Mar Vermelho
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Mar Vermelho
TÍTULO: Mar Vermelho
AUTORA: raquelvalente91
SHIPPER: Jisbon - OC's
GÉNERO: Crime/Romance
POV: 3ª pessoa
TERMINADA: Não
CAPITULOS: Até agora 5, mas vão haver mais
OUTRAS FICS: Se os leitores quiserem ver mais obras minhas, vão até FF.net e procurem "raquelvalente91". Como são praticamente todas em Inglês, irei postar só duas em português aqui, mas se quiserem mais, avisem
BETA-READER: Ninguém.
---------------------------------------------------------------------------------
Capítulo Um: Telefonemas
Madeleine Hightower não estava contente com a chamada que acabara de receber.
Aparentemente a Policia Judiciária portuguesa não tinha meios suficientes para capturar um assassino em série que actuava em Setúbal.
Quatro pessoas foram encontradas no Rio Sado, decapitadas e ainda não tinham nenhuma prova sobre os assassinatos. A população portuguesa encontrava-se aterrorizada e a Policia viu-se forçada a pedir ajuda internacional para o caso.
O Director da Interpol contactara o Director-Geral do FBI, que por sua vez, telefonara a Hightower pedindo a colaboração da CBI.
Ao sentar-se na secretária, Hightower tomou a sua decisão e mandou chamar a única pessoa, cuja equipa conseguiria resolver este caso.
Teresa Lisbon bateu à porta da Directora mais temida pelas forças de segurança na Califórnia.
Perguntou-se a si mesma se Hightower a tinha mandado chamar devido ao comportamento de Jane no último caso. Para não variar, Jane irritara de tal forma o suspeito que este, com um murro atirara o consultor para a piscina de sua casa.
Enquanto Cho algemava o homem, Rigsby e Van Pelt riam-se como perdidos da figura de Jane e Lisbon abanara a cabeça perante o comportamento do homem que lhe podia custar a carreira profissional.
"Entre."
Hightower tratava dos relatórios e nem olhou para a porta do seu escritório para ver quem entrava.
"Mandou-me chamar Chefe?"
"Sente-se Lisbon."
A agente fez como lhe fora ordenado e Hightower olhou-a nos olhos.
"Chamei-a aqui porque tenho um caso para a sua equipa. O Director do FBI pediu a nossa colaboração e, sinceramente, eu quero a minha melhor equipa de agentes a resolvê-lo."
A agente acenou com a cabeça e Hightower continuou.
"Sei que nasceu em Portugal, Lisbon."
"Nasci sim, Chefe."
"Óptimo. Então deve conhecer uma cidade chamada Setúbal."
"Fica perto de Lisboa e conheço a cidade. Morei lá 2 anos."
"Acontece que há um serial killer à solta em Setúbal."
"Mas a Policia portuguesa não está a tratar do caso?"
"Infelizmente não têm meios para casos como este, por isso pediram-nos ajuda. Posso contar com a sua equipa para tomar conta deste caso, Lisbon?"
"Claro Chefe."
Hightower entregou a pasta do caso a Lisbon.
"Excelente. O vosso avião parte amanhã às 9 horas, portanto hoje têm o dia para tratar das vossas malas e para se despedirem dos familiares."
"Certo Chefe. Lá estaremos."
"Antes de ir Lisbon, veja se Jane não irá fazer merda com este caso. Relembro-lhe que a responsabilidade será apenas sua."
Hightower dispensou a agente e desejou-lhe boa sorte, voltando para a sua papelada.
Riu-se quando leu o relatório de Lisbon e o que se passara com Jane, abanando a cabeça. Aquele homem iria precisar de uma armadura para sobreviver a quem ele irritasse futuramente.
AUTORA: raquelvalente91
SHIPPER: Jisbon - OC's
GÉNERO: Crime/Romance
POV: 3ª pessoa
TERMINADA: Não
CAPITULOS: Até agora 5, mas vão haver mais
OUTRAS FICS: Se os leitores quiserem ver mais obras minhas, vão até FF.net e procurem "raquelvalente91". Como são praticamente todas em Inglês, irei postar só duas em português aqui, mas se quiserem mais, avisem
BETA-READER: Ninguém.
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Capítulo Um: Telefonemas
Madeleine Hightower não estava contente com a chamada que acabara de receber.
Aparentemente a Policia Judiciária portuguesa não tinha meios suficientes para capturar um assassino em série que actuava em Setúbal.
Quatro pessoas foram encontradas no Rio Sado, decapitadas e ainda não tinham nenhuma prova sobre os assassinatos. A população portuguesa encontrava-se aterrorizada e a Policia viu-se forçada a pedir ajuda internacional para o caso.
O Director da Interpol contactara o Director-Geral do FBI, que por sua vez, telefonara a Hightower pedindo a colaboração da CBI.
Ao sentar-se na secretária, Hightower tomou a sua decisão e mandou chamar a única pessoa, cuja equipa conseguiria resolver este caso.
Teresa Lisbon bateu à porta da Directora mais temida pelas forças de segurança na Califórnia.
Perguntou-se a si mesma se Hightower a tinha mandado chamar devido ao comportamento de Jane no último caso. Para não variar, Jane irritara de tal forma o suspeito que este, com um murro atirara o consultor para a piscina de sua casa.
Enquanto Cho algemava o homem, Rigsby e Van Pelt riam-se como perdidos da figura de Jane e Lisbon abanara a cabeça perante o comportamento do homem que lhe podia custar a carreira profissional.
"Entre."
Hightower tratava dos relatórios e nem olhou para a porta do seu escritório para ver quem entrava.
"Mandou-me chamar Chefe?"
"Sente-se Lisbon."
A agente fez como lhe fora ordenado e Hightower olhou-a nos olhos.
"Chamei-a aqui porque tenho um caso para a sua equipa. O Director do FBI pediu a nossa colaboração e, sinceramente, eu quero a minha melhor equipa de agentes a resolvê-lo."
A agente acenou com a cabeça e Hightower continuou.
"Sei que nasceu em Portugal, Lisbon."
"Nasci sim, Chefe."
"Óptimo. Então deve conhecer uma cidade chamada Setúbal."
"Fica perto de Lisboa e conheço a cidade. Morei lá 2 anos."
"Acontece que há um serial killer à solta em Setúbal."
"Mas a Policia portuguesa não está a tratar do caso?"
"Infelizmente não têm meios para casos como este, por isso pediram-nos ajuda. Posso contar com a sua equipa para tomar conta deste caso, Lisbon?"
"Claro Chefe."
Hightower entregou a pasta do caso a Lisbon.
"Excelente. O vosso avião parte amanhã às 9 horas, portanto hoje têm o dia para tratar das vossas malas e para se despedirem dos familiares."
"Certo Chefe. Lá estaremos."
"Antes de ir Lisbon, veja se Jane não irá fazer merda com este caso. Relembro-lhe que a responsabilidade será apenas sua."
Hightower dispensou a agente e desejou-lhe boa sorte, voltando para a sua papelada.
Riu-se quando leu o relatório de Lisbon e o que se passara com Jane, abanando a cabeça. Aquele homem iria precisar de uma armadura para sobreviver a quem ele irritasse futuramente.
Última edição por KristyAnne em Ter 16 Nov 2010, 12:10 am, editado 1 vez(es) (Razão : Remover Fic do Título. Vide regras!)

raquelvalente91- Aspirante a Detetive

- Data de inscrição: 08/11/2010
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Humor: Sarcasmo ftw! o/
Localização: Novo sofá da Lisbon *_*

Re: Mar Vermelho
Oi Raquel..........
Ah, eu ameiiiiiiiiiii o começo.
Essa fic promete , hehehehe.
Pobre Lisbon, Patrick sempre coloca ela em arrascadas, hahaha.
Estou aqui, esperando o próximo
Beijinhos
gi
Ah, eu ameiiiiiiiiiii o começo.
Essa fic promete , hehehehe.
Pobre Lisbon, Patrick sempre coloca ela em arrascadas, hahaha.
Estou aqui, esperando o próximo
Beijinhos
gi
ladymarion- Mentalista Treinee

- Data de inscrição: 05/05/2009
Mensagens: 434

Re: Mar Vermelho
Ameii!!!
Ansiosa por mais capítulos hehehehe
O Patrick Jane fazer alguma coisa para deixar a Lisbon enrascada?! Imagina
!!!!
Ansiosa por mais capítulos hehehehe
O Patrick Jane fazer alguma coisa para deixar a Lisbon enrascada?! Imagina
!!!! 
Priscila.- Detetive Novato

- Data de inscrição: 23/05/2010
Mensagens: 252

Re: Mar Vermelho
Gostei bastante desse primeiro cap, e o final foi ótimo! XD
Quero só ver o que a praga do Jane vai aprontar,e mistério uhhh~ x)
Quero só ver o que a praga do Jane vai aprontar,e mistério uhhh~ x)
Re: Mar Vermelho
AN: Para já quero agradecer as reviews
Ainda bem que gostaram do 1º capítulo. Vou postar um por cada dia e para quem não quiser esperar, pode ir à FF.net e procurar "Mar Vermelho". Se acharem que a minha escrita é um pouco confusa ou se tiver erros gramaticais, digam-me, por favor que para a próxima irei corrigir. E um aviso, os primeiros 5 capítulos são apenas uma introdução das personagens 
---------------------------------------------------
CAPÍTULO DOIS: Última Hora
----------------------------------------------------
"Porque é que Hightower a mandou chamar?"
Rigsby perguntou ao seu parceiro enquanto comia uma sandes de presunto.
"Se tu não sabes achas que eu sei?"
"Vá lá Cho, deves ter uma pequena ideia do que se passa."
"Porque é que não perguntas ao Jane? Ele é que é o vidente."
O gigante olhou para o sofá de cabedal onde Jane estava deitado.
"Se calhar irei mesmo fazer isso."
"Força aí, então."
"Aposto 20$ em como Jane sabe do que se trata."
"Guarda o teu dinheiro que Lisbon já deve estar a chegar."
"Tas com medo, parceiro?"
A cara de Cho manteve-se com a mesma expressão, mas o asiático ria-se por dentro. Não sabia a razão pela qual Lisbon fora chamada por Hightower e duvidava que alguém soubesse. A vontade de apostar em coisas desinteressantes iria levar Rigsby à falência.
"20$, Rigsby."
O jovem agente dirigiu-se ao sofá onde Jane descansava, trocando olhares com Van Pelt primeiro.
"Jane."
"Sim?"
"Sabes porque é que a Directora chamou a chefe?"
"Nem por isso. Tu sabes?"
Ao abrir os olhos e olhar para a cara de Rigsby, Jane sorriu. O seu amigo tinha perdido mais uma aposta.
"Uh, também não. Obrigada na mesma Jane."
"Na boa Rigsby, tenho a certeza que Cho vai ter um belo almoço com os 20$ que ele acaba de ganhar."
Rigsby puxou da carteira e entregou o dinheiro a Cho. Para cúmulo, nesse mesmo momento, chegava Lisbon.
Jane levantou-se e espreguiçou-se antes de encarar a morena com um sorriso nos lábios.
"Presumo que trazes boas notícias."
"Ai sim? E como é que presumes isso?"
"Se Hightower te tivesse dado um raspanete, já estavas a praticar tiro ao alvo comigo."
A equipa sorriu, sabendo que as palavras vindas da boca do consultor eram verdadeiras.
"Temos um caso."
"Vamos já para o local do crime? É onde chefe?"
"Calma Rigsby. Nós temos jurisdição mas o caso nem é perto de Sacramento."
"Então?"
"É em Portugal. Portanto vão para casa, preparem aquilo que querem levar, telefonem às vossas famílias porque partimos amanhã às 9 horas em ponto, ou seja temos de estar todos no LAX às 8h30. Cho, dá boleia ao Rigsby e à Van Pelt que eu vou com o Jane."
A equipa demorou cerca de 30 segundos para regressar à realidade.
Um caso? Em Portugal? Um país desconhecido? E eles tinham jurisdição? Como é que eles iriam conseguir comunicar com a Policia?
"Não nasceste em Portugal, Lisbon?"
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CAPÍTULO DOIS: Última Hora
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"Porque é que Hightower a mandou chamar?"
Rigsby perguntou ao seu parceiro enquanto comia uma sandes de presunto.
"Se tu não sabes achas que eu sei?"
"Vá lá Cho, deves ter uma pequena ideia do que se passa."
"Porque é que não perguntas ao Jane? Ele é que é o vidente."
O gigante olhou para o sofá de cabedal onde Jane estava deitado.
"Se calhar irei mesmo fazer isso."
"Força aí, então."
"Aposto 20$ em como Jane sabe do que se trata."
"Guarda o teu dinheiro que Lisbon já deve estar a chegar."
"Tas com medo, parceiro?"
A cara de Cho manteve-se com a mesma expressão, mas o asiático ria-se por dentro. Não sabia a razão pela qual Lisbon fora chamada por Hightower e duvidava que alguém soubesse. A vontade de apostar em coisas desinteressantes iria levar Rigsby à falência.
"20$, Rigsby."
O jovem agente dirigiu-se ao sofá onde Jane descansava, trocando olhares com Van Pelt primeiro.
"Jane."
"Sim?"
"Sabes porque é que a Directora chamou a chefe?"
"Nem por isso. Tu sabes?"
Ao abrir os olhos e olhar para a cara de Rigsby, Jane sorriu. O seu amigo tinha perdido mais uma aposta.
"Uh, também não. Obrigada na mesma Jane."
"Na boa Rigsby, tenho a certeza que Cho vai ter um belo almoço com os 20$ que ele acaba de ganhar."
Rigsby puxou da carteira e entregou o dinheiro a Cho. Para cúmulo, nesse mesmo momento, chegava Lisbon.
Jane levantou-se e espreguiçou-se antes de encarar a morena com um sorriso nos lábios.
"Presumo que trazes boas notícias."
"Ai sim? E como é que presumes isso?"
"Se Hightower te tivesse dado um raspanete, já estavas a praticar tiro ao alvo comigo."
A equipa sorriu, sabendo que as palavras vindas da boca do consultor eram verdadeiras.
"Temos um caso."
"Vamos já para o local do crime? É onde chefe?"
"Calma Rigsby. Nós temos jurisdição mas o caso nem é perto de Sacramento."
"Então?"
"É em Portugal. Portanto vão para casa, preparem aquilo que querem levar, telefonem às vossas famílias porque partimos amanhã às 9 horas em ponto, ou seja temos de estar todos no LAX às 8h30. Cho, dá boleia ao Rigsby e à Van Pelt que eu vou com o Jane."
A equipa demorou cerca de 30 segundos para regressar à realidade.
Um caso? Em Portugal? Um país desconhecido? E eles tinham jurisdição? Como é que eles iriam conseguir comunicar com a Policia?
"Não nasceste em Portugal, Lisbon?"

raquelvalente91- Aspirante a Detetive

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Re: Mar Vermelho
"Porque é que não perguntas ao Jane? Ele é que é o vidente."
O gigante olhou para o sofá de cabedal onde Jane estava deitado.
"Se calhar irei mesmo fazer isso."
"Força aí, então."
uahauha adoreeei essa parte!
Tá muito bom Raquel, gostoso de ler mesmo!
Re: Mar Vermelho
Obrigada Isa, Priscila e ladymarion pelas reviews e por gostarem da história Amanhã (ou ainda hoje, quem sabe xD) irei postar um novo capítulo.

raquelvalente91- Aspirante a Detetive

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Re: Mar Vermelho
kkkkkkk amo as aposta do Cho, gosto mais ainda quando ele ganha HAUSH1U1H2U1H1U1H2U1H

Priscila.- Detetive Novato

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Re: Mar Vermelho
Hahahah, to adorando.
Rigsby se continuar assim vai deixar todo o seu salário para o Cho, hehehe.
Louca para ver as confusões que eles irão se meter...
Beijinhos
gi
Rigsby se continuar assim vai deixar todo o seu salário para o Cho, hehehe.
Louca para ver as confusões que eles irão se meter...
Beijinhos
gi
ladymarion- Mentalista Treinee

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Mensagens: 434

Re: Mar Vermelho
AN: Como estou extremamente contente
vou postar o capítulo 3. Obrigada pelas reviews
. Vocês fazem-me feliz
.
--------------------------------------------------------------------
CAPÍTULO TRÊS: Preparativos
----------------------------------------------------------
"Andaste a ler o meu processo, Jane?"
"Juro que não."
"Então como sabes onde eu nasci?"
"Uh, tu contaste-me naquela vez que fomos prender um suspeito…"
O olhar de Lisbon não deixou Jane dizer mais uma palavra. O consultor baixou a cabeça e suspirou.
"Ok, talvez eu tenha lido o teu ficheiro num dos exercícios de incêndio na CBI."
"Mas o único que houve, desde que me lembro, foi na semana passa… Jane!! Não accionaste o alarme, fazendo-nos correr feitos parvos e ficar à espera mais de uma hora pelos bombeiros, para descobrir que tinha sido falso alarme, pois não?"
"Recuso-me a responder sem ter aqui o meu advogado."
"Argh! Quantas vezes já te disse que estás a pôr o meu trabalho em risco? Para depois fazer uma brincadeira destas?"
"Desculpa Lisbon"
"Cala-te Jane."
A tensão era palpável e Lisbon dirigiu-se para o seu escritório com os membros da sua equipa.
"Muito bem, 4 pessoas foram encontradas torturadas, decapitadas e deitadas ao rio em Setúbal. O M.O é o mesmo, por isso, estamos a lidar com um serial killer. As forças de segurança portuguesas não têm meios para capturar o assassino, por isso e devido também à burocracia, vamos nós resolver este caso. Hightower já reservou os quartos de hotel, portanto só faltam arrumar as malas e podemos partir. Alguma dúvida?"
"Não chefe."
"Óptimo. Estão dispensados. Vejam se têm uma boa noite de sono e até amanhã pessoal."
"Até amanhã chefe."
Vendo a sua equipa de agentes partir, Lisbon suspirou, visto que o consultor ainda estava ao seu lado.
"Lisbon, desculpa, a sério."
"Ler o meu processo Jane? O que é que estou a perguntar, se é vindo de ti, já tinha de estar à espera."
"Calma, eu não fiz por mal. Só tive curiosidade e queria saber mais coisas sobre ti."
"Para quê Jane? Para depois fazeres os teus truques e poderes ter algo contra mim?"
"Sabes muito bem que eu nunca irei fazer nada para te magoar, Lisbon."
"Só vou acreditar nisso quando eu ver com os meus próprios olhos."
Um silêncio desconfortável instalou-se entre os dois, e Jane abanou a cabeça. Queria que Lisbon tivesse confiança nele, mas não assim. Só a acabava por magoar e sentia-se culpado por isso. Lisbon merecia melhor que ele, tanto um colega como um homem, mas que fosse muito melhor que ele.
Tinha a certeza que nunca deixaria Lisbon ser magoada, que a iria proteger de qualquer tipo de mal e que se preocupava demasiado com o bem da morena, mas não conseguia evitar.
De certa forma, Lisbon tinha derrubado as barreiras que ele, tão cautelosamente tinha construído à sua volta depois da morte da sua mulher e filha. A agente tinha um poder fora do normal sobre ele, e Jane quase que acreditava que realmente existiam feitiços, pois estava completamente apanhado pela mulher que estava ao seu lado.
"Boa noite Lisbon. Amanhã às 8h30 estou à porta de minha casa."
"Boa noite Jane e vê se descansas. A viagem vai ser longa."
. Vocês fazem-me feliz
.--------------------------------------------------------------------
CAPÍTULO TRÊS: Preparativos
----------------------------------------------------------
"Andaste a ler o meu processo, Jane?"
"Juro que não."
"Então como sabes onde eu nasci?"
"Uh, tu contaste-me naquela vez que fomos prender um suspeito…"
O olhar de Lisbon não deixou Jane dizer mais uma palavra. O consultor baixou a cabeça e suspirou.
"Ok, talvez eu tenha lido o teu ficheiro num dos exercícios de incêndio na CBI."
"Mas o único que houve, desde que me lembro, foi na semana passa… Jane!! Não accionaste o alarme, fazendo-nos correr feitos parvos e ficar à espera mais de uma hora pelos bombeiros, para descobrir que tinha sido falso alarme, pois não?"
"Recuso-me a responder sem ter aqui o meu advogado."
"Argh! Quantas vezes já te disse que estás a pôr o meu trabalho em risco? Para depois fazer uma brincadeira destas?"
"Desculpa Lisbon"
"Cala-te Jane."
A tensão era palpável e Lisbon dirigiu-se para o seu escritório com os membros da sua equipa.
"Muito bem, 4 pessoas foram encontradas torturadas, decapitadas e deitadas ao rio em Setúbal. O M.O é o mesmo, por isso, estamos a lidar com um serial killer. As forças de segurança portuguesas não têm meios para capturar o assassino, por isso e devido também à burocracia, vamos nós resolver este caso. Hightower já reservou os quartos de hotel, portanto só faltam arrumar as malas e podemos partir. Alguma dúvida?"
"Não chefe."
"Óptimo. Estão dispensados. Vejam se têm uma boa noite de sono e até amanhã pessoal."
"Até amanhã chefe."
Vendo a sua equipa de agentes partir, Lisbon suspirou, visto que o consultor ainda estava ao seu lado.
"Lisbon, desculpa, a sério."
"Ler o meu processo Jane? O que é que estou a perguntar, se é vindo de ti, já tinha de estar à espera."
"Calma, eu não fiz por mal. Só tive curiosidade e queria saber mais coisas sobre ti."
"Para quê Jane? Para depois fazeres os teus truques e poderes ter algo contra mim?"
"Sabes muito bem que eu nunca irei fazer nada para te magoar, Lisbon."
"Só vou acreditar nisso quando eu ver com os meus próprios olhos."
Um silêncio desconfortável instalou-se entre os dois, e Jane abanou a cabeça. Queria que Lisbon tivesse confiança nele, mas não assim. Só a acabava por magoar e sentia-se culpado por isso. Lisbon merecia melhor que ele, tanto um colega como um homem, mas que fosse muito melhor que ele.
Tinha a certeza que nunca deixaria Lisbon ser magoada, que a iria proteger de qualquer tipo de mal e que se preocupava demasiado com o bem da morena, mas não conseguia evitar.
De certa forma, Lisbon tinha derrubado as barreiras que ele, tão cautelosamente tinha construído à sua volta depois da morte da sua mulher e filha. A agente tinha um poder fora do normal sobre ele, e Jane quase que acreditava que realmente existiam feitiços, pois estava completamente apanhado pela mulher que estava ao seu lado.
"Boa noite Lisbon. Amanhã às 8h30 estou à porta de minha casa."
"Boa noite Jane e vê se descansas. A viagem vai ser longa."

raquelvalente91- Aspirante a Detetive

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Re: Mar Vermelho
raquelvalente91 escreveu:
"Mas o único que houve, desde que me lembro, foi na semana passa… Jane!! Não accionaste o alarme, fazendo-nos correr feitos parvos e ficar à espera mais de uma hora pelos bombeiros, para descobrir que tinha sido falso alarme, pois "
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ri muitooooooooooo!!!
A única pessoa que aguenta o Jane é a Lisbon #fato HASUH11UH21UH2U1H2U e ela é a que sofre mais kkkkkkk

Priscila.- Detetive Novato

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Re: Mar Vermelho
Estou a gostar! Principalmente porque me parece que será uma fanfic bem movimentada.
Essa semana vou viajar, então, no final de semana, terei muitos capítulos para ler.
Essa semana vou viajar, então, no final de semana, terei muitos capítulos para ler.

"If you can't be proud of what you do, go and sell shoes. Do something else." Simon Baker
É fã? Então faça parte dos foruns


Re: Mar Vermelho
AN: Tou com um enorme sorriso na cara, mas tão enorme que a minha cara está quase a explodir de felicidade. Muito obrigada por continuarem a ler
como já escrevi anteriormente, os primeiros cinco capítulos são uma introdução das personagens. Amanhã irei postar o 5º capítulo. Fiquem atentos 
---------------------------------------------------------------------------
CAPÍTULO QUATRO: A Mente do Assassino
-----------------------------------------------------------------
A jovem capturou o seu interesse numa noite e desde então ele seguia todos os passos que ela dava.
Era mais nova que as vítimas anteriores mas isso não era importante.
Uma rapariga comum mas com algo mais… uma essência que despertou o seu interesse.
Estudante, vivia com o pai, saía com os amigos…
O porquê do seu interesse, ele não o sabia, mas iria descobrir mais cedo ou mais tarde.
Esta, ele precisava de estudar minuciosamente, antes de fazê-la sofrer o inevitável destino.
Seguiu a jovem até ao café onde ela iria ter com os amigos e depois foi para casa.
Quem o conhecesse, dizia que ele era incapaz de fazer mal a uma mosca, mas isso era apenas uma facada da sua personalidade.
A família, a namorada, com quem mantinha uma relação estável de 2 anos, e os amigos, não faziam ideia que ele pudesse ser o monstro que sabia que era.
A felicidade que tinha com a namorada não o satisfazia e o seu divertimento estava no que ele se tornara…
Um assassino.
O sangue que lhe corria nas veias estava corroído pelo desejo de poder e pela ambição de se tornar num dos mais temidos assassinos da história do seu país. Havia começado uma nova era…
A era do Carrasco.
Ou Executer? Ainda pensava na alcunha que os media lhe iram dar.
Abanou a cabeça sorrindo maliciosamente, e sentou-se na sua secretária.
No portátil viu as fotografias que tinha tirado à jovem e deu graças a Deus por ter comprado uma máquina digital de boa qualidade para tirar as fotografias ao seu alvo.
Decidiu beber uma cerveja e ir-se deitar.
Amanhã tinha muito que fazer.
---------------------------------------------------------------------------
CAPÍTULO QUATRO: A Mente do Assassino
-----------------------------------------------------------------
A jovem capturou o seu interesse numa noite e desde então ele seguia todos os passos que ela dava.
Era mais nova que as vítimas anteriores mas isso não era importante.
Uma rapariga comum mas com algo mais… uma essência que despertou o seu interesse.
Estudante, vivia com o pai, saía com os amigos…
O porquê do seu interesse, ele não o sabia, mas iria descobrir mais cedo ou mais tarde.
Esta, ele precisava de estudar minuciosamente, antes de fazê-la sofrer o inevitável destino.
Seguiu a jovem até ao café onde ela iria ter com os amigos e depois foi para casa.
Quem o conhecesse, dizia que ele era incapaz de fazer mal a uma mosca, mas isso era apenas uma facada da sua personalidade.
A família, a namorada, com quem mantinha uma relação estável de 2 anos, e os amigos, não faziam ideia que ele pudesse ser o monstro que sabia que era.
A felicidade que tinha com a namorada não o satisfazia e o seu divertimento estava no que ele se tornara…
Um assassino.
O sangue que lhe corria nas veias estava corroído pelo desejo de poder e pela ambição de se tornar num dos mais temidos assassinos da história do seu país. Havia começado uma nova era…
A era do Carrasco.
Ou Executer? Ainda pensava na alcunha que os media lhe iram dar.
Abanou a cabeça sorrindo maliciosamente, e sentou-se na sua secretária.
No portátil viu as fotografias que tinha tirado à jovem e deu graças a Deus por ter comprado uma máquina digital de boa qualidade para tirar as fotografias ao seu alvo.
Decidiu beber uma cerveja e ir-se deitar.
Amanhã tinha muito que fazer.

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Re: Mar Vermelho
Olá Raquel..........
Desculpe a demora para comentar......
Eu morro de rir com essas briguinhas entre Jane e Lisbon, hahaha.
Ela fica louca da vida com ele, e com razão, heheheh.
Mas acho muito fofo toda essa preocupação que Jane tem com ela.
Essa parte do assassino também ficou muito boa.
Bem tensa e misteriosa....
To amandoooooooooooo
Beijinhos
gi
Desculpe a demora para comentar......
Eu morro de rir com essas briguinhas entre Jane e Lisbon, hahaha.
Ela fica louca da vida com ele, e com razão, heheheh.
Mas acho muito fofo toda essa preocupação que Jane tem com ela.
Essa parte do assassino também ficou muito boa.
Bem tensa e misteriosa....
To amandoooooooooooo
Beijinhos
gi
ladymarion- Mentalista Treinee

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Re: Mar Vermelho
AN: Como estou demasiado contente e feliz, vou postar novamente xD
Obrigada ladymarion, KristyAnne e Priscila
------------------------------------------------------------------------------
CAPÍTULO CINCO: Amigos?
-------------------------------------------------------------------
Raquel não sabia o porquê, mas sentia estar a ser observada.
Há muito tempo que aprendera a ter uma percepção de tudo o que a rodeava e no dia-a-dia, a sua mente funcionava como um radar.
Agora os alarmes ressoavam e por isso estava a ser observada. Olhou para os lados, com máxima descrição, mas não viu ninguém, então decidiu andar mais depressa para apanhar o autocarro para a escola.
Durante o caminho pensou na sua jovem vida.
O pai dera-lhe a noticia no dia anterior, que os seus patrões o tinham chamado para ir trabalhar no Porto. Como era longe de Setúbal, teria que ficar lá a viver e os dois tinham discutido sobre as mudanças e o facto de o pai de Raquel querer que a jovem se mudasse.
Obviamente, isso implicava ter de mudar de escola, de deixar os seus amigos e de deixar David, o rapaz de quem gostava. Isso não iria acontecer...nunca.
Os pais tinham-se divorciado quando Raquel completara os 14 anos, por isso a jovem fora forçada a crescer, tornando-se uma miúda independente e com uma boa cabeça nos seus ombros. Agora, nos seus 19 anos de idade, era uma jovem estudante e cheia de sonhos e ambições. Escolhera bem os seus amigos, um círculo fechado onde existia a confiança e a admiração. Os seus amigos eram todos diferentes, uns ricos, outros com menos possibilidades, uns com carro, outros com casa própria, outros a viverem em conjunto com os namorados, mas ao fim do dia, e por mais peripécias que acontecessem, eram todos unidos.
Um carro parou ao seu lado e ela olhou para o condutor e sorriu quando conheceu quem estava por detrás do volante.
"Explica-me, por favor, a razão pela qual gostas tanto de andar a pé até à paragem de autocarro e ficar quase meia-hora à espera, para teres de ir num veículo cheio de gente quando podes vir comigo?"
"Já te passou pela cabeça que se calhar eu prezo bastante a minha vida para ir contigo num carro que nem sequer travões em condições tem?"
"Eh, vá lá. Ontem levei-o à inspecção e estava tudo bem com os travões."
"Não sei não."
"Raquel, há quanto tempo me conheces?"
"Prometes que paras de me chatear?"
"Não. Agora entra."
Frustrada, Raquel entrou no carro e voltou'se, depois de colocar o cinto, para os olhos azuis que a estudavam.
"Pronto, vamos para a escola? Não quero chegar atrasada hoje."
"Ah sim? Porquê?"
"Porque caso te tenhas esquecido, temos um trabalho para apresentar."
O dono dos olhos azuis acelerou e os dois foram para a escola num silêncio comfortável, ouvindo uma musica que passava na rádio.
"Como é que estão as coisas em casa?"
"Desde que aquilo aconteceu o meu pai não me olha nos olhos e a minha mãe passa o tempo a chorar."
"Não está a ser fácil para ninguém, DJ. O teu irmão era uma excelente pessoa e ninguém merecia o que lhe fizeram."
David Jones mais conhecido por DJ, era um rapaz alto, com cabelos loiros encaracolados e olhos azuis. Era um optimo aluno e o melhor amigo de Raquel. O seu irmão tinha sido vitima de um macabro assassino e DJ procurava vingança.
"Eu sei Raquel, mas não vou descansar até encontrar o culpado."
"DJ, deixa a Policia resolver isto. A Justiça nunca deve ser feita pelas próprias mãos, mesmo que exista um optimo motivo para tal."
"A Policia não faz nada. O Inspector telefonou ontem e disse que tinham recorrido à ajuda de uma equipa americana para ajudar no caso."
"Vais ver que vai correr tudo bem."
DJ parara o carro no estacionamento da escola e olhara para Raquel. Ela segurava a sua mão e olhava-o de forma compreensiva. Mas os olhos castanhos tinham algo mais que ele não conseguia decifrar. Perguntava a si mesmo se ela alguma vez ia reparar nos sentimentos que nutria.
Estava ele longe de saber que os seus sentimentos eram recíprocos.
"Vamos para a aula?"
"Vamos."
Obrigada ladymarion, KristyAnne e Priscila
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CAPÍTULO CINCO: Amigos?
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Raquel não sabia o porquê, mas sentia estar a ser observada.
Há muito tempo que aprendera a ter uma percepção de tudo o que a rodeava e no dia-a-dia, a sua mente funcionava como um radar.
Agora os alarmes ressoavam e por isso estava a ser observada. Olhou para os lados, com máxima descrição, mas não viu ninguém, então decidiu andar mais depressa para apanhar o autocarro para a escola.
Durante o caminho pensou na sua jovem vida.
O pai dera-lhe a noticia no dia anterior, que os seus patrões o tinham chamado para ir trabalhar no Porto. Como era longe de Setúbal, teria que ficar lá a viver e os dois tinham discutido sobre as mudanças e o facto de o pai de Raquel querer que a jovem se mudasse.
Obviamente, isso implicava ter de mudar de escola, de deixar os seus amigos e de deixar David, o rapaz de quem gostava. Isso não iria acontecer...nunca.
Os pais tinham-se divorciado quando Raquel completara os 14 anos, por isso a jovem fora forçada a crescer, tornando-se uma miúda independente e com uma boa cabeça nos seus ombros. Agora, nos seus 19 anos de idade, era uma jovem estudante e cheia de sonhos e ambições. Escolhera bem os seus amigos, um círculo fechado onde existia a confiança e a admiração. Os seus amigos eram todos diferentes, uns ricos, outros com menos possibilidades, uns com carro, outros com casa própria, outros a viverem em conjunto com os namorados, mas ao fim do dia, e por mais peripécias que acontecessem, eram todos unidos.
Um carro parou ao seu lado e ela olhou para o condutor e sorriu quando conheceu quem estava por detrás do volante.
"Explica-me, por favor, a razão pela qual gostas tanto de andar a pé até à paragem de autocarro e ficar quase meia-hora à espera, para teres de ir num veículo cheio de gente quando podes vir comigo?"
"Já te passou pela cabeça que se calhar eu prezo bastante a minha vida para ir contigo num carro que nem sequer travões em condições tem?"
"Eh, vá lá. Ontem levei-o à inspecção e estava tudo bem com os travões."
"Não sei não."
"Raquel, há quanto tempo me conheces?"
"Prometes que paras de me chatear?"
"Não. Agora entra."
Frustrada, Raquel entrou no carro e voltou'se, depois de colocar o cinto, para os olhos azuis que a estudavam.
"Pronto, vamos para a escola? Não quero chegar atrasada hoje."
"Ah sim? Porquê?"
"Porque caso te tenhas esquecido, temos um trabalho para apresentar."
O dono dos olhos azuis acelerou e os dois foram para a escola num silêncio comfortável, ouvindo uma musica que passava na rádio.
"Como é que estão as coisas em casa?"
"Desde que aquilo aconteceu o meu pai não me olha nos olhos e a minha mãe passa o tempo a chorar."
"Não está a ser fácil para ninguém, DJ. O teu irmão era uma excelente pessoa e ninguém merecia o que lhe fizeram."
David Jones mais conhecido por DJ, era um rapaz alto, com cabelos loiros encaracolados e olhos azuis. Era um optimo aluno e o melhor amigo de Raquel. O seu irmão tinha sido vitima de um macabro assassino e DJ procurava vingança.
"Eu sei Raquel, mas não vou descansar até encontrar o culpado."
"DJ, deixa a Policia resolver isto. A Justiça nunca deve ser feita pelas próprias mãos, mesmo que exista um optimo motivo para tal."
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"Vais ver que vai correr tudo bem."
DJ parara o carro no estacionamento da escola e olhara para Raquel. Ela segurava a sua mão e olhava-o de forma compreensiva. Mas os olhos castanhos tinham algo mais que ele não conseguia decifrar. Perguntava a si mesmo se ela alguma vez ia reparar nos sentimentos que nutria.
Estava ele longe de saber que os seus sentimentos eram recíprocos.
"Vamos para a aula?"
"Vamos."

raquelvalente91- Aspirante a Detetive

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