Cidade Despida
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Cidade Despida
Título: Cidade Despida
Autora(o): Raquel Valente
Shipper: Teresa/OC, Jisbon
Gênero: Crime/Drama/Acção/Romance
Censura: NC/17 (palavrões, conteudo sexual nao muito explicito)
POV: 3ª pessoa
Terminada: [ ] sim [X] não
Capítulos: 2 capítulos são certos, mas não sei quantos é que este monstrinho vai ter.
Outras Fics: Mar Vermelho
Beta - reader: Nenhum
AN: Minhas caras leitoras, como um pedido de desculpa pela demora do update de "Mar Vermelho", aceitem ler o primeiro capítulo da minha nova invenção.
CAPÍTULO 1
Presente
Uma perseguição a alta velocidade pelas ruas de Sacramento. É assim que começa a verdadeira história de Teresa Lisbon, Agente Sénior da SCU no Californian Bureau Of Investigation. Percorreu a estrada a 130 quilometros por hora, praticamente colada ao veículo que perseguia.
Parou o carro perto de um armazém nas docas da cidade e pegando na sua arma, continuou a sua perseguição cautelosamente.
Nos seus anos de trabalho sabia muito bem que um suspeito podia aparecer de repente e desarmá-la.
Com a arma em punho, entrou no armazém sempre atenta a qualquer movimento.
O armazém estava sujo, com lama, poças de água e lixo. Pisou algo que fez barulho e voltou-se. Viu o seu reflexo num espelho partido que se encontrava no chão. As olheiras notavam-se, o seu cabelo sempre penteado estava num desassossego. Não se reconheceu, mas provavelmente era a causa de muitas noites com insónias e preocupações.
Uma porta azul estava entreaberta e presumindo que tinha sido para ali que o individuo tinha ido, entrou. A escuridão era imensa e desejou ter trazido uma lanterna. Olhava de um lado para o outro, sempre com a sua fiel arma na mão e só sentiu a pancada na cabeça tarde demais.
Estava a ser arrastada. Sentia os vidros cortarem a sua pele e as suas roupas ficarem encharcadas nas poças de água. O individuo subiu um escadote com uma máquina fotográfica na mão e começou a tirar-lhe fotografias.
Ergueu o tronco devagar e quando o homem colocava o pé no degrau abaixo para descer, levantou-se bruscamente e deu-lhe um encontrão, fazendo-o cair. Tentava alcançar a arma que se encontrava no chão, mas ele agarrou-a por uma perna. Movimentado-se para ficar no ângulo correcto, desferiu-lhe uma joelhada e ele caiu novamente. Quando apanhou a arma, viu que ele fugia. Não pensou duas vezes e começou a correr, saindo do armazém e entrando directamente nas docas.
Quando o homem ia mergulhar para fugir, ela disparou. O tiro acertou num corrimão velho mas teve o efeito desejado. O homem parou.
"Pára!"
Ele usava uma máscara e estava vestido de preto. Por debaixo da máscara, cobria a cara com uma outra máscara de ski.
"Para ali, já!"
Não estava para brincadeiras e ele percebeu, seguindo as suas ordens.
"De joelhos e mãos na cabeça."
Novamente, ele obedeceu ao comando.
"Tira a máscara."
Ele olhou para ela, hesitando.
"Tira.a.máscara."
Ele não se moveu.
"TIRA A MÁSCARA!"
E finalmente, lá ele tirou a máscara.
Os olhos de Teresa não queriam acreditar no que viam.
Não podia ser, simplesmente não podia. Tinha de haver outra explicação para isto.
Sentiu-se sufocar naquele momento. Não, não, não, não, não. Eram as únicas palavras que lhe passavam pela cabeça.
As lágrimas jorravam dos seus olhos e gritou.
Autora(o): Raquel Valente
Shipper: Teresa/OC, Jisbon
Gênero: Crime/Drama/Acção/Romance
Censura: NC/17 (palavrões, conteudo sexual nao muito explicito)
POV: 3ª pessoa
Terminada: [ ] sim [X] não
Capítulos: 2 capítulos são certos, mas não sei quantos é que este monstrinho vai ter.
Outras Fics: Mar Vermelho
Beta - reader: Nenhum
AN: Minhas caras leitoras, como um pedido de desculpa pela demora do update de "Mar Vermelho", aceitem ler o primeiro capítulo da minha nova invenção.
CAPÍTULO 1
Presente
Uma perseguição a alta velocidade pelas ruas de Sacramento. É assim que começa a verdadeira história de Teresa Lisbon, Agente Sénior da SCU no Californian Bureau Of Investigation. Percorreu a estrada a 130 quilometros por hora, praticamente colada ao veículo que perseguia.
Parou o carro perto de um armazém nas docas da cidade e pegando na sua arma, continuou a sua perseguição cautelosamente.
Nos seus anos de trabalho sabia muito bem que um suspeito podia aparecer de repente e desarmá-la.
Com a arma em punho, entrou no armazém sempre atenta a qualquer movimento.
O armazém estava sujo, com lama, poças de água e lixo. Pisou algo que fez barulho e voltou-se. Viu o seu reflexo num espelho partido que se encontrava no chão. As olheiras notavam-se, o seu cabelo sempre penteado estava num desassossego. Não se reconheceu, mas provavelmente era a causa de muitas noites com insónias e preocupações.
Uma porta azul estava entreaberta e presumindo que tinha sido para ali que o individuo tinha ido, entrou. A escuridão era imensa e desejou ter trazido uma lanterna. Olhava de um lado para o outro, sempre com a sua fiel arma na mão e só sentiu a pancada na cabeça tarde demais.
Estava a ser arrastada. Sentia os vidros cortarem a sua pele e as suas roupas ficarem encharcadas nas poças de água. O individuo subiu um escadote com uma máquina fotográfica na mão e começou a tirar-lhe fotografias.
Ergueu o tronco devagar e quando o homem colocava o pé no degrau abaixo para descer, levantou-se bruscamente e deu-lhe um encontrão, fazendo-o cair. Tentava alcançar a arma que se encontrava no chão, mas ele agarrou-a por uma perna. Movimentado-se para ficar no ângulo correcto, desferiu-lhe uma joelhada e ele caiu novamente. Quando apanhou a arma, viu que ele fugia. Não pensou duas vezes e começou a correr, saindo do armazém e entrando directamente nas docas.
Quando o homem ia mergulhar para fugir, ela disparou. O tiro acertou num corrimão velho mas teve o efeito desejado. O homem parou.
"Pára!"
Ele usava uma máscara e estava vestido de preto. Por debaixo da máscara, cobria a cara com uma outra máscara de ski.
"Para ali, já!"
Não estava para brincadeiras e ele percebeu, seguindo as suas ordens.
"De joelhos e mãos na cabeça."
Novamente, ele obedeceu ao comando.
"Tira a máscara."
Ele olhou para ela, hesitando.
"Tira.a.máscara."
Ele não se moveu.
"TIRA A MÁSCARA!"
E finalmente, lá ele tirou a máscara.
Os olhos de Teresa não queriam acreditar no que viam.
Não podia ser, simplesmente não podia. Tinha de haver outra explicação para isto.
Sentiu-se sufocar naquele momento. Não, não, não, não, não. Eram as únicas palavras que lhe passavam pela cabeça.
As lágrimas jorravam dos seus olhos e gritou.
Última edição por raquelvalente91 em Dom 20 Mar 2011, 10:20 am, editado 1 vez(es) (Razão : Apresentação da fic)

raquelvalente91- Aspirante a Detetive

- Data de inscrição: 08/11/2010
Mensagens: 86
Humor: Sarcasmo ftw! o/
Localização: Novo sofá da Lisbon *_*

Re: Cidade Despida
como e por que tu tem que para logo ai? que afrição quem será a pessoa atras da mascara! aposto que tem dedo do jane ai
continua....por favor...e não esquece de mar vermelho que eu tbm estou doida pra ler ela tbm
continua....por favor...e não esquece de mar vermelho que eu tbm estou doida pra ler ela tbm

junia seis- Aspirante a Detetive

- Data de inscrição: 10/09/2010
Mensagens: 89
Humor: vivendo sempre com raiva do jane
Localização: londres

Re: Cidade Despida
Parar aí que malvada kkkkkkkkkkkk posta logo por favor se não vai me matar por favor kkkkkkkkkk Ta ótima continua por favor.

teresa janes- Detetive Novato

- Data de inscrição: 23/07/2010
Mensagens: 279
Humor: fico bem humorada quando estou assistindo The Mentalist
Localização: Ibitinga

Re: Cidade Despida
Que isso!Agora fiquei curiosa.Vai ser muita maldade se demorar muito pra postar o próximo.Até mais.

Daiane- Aspirante a Detetive

- Data de inscrição: 30/10/2010
Mensagens: 87
Humor: Bem Lisboniano

Re: Cidade Despida
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Que crueldade parar aí, hehehe.
Que tenso hen...
Adorando!!!!!!!!
Beijinhos
gi
Que crueldade parar aí, hehehe.
Que tenso hen...
Adorando!!!!!!!!
Beijinhos
gi
ladymarion- Mentalista Treinee

- Data de inscrição: 05/05/2009
Mensagens: 426

Re: Cidade Despida
Tenho até medo de imaginar o rosto por trás daquela máscara...

Edla- Aspirante a Detetive

- Data de inscrição: 26/01/2011
Mensagens: 70

Re: Cidade Despida
Caramba! pelas lágrimas de Lisbon talvez seja uma pessoa que ela goste muito, um de seus irmãos ou Patrick Jane, mas no começo diz "É assim que começa a verdadeira história..." e Patrick não estava no começo da vida policial de Lisbon... não sei
MAS TÔ LOUCA PRA SABER...
MAS TÔ LOUCA PRA SABER...

Ana Lopes- Aspirante a Detetive

- Data de inscrição: 29/09/2010
Mensagens: 78

Re: Cidade Despida
Pessoal, este monstrinho vai ter de esperar actualização até o meu bébé, Mar Vermelho, estar concluído. Mas não desesperem que falta muito pouco para esta começar a bombar 

raquelvalente91- Aspirante a Detetive

- Data de inscrição: 08/11/2010
Mensagens: 86
Humor: Sarcasmo ftw! o/
Localização: Novo sofá da Lisbon *_*

Re: Cidade Despida
Opa!!!!!!!!!
Que notícia maravilhosa,
Estamos esperando na maior expectativa
Beijinhos para vc
gi
Que notícia maravilhosa,
Estamos esperando na maior expectativa
Beijinhos para vc
gi
ladymarion- Mentalista Treinee

- Data de inscrição: 05/05/2009
Mensagens: 426

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