro trabalhar lá, mas as vezes me estressa demais.

Ela já estava com seu café pela metade. E não havia escrito nem duas linhas. Se deu conta de que não sabia sobre o que escrever. Tinha outras coisas a fazer. Teria que agüentar as próximas quatro horas de viagem sozinha. Nenhum problema, já que fazia isso sempre, pelo trabalho, quando iam a cidades próximas. Só que não era nem um pouco divertido. Trocou para uma rádio qualquer, que tocava uma música agitada. Um desses artistas atuais e sem nenhuma cultura pelo qual todas as adolescentes pulavam e gritavam. Ela não os suportava. Os artistas, e as crianças que pulavam loucamente por eles. Mas, se parasse para ouvir a batida da música era até boa. Você já está pensando bobagens Tessy, disse a si mesma, você ainda tem mais duas horas e meia. Concentre-se. Foco.

Quatro horas e meia depois, meio dia e meia, ela chegou em Bakersfield. Uma cidade não muito grande, mas não podia ser considerada pequena, entre Fresno e Los Angeles. A cidade onde foi criada. A cidade que lhe trazia tantas lembranças, boas e ruins. Na verdade, havia morado na cidade só até a morte de sua mãe. Seu pai havia levado ela e seus irmãos para São Francisco após a morte de sua mãe. Uma tentativa fracassada de começar uma vida nova.

Seu estômago roncava de fome. Parou no restaurante mais próximo que encontrou. Ela já não reconhecia muito bem a cidade. Claro, não havia como esquecer tudo que passara ali, só que as ruas vinte anos atrás, eram bem diferentes das de hoje.

Depois de comer, ela foi caminhando até seu destino. Eram só algumas quadras a frente. Lia-se em letras prateadas na frente Bakersfield Cemetery. Entrou lá, com a sacola, o buquê e foi procurar a lápide.
Claire Lisbon.
Sua mãe havia aderido ao sobrenome do pai depois do casamento. Tirou de dentro da sacola o diário do ano anterior, colocou em cima da lápide, e colocou o buquê sobre o caderno. Ela respirou fundo e se sentou no chão. Por mais idiota que parecesse, ela conseguia ver sua mãe ali. Era difícil para ela, estar ali, reconhecer que sua mãe realmente havia morrido. Tinha vontade de levantar e sair correndo. Ir embora e negar a si mesma que sua mãe havia morrido. Mas ela estava ali. E ela via isso.

- Oi... Mãe. – Ela disse, sua voz quebrando ao chegar ao final.

Ela pegou seu diário atual e colocou sobre o colo. Ela escrevia conforme falava. Sentia-se contando tudo a sua mãe, conversando com ela. E sempre, ela a respondia. Não sabia se era sua voz interior, aquela coisa que vemos nos filmes ou então lemos sobre ela, mas ninguém sabe se existe, mas sabia que algo respondia.

- Eu... Eu estava com saudades. Eu passei o natal na casa de Minelli. Foi bom. A esposa dele é muito atenciosa e querida. E ele também. – Ela respirou fundo antes de continuar. Começou a falar as coisas mais próximas em sua mente e as mais sem importância. Queria contar tudo a sua mãe. Desde o mais desnecessário até gritar o que sentia e não queria mais falar a ninguém. - Eu descobri que tenho a melhor equipe que podia ter. A que sempre sonhei. Trabalhar com Cho, Rigsby e Leroy é ótimo. Eles são maravilhosos. Wayne e Cho vivem sempre brincando com a coitada da Hellen. Tenho pena dela. Mas os três parecem como irmãos. E, quanto a fechar casos, nem se fala. Ser chefe da Unidade de Crimes Sérios sempre foi meu sonho. E está sendo um ótimo sonho, mamãe. – Ela fez novamente uma pausa, enquanto terminava de escrever no caderno. Pensava também sobre o que mais falaria. - Oh, Minelli disse que um homem que fingia ser vidente na TV quer trabalhar na minha unidade. Ele já passou por várias, mas ele nunca fica muito tempo. Bom, eu entendi porque Minelli veio falar aquilo comigo. Para eu aceitá-lo e tentar mantê-lo o máximo de tempo na minha equipe. Eu sei mamãe. – Ela esperou um tempo e disse, como se ouvisse uma resposta da mãe.

Ela me respondeu.
“Se ele não fica muito tempo nas unidades, é porque com certeza traz problemas. Ou é um problema.”


- Mas eu devo milhões de favores a Minelli, mamãe. Tenho que fazer isso, por ele. E, não deve ser tão ruim né? Ah, e ouvi dizer que ele tem nome de mulher. – Lisbon soltou uma risadinha e colocou a mão na boca. Parecia uma criança agindo daquela maneira. Algo dentro de si mesma a avisava que estava sendo ridícula, que suas atitudes estavam sendo infantis e patéticas, mas, quando estava com sua mãe, por mais que só em sua imaginação, ela agia como se tivesse seus doze anos de novo.

A voz dela, desta vez, estava pensativa. “Tem certeza que não é uma mulher então filha?” Ok mamãe. Posso achar que estava sendo ridícula, mas ela estava me tratando como uma garotinha de três anos de idade. Eu odiava quando ela fazia isso, mas não me importei. Esse era um dos poucos momentos que eu tinha com a minha voz pseudo-mãe.


- Não mãe. O sobrenome dele é de mulher. Julia, Joanne, Jessica... Só me lembro que era com J. Tomara que ele seja bonito. Ele vai ser consultor. Parece que Minelli vai levá-lo até o prédio da CBI daqui a umas duas três semanas. Para a gente se conhecer. Pena que é parte do meu trabalho. Às vezes sinto falta de um namorado, sabe mãe?

A voz, que havia ficado alguns minutos em silêncio agora falava novamente, numa arrancada de palavras ansiosas, como sempre ficava quando falávamos da minha vida amorosa (ou da falta dela). Fazia algum tempo que eu não transava com ninguém. Fazia algum tempo que eu não me envolvia com ninguém. “Você só não tem alguém por que não quer! Porque você não se arruma e vai a alguma festa encontrar um bom partido, hein Tessy?”

- Por que não tenho tempo, muito menos paciência, mamãe. E não quero um caso de uma noite, não sou mulher disso. Sinto falta de um relacionamento. Ah, mãe... – Ela trocou abruptamente de assunto para não ter que falar, escrever, ou pensar sobre aquilo. A deixava desconfortável. Por mais que fosse uma batalha interna e falasse mais para si mesma do que para qualquer outra pessoa, ainda assim, era estranhamente envergonhante falar de suas coisas mais pessoais. – Sabe aquele famoso serial killer que desenha um rosto na parede com sangue da vítima? – Ela admirou-se da forma fria que falou isso, como se fosse algo corriqueiro. Isso não era bom. Um arrepio lhe correu a espinha com o pensamento. – Esse caso está com a minha equipe. E eu me esqueci de falar sobre ele. O caso ficou um tempo na unidade que cuida dos serial killers, na unidade de desaparecidos, pois algumas pessoas não foram encontradas, e acabaram descobrindo que foi Red John, e agora está comigo.

Num piscar de olhos, Lisbon se deu conta de algo que havia deixado passar, que não havia se dado conta.

- O Sr. Vidente, vamos chamá-lo assim por enquanto, já trabalhava com a CBI no auxílio do caso, antes mesmo de querer entrar na minha equipe. E agora ele quer trabalhar aqui porque Red John matou a mulher e a filha dele.– Suspirou. Já achara terrível perder a mãe que tanto amava, logo depois o pai para álcool... Deveria ser terrível perder sua esposa e sua filha, pessoas tão importantes na sua vida. Outro arrepio. – Na verdade, acho que isso foi a mais ou menos cinco anos atrás. Acho que ele tem trocado de equipe, pois o caso troca de equipe. Ele trabalha em cada uma que o pega. – Um brilho de compreensão cruzou seus olhos. – Talvez, o caso troque de equipe por causa dele. Quando não o agüentam, passam o caso à diante. É... ele deve realmente ser um problema. Droga. Acabei de descobrir como uma bomba veio parar nas minhas mãos. – Falou, suspirando. Estava tanto pensativa, como decepcionada com o problema que achara. Pelo visto, este homem arranjava muitos problemas.

Oh, Deus. E se eu não tiver pulso firme o suficiente para conseguir mantê-lo na linha? Isso não pode acontecer! Eu sou uma das agentes favoritas de Minelli (por mais que ele não fale isso, eu sei. Ele é como um pai para mim, e eu sou como uma filha para ele), não quero decepcioná-lo. E não quero decepcionar, acima de tudo, a mim mesma. Droga. Por que esses problemas só param na minha mão?

- O pior de tudo é que ele só pode ser problema. Dizem que ele está na CBI só para se vingar de Red John. Coitado... Deve ser terrível passar pelo que ele passou.

Mamãe respondeu com sua voz meio triste, mas ainda assim orgulhosa. “É por isso Tessy que não gosto muito do seu trabalho. Você põe a sua vida e a vida dos outros em risco por ele. Mas você faz justiça por e para quem precisa. O que me deixa muito, muito orgulhosa.”

Teresa corou. Ela conhecia tão bem sua mãe, sua querida mãe, que por mais que fantasiasse conversas com ela, pareciam tão reais que suas emoções também eram. Sorriu.

- Eh... Ahn... Obrigada. Eu gosto do meu trabalho mamãe. Ele é muito... Gratificante, na falta de uma palavra melhor. Lembra quando eu era pequena e queria ser médica, para cuidar das crianças e dos adultos? Bom... Querendo ou não, eu trabalho na CBI é uma forma de cuidar dos outros. De uma forma bem estranha, mas é. Eu cuido da minha equipe, e cuido das vítimas, cuido dos interesses das famílias das vítimas. Acredito que vingança é o que a família mais quer após um fato traumático como a perda de um ente querido. É o que eles geralmente querem, o que geralmente procuram quando vão até a polícia. E eu cuido para que esse desejo seja levado a sério, achando um culpado para que essa vingança seja possível, dentro dos trâmites legais, claro. Eu cuido. Eu cuido de outras pessoas. Por mais que eu ponha minha vida em risco diariamente, eu faço o que sempre quis e o que sempre fiz. O que me dexa feliz.

Neste momento ela se deu conta de que horas eram. Quatro horas da tarde. O sol já não estava mais tão alto no céu como quando sentou ali. Tinha de ir embora. Por mais que quisesse ficar ali por muito mais tempo, refletir, sentir a presença de sua mãe, não podia. Tinha mais quatro horas de viagem pela frente.

- Mamãe, eu tenho que ir. Eu não quero, mas é que tenho de voltar para Sacramento, e o caminho é longo. Muito obrigada por tudo que partilhamos hoje. Tchau, eu te amo.

Ela se levantou, pegou o caderno e a sacola e deu alguns passos. Virou-se e mandou um beijo para a lápide, como se deixasse ali a sua pseudo-mãe. Deixava para trás a Tessy de doze anos que era quando estava com sua mãe. Agora era Lisbon novamente, a forte e teimosa agente sênior da CBI. Ergueu a cabeça e caminhou vagarosamente até o carro. Suas pernas estavam dormentes pela posição em que ficou por muito tempo. Ela tinha que ir embora, mas não tinha pressa. Sentir o cheiro da cidade, olhar para aquele lugar, que, por mais diferente e estranho que fosse, sempre lhe passava algo familiar.

Sentou-se dentro do carro e abriu o caderno novamente.

Com amor, Tessy Lisbon.
12/02/08

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Re: Mr. Diary - Jello/Jisbon

Mensagem por Eli em Sex 27 Ago 2010, 10:21 pm

Muito lindo Lisbon conversando com a mãe,torço pra que a série mostre um lado mais pessoal dela tb.

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Re: Mr. Diary - Jello/Jisbon

Mensagem por ladymarion em Sab 28 Ago 2010, 1:52 pm

Ai, que fofo!!!!!!!!
Adorei a conversa dela com a mãe.
Muito bacana essa questão da Lisbon falar sobre a apreensão ao receber o Jane na equipe.... achei tocante ela se comover com o que aconteceu com ele.
Lisbon elogiando a equipe também foi ótimo.

Puxa que saudades do Minelli, adorava ele.
Ele parecia mesmo um paizão razinza para Lisbon, heheheh.

Essa história esta cada vez melhor

Beijinhos
gi

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Re: Mr. Diary - Jello/Jisbon

Mensagem por P.Schoeller em Qua 01 Set 2010, 4:14 pm

Ah, meninas, que bom que gostaram *--*
Bom, olha só, eu achei que o cap 3 fico mt grande. E bom, entao eu dividi ele em 3 partes. Talvez se tornem 4 partes. Mas bom, ai vai a 1ª!
Enjoy!

CAPÍTULO 3
PARTE 1


Mais um dia de trabalho como qualquer outro na CBI. O ultimo caso em que haviam trabalhado tinha sido fechado no dia anterior, agora, Lisbon só tinha que lidar com a papelada. Ela olhou pelo vidro de sua sala. Minelli estava vindo. Ah, droga, pensou. Havia algo errado nos papeis que havia dado para ele. Ou será que era algo do caso? Ou um novo caso especial? Não tinha a mínima idéia do que era, então, baixou a cabeça e continuou a preencher e ler os papéis.

- Lisbon, quero falar com você agora, no meu escritório. – Disse Minelli, abrindo a porta repentinamente, parecendo um pouco chateado. Lisbon odiava vê-lo assim. Ela gostava muito de Minelli. E ele estar chateado a preocupava. Da mesma maneira veloz que entrou, Minelli deu as costas a Lisbon e saiu.

Teresa fitou a porta por alguns segundos, perguntando-se o que havia acontecido. Fechou a pasta, desligou o monitor de seu computador e saiu. Caminhou lentamente. Estava com medo que fosse algo relacionado a sua equipe, ou algo realmente sério. Mas, chegando na sala de Minelli, descobriu o por que da chateação dele.

- Lisbon, quero que conheça Patrick Jane. Ele é o consultor do qual havia lhe falado. – O olhar de Minelli alternava entre Jane e Lisbon. – Jane, essa é Teresa Lisbon, a agente sênior da Unidade de Crimes Especiais da CBI. A agente da qual lhe falei. – Ele respirou fundo e dirigiu-se a Lisbon. – Preciso saber se você vai aceitá-lo na sua equipe.

Lisbon havia ficado em silêncio por alguns momentos. Minelli atribuiu isso ao fato dela estar pensando. Mas, por mais que não quisesse admitir, ele viu algo naqueles dois, que lhe dizia que eles tinham uma conexão maior. “Ah, Teresa, minha querida... Tenha cuidado com esse homem.”

Ele era lindo. Eu acho que só observei por alguns segundos, mas foram os suficientes para ver como ele era bonito. Lindo. Ele tinha o cabelo loiro, com curvas sedosas e bem cuidadas, olhos azuis vibrantes que pareciam te hipnotizar... E quando ele sorriu então... Nossa. O sorriso dele era lindo. – Escrevera mais tarde, na mesma noite, em seu diário, quando tivera a oportunidade.

- Ahn... É... – Ela disse, pensativa. Jane abriu o sorriso que, mais tarde, se tornaria sua “marca registrada”, de acordo com Lisbon. Um sorriso amplo, que iluminava.

Oh, Deus, esse homem vai ser um problema para mim. Em todos os sentidos.

Lisbon se aproximou de Minelli, atordoada.

- Isso é realmente necessário? – Ela sussurrou. Não sabia por que, mas não queria que Jane ouvisse, mas sentia os olhos dele nela, como se fosse algo quente passando por entre seu corpo.

- Claro. – Minelli respondeu no mesmo sussurro. – Quero que saiba onde está se metendo. Eu sei que você pode fazer uma boa escolha. – Disse, pousando os olhos sobre ela, num típico olhar de efeito.

Ela novamente olhou para Jane.

Deus. Parece que meus olhos são atraídos por ele. Só naquele momento reparei nas roupas que ele vestia. Uma calça social cinza, uma camisa azul e um colete por cima, também cinza. Incrível como aquela roupa combinava para ele. Parecia ter sido feita sob medida especialmente para ele. Acho que estou começando a pensar alto demais... O que me faz ficar com algumas bobagens na cabeça depois. Lisbon, trabalho, eu tive de relembrar a mim mesma. Espero que eu não me arrependa da decisão que tomei depois.

- Ah... Claro. – Ela disse, ciente que a partir daquele momento, estaria numa enrascada. Ganhou um grande problema. Mal ela sabia que esse era o maior problema da CBI, e viria a ser, provavelmente, um dos piores de sua vida.

Ele parecia... Feliz. Feliz demais. Quando disse que o aceitava, ele sorriu mais ainda, o que eu achei que era impossível. Eu achava que, por tudo o que passou, ele seria um homem sombrio, triste, magoado... Mas ele estava sempre sorridente. Ele parecia ser muito... Problemático. Para consigo mesmo, ter muitos fantasmas que o assombravam... Parecia ser alguém acorrentado ao passado. Alguém que não estava pronto para seguir em frente, alguém que sofria constantemente. Eu percebia isso naquele momento.

- Bem vindo. – Ela sorriu e foi cumprimentá-lo, estendendo sua mão. Ele segurou a mão dela e a puxou para um abraço.

Meu Deus.
O que era aquele abraço? Eu me sentia como se fosse bem pequena e ele bem grande, e com isso, ele conseguia me abraçar inteira. E... Era só um abraço! Mas que diabos estou falando? Deus...

Quando se afastaram, Lisbon estava vermelha.

- Vou adorar trabalhar com você, Lisbon. Muito obrigado por me aceitar na sua equipe. – Ele se aproximou dela, um movimento que ela não esperava, e falou para somente que ela ouvisse. – E por sinal, você está vermelha. Fica linda assim. Me lembra a cor de um morango. Aposto que você gosta de morangos. Gosta, não é? – E falando isso, passou por ela e foi para o outro lado da sala, mostrando que não conseguia segurar a excitação de conhecer o resto da equipe, como se fosse o primeiro dia em uma nova escola, só que sem inseguranças.

Lisbon sentia seu rosto queimar. Podia não ter espelho, mas sabia que estava vermelha. E ficou pior ainda depois do comentário dele.

- Teresa, - disse Minelli, - leve Jane para conhecer a unidade e deixe-o onde quiser. Só tome cuidado para ele não fazer nenhuma bobagem.

Lisbon assentiu e saiu da sala seguida de Jane. Ela estava pensativa. Entendia que aquele homem iria fazer muitas bobagens, ela sentia isso. Mas achou que era impossível algo acontecer dentro da CBI.

- Ei, Lisbon.

- O que foi Sr. Jane? – Ela estava tão absorta em seus próprios pensamentos, que foi meio rude. Quando ia desculpar-se pelo seu comportamento, ele já estava falando novamente.

- Você ainda está vermelha. – Ele sorriu. Ela sentiu o sangue subir novamente para suas bochechas, deixando-as vermelhas.

Odiava ficar sem graça e sem jeito. Odiava o que pensava, pois era o que a deixava sem jeito. Ela apressou o passo para chegar em frente as mesas dos agentes mais rápido.

- Pessoal! – Ela chamou Leroy, Cho e Rigsby. Os três a olharam, prestando atenção ao que diria. Quando se deram conta da presença de Jane na sala, os três trocaram um olhar de desconcerto e desconhecimento.

- Fala chefe! – Rigsby disse, com um pequeno sorriso.

- Este é... – Lisbon foi interrompida pela voz calma, mas com um pouco de urgência de Patrick Jane.

- Patrick Jane, consultor. Vou ajudá-los a resolver casos e a pegar Red John. E vou ser o novo pupilo de Lisbon. – Ele disse, com a maior naturalidade possível, andando de um lado para outro. Lisbon o olhou com cara de poucos amigos. Ele fingiu não ver. Parecia que ambos conheciam-se há anos já, pelo nível de comunicação entre eles. – Oh, vocês se importariam se eu ficasse com o sofá, já que não posso ter uma mesa? – Disse, olhando para a equipe.

- Na verdade Sr. Jane, tem uma mesa para você ali. – Apontou Leroy.

- Ah... – Jane se aproximou, examinando a mesa, olhando em todos os cantos. – O sofá é mais confortável. Posso ficar com ele?

- Claro. – Disse Cho.

- Bom, já que já se conheceram, estou saindo. – Lisbon disse, indo em direção a cozinha.

Pegou sua caneca e encheu de café. Seu precioso café. Precisava de uma xícara de café naquele momento, para esquecer, espairecer, desanuviar os pensamentos.

- Viciada em café. Você deve ter tido problemas com a família. Ou é uma workaholic. – Ela ouviu a voz de Jane atrás de si. O que ele faz aqui? Pensou. – Costumava a tomar café para ficar acordada até tarde. Virou um vício. Sabe, é do café que vem as dores de cabeça Lisbon. Não vai mais precisar do remédio.

- Como você sabe que... Sr. Jane, o senhor esteve na minha
sala? – Ela disse, lembrando do frasco de remédios para dor de cabeça sobre sua
mesa.

- Não, claro que não. Eu só espiei pelo vidro. Nada de mais. Exploração de território.

Lisbon respirou fundo, e olhou para ele.

- Sr. Jane... Faz um favor?

- Claro Lisbon. Agora você é minha chefa. – Ele disse, sorrindo de forma um pouco irônica.

- Vá explorar a China. – Disse, dando as costas e indo em direção a seu escritório.

- Oh... Ela é boa! – Jane disse, alargando seu sorriso. – Isso vai ser divertido. – Constatou, para si mesmo, voltando para seu sofá.

- x -

P.S.: Meninas, minha beta sumiu e eu não tive tempo de corrigir o cap xD Se verem algum erro me avisem ok? E me falem o que pensam *-*

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Re: Mr. Diary - Jello/Jisbon

Mensagem por Serena em Qua 01 Set 2010, 8:08 pm

Esse patrick Jane é mesmo terrivel, mas eu gosto muito do jeito dele <3

Acho que esta fazendo uma boa fanfic, mal posso esperar por mais. ^^

Beijinho

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Re: Mr. Diary - Jello/Jisbon

Mensagem por ladymarion em Qui 02 Set 2010, 11:15 pm

Hahaha, ri muito com esse cap.
Mineli esta certissímo em relação a possivel aproximação de Jane e Lisbon.
E com certeza, nosso querido consultor vai colocar a CBI de pernas para o ar.

Agora, Lisbon vermelha e totalmente sem graça com um simples abraço de Patrick não tem preço........

Perfeito!!!!!!!!!!!!!

Esperando a continuação.
Beijinhos
gi

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Mr. Diary - Jello/Jisbon

Mensagem por Ana Lopes em Qui 30 Set 2010, 11:26 pm

Ufa! agora eu posso falar! se bem que com o retorno da série ninguém quer saber de fanfic, mas eu sim! estou adorando essa história e quero ver a continuação... continue!

PS: Menina mas que Jane raivoso esse da série heim??? adorei quando ele disse "mentirosa e esquentadinha".

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Re: Mr. Diary - Jello/Jisbon

Mensagem por Eli em Sab 02 Out 2010, 8:43 am

Gente, Jane e Lisbon...par PERFEITO

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Re: Mr. Diary - Jello/Jisbon

Mensagem por tamytunney em Dom 17 Out 2010, 1:16 pm

Leitora nova!
Eu quero maaaaaaaaaaaaaaais Patty, tá muito linda! Razz
continua logo, please!

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Re: Mr. Diary - Jello/Jisbon

Mensagem por Priscila. em Seg 18 Out 2010, 10:39 pm

Ta perto de sair novo capítulo??

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